Blog da Imobiliária Santa Maria 

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quarta-feira, 28 de julho de 2010

 

Imóvel residencial é o investimento da vez, diz especialista.

 

De acordo com o vice-presidente do Instituto Brasileiro dos Executivos de Finanças (Ibef) e especialista no mercado imobiliário, Luiz Calado, a estabilidade econômica que se faz presente na vida do cidadão brasileiro é um indicativo de segurança, cada vez maior, para o investimento em imóveis residenciais.


O financista diz que a oportunidade é boa tanto para a aquisição do imóvel residencial para poupança quanto como fonte de renda. "O imóvel é um ativo que conjuga garantia com rentabilidade de forma constante, além de oferecer uma liquidez relativa, pois sempre haverá compradores dispostos a adquiri-lo", opina o executivo. "além do mais, o imóvel é um bem que agrega valor através de gerações."


Precauções - A propósito da compra do imóvel para investir ou morar, o advogado e especialista em direito imobiliário e do consumidor, Pedro Lessi, diz que o interessado deve adotar algumas precauções, em especial quando se trata de imóvel usado.


No caso de imóvel com mais de vinte anos de construção, a sugestão do advogado é que, na lista de solicitação de documentos, o interessado inclua pedido de certidão vintenária. Além desta, Lessi sugere que sejam solicitadas certidões pessoais de todos os proprietários, ao longo da cadeia sucessória de propriedade. Isto porque, ele reforça, podem ocorrer casos de venda anterior, situação que fará do negócio um caso de Justiça.


Em relação a compra de imóveis novos, de acordo com o alerta do advogado, além de outras precauções o comprador deve verificar se a construtora recolheu a alíquota destinada ao Instituto Nacional de Seguro Social (Inss), referente à obra.


As recomendações de Lessi para as precauções que devem preceder a compra de imóvel novo incluem solicitação da Certidão Negativa de Débito do imóvel; e verificação quanto à regularização da hipoteca do terreno. "O comprador deve sempre desconfiar na hora da compra, mesmo quando a oferta tem a chancela da Caixa", declarou o advogado à Agência Brasil de Notícias.


Fonte: Portal Exame

 


 

Câmara analisa lei que propõe descontar do salário o aluguel.

 

Texto limita o desconto mensal a até 25% do ganho líquido do inquilino; autor acredita que, se aprovado, projeto trará benefícios mútuos.


28/07/10, São Paulo, SP - Em se tratando de contratação de empréstimos junto aos bancos, o chamado crédito consignado, termo utilizado para o desconto de parcelas mensais em folha de pagamento ganhou força nos últimos cinco anos, e agora acena com participação no mercado de locação.


De autoria do deputado Eliene Lima (PP-MT), tramita na Câmara Federal o Projeto de Lei (PL) nº 7.266/10, propondo que o modelo seja aplicado para o pagamento mensal de aluguéis. A proposta cria a possibilidade ao inserir dispositivos na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT, Decreto-lei 5.452/43), para facilitar a assinatura de contratos de aluguel sem fiador.


"Uma das maiores dificuldades para a assinatura de um contrato de aluguel reside na oferta de garantias ao locador. O débito em folha representaria uma segurança para o empregado, que desta forma poderia dispensar a figura do fiador, exigida na quase totalidade dos contratos de locação firmados no País", diz o autor do projeto.


A proposta limita o desconto em 25% do salário líquido, resultante da remuneração total menos a contribuição previdenciária e o imposto de renda recolhido na fonte. O débito poderá ser suspenso a qualquer tempo, mas a empresa contratante do trabalhador e o locador deverão ser informados com 30 dias de antecedência. O projeto veda a cobrança de taxas por parte dos empregadores que forem solicitados a efetuar o desconto e repassar o valor do aluguel ao proprietário do imóvel ou à administradora.


"A medida é bem-vinda porque beneficiará os interessados e não afetará qualquer direito, visto que o desconto só acontecerá se o empregado autorizar", diz o diretor de Legislação do Inquilinato do Secovi/SP, Jaques Bushatsky, e comenta que o sistema é semelhante ao usado há tempos para o pagamento de pensão alimentícia, tratando-se "de mais uma medida que facilitará a vida das pessoas, além de simplificar diretamente as locações".


Eliene Lima reforça: "O projeto, se aprovado, poderá dar um grande impulso ao mercado imobiliário. Os valores dos aluguéis seriam consideravelmente reduzidos no curto e no médio prazos, com a entrada no mercado de milhares de imóveis que, hoje, permanecem fechados por opção do proprietário", finaliza o deputado.


O projeto de Lei nº 7.266/10 será analisado pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Se aprovado nestas análises, não passará por votação em plenário.


Fonte: Terra


 


 

terça-feira, 20 de julho de 2010

 

Financiamento da casa própria bate recorde com ajuda do Minha Casa, Minha Vida.

  O vice-presidente da instituição, Jorge Hereda, observou que, comparado ao ano de 2003, por exemplo, o movimento do primeiro semestre é sete vezes maior.

Nos seis primeiros meses deste ano, o valor financiado pela Caixa Econômica Federal (CEF) para aquisição de moradia alcançou R$ 34,1 bilhões, valor que supera o registrado em todo o ano de 2008 (R$ 23,3 bilhões), período em que a economia brasileira crescia acima da média dos anos anteriores até o início da crise financeira internacional.

O vice-presidente da instituição, Jorge Hereda, observou que, comparado ao ano de 2003, por exemplo, o movimento do primeiro semestre é sete vezes maior. Ele atribuiu o bom desempenho à expansão econômica do país e à política de inclusão social do governo federal. Hereda associou também o resultado à sexta edição do Feirão da Casa Própria, evento que passou por 13 cidades e movimentou R$ 8,4 bilhões, 70% mais do que no ano passado, quando o feirão fechou R$ 5 bilhões em contratos.

O executivo informou que, há três anos, o programa Minha Casa, Minha Vida tem ajudado a impulsionar o setor. "Acho que isso vai continuar nos próximos anos e, até o final de agosto próximo ou início de setembro, já deveremos ter concluído a contratação das 400 mil moradias para as faixas de zero a três salários mínimos". Isso não significa, esclareceu ele ,o fim do atendimento para novas contrações nessa faixa de renda. As novas demandas, no entanto, vão entrar para a segunda edição do programa.

Segundo Hereda, existem recursos para continuar a atender os mutuários cujo perfil se insere no Minha Casa, Minha Vida, que prevê cerca de R$ 70 bilhões ao ano para os próximos quatro anos, sendo R$ 26 bilhões provenientes do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Ele defendeu que, para combater o déficit habitacional, estimado em cerca de seis milhões de moradias no Brasil, os recursos deveriam crescer dos atuais 3% do Produto Interno Bruto (PIB) para algo próximo de 10%.

O desafio a ser enfrentado, explicou, é o de criar linhas de crédito para a população com faixa de renda acima dos dez salários mínimos. Na análise do vice-presidente da CEF, a solução pode ser a busca de novas formas de captações, apontado como hipótese o uso de dinheiro obtido por meio de investidores estrangeiros.

Fonte: Eptv


 


 

Caixa Econômica Federal empresta R$ 630 mi para compra da casa própria em Ribeirão Preto.

  A Caixa Econômica Federal fechou o primeiro semestre de 2010 com um total de R$ 34,10 bilhões de crédito para compra da casa própria e foram mais de 575 mil contratos assinados e, desse total R$ 16,48 bilhões foram destinados ao Programa Minha Casa Minha Vida.

Na região de Ribeirão Preto, o volume de recursos para o crédito habitacional totalizou R$ 630,3 milhões e o crescimento foi de 68,3% em relação ao mesmo período do ano passado. Estima-se que até o final deste ano a aplicação de recursos em crédito imobiliário seja acima de R$ 60 bilhões.

“O desempenho da CAIXA, em financiamento habitacional, é compatível com o atual ciclo de desenvolvimento econômico e de inclusão social do país. Mostra a capacidade da empresa para responder aos desafios da política habitacional do Governo Federal e articular projetos urbanos em parceria com os estados e municípios brasileiros”, afirmou Maria Fernanda Ramos Coelho, presidenta da instituição.

O bom resultado do início do semestre deste ano se deve também ao Feirão Caixa da Casa Própria, que passou por 13 cidades Brasileiras e movimentou R$ 8,4 bilhões.

Fonte: Ribeirão Online
 


 

Inflação do aluguel desacelera na 2ª prévia de julho, aponta FGV.

 
IGP-M registrou variação de 0,03%.
Preços no atacado e varejo tiveram queda.

O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), usado para reajustar a maioria dos contratos de locação, registrou variação de 0,03% na segunda prévia de julho, conforme informações divulgadas nesta terça-feira (20) pela Fundação Getulio Vargas (FGV). No mês anterior, considerando o mesmo período, a variação foi de 1,06%.

Na segunda prévia, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) teve variação negativa de 0,01%. No mesmo período do mês anterior, a variação foi de 1,37%. A taxa de variação dos bens finais avançou de -0,49% para -0,20%. Já a do grupo bens intermediários passou de 0,88% em junho, para 0,02%, em julho.

Quanto ao índice de matérias-primas brutas, houve redução da variação, de 4,75% para 0,21%. Os produtos que exerceram maior influência para o resultado foram minério de ferro (de 32,61% para -0,73%), leite in natura (de 2,15% para -4,23%) e milho em grão (de 3,09% para -2,66%). Na contramão, ficaram mais caros cana-de-açúcar (de -4,60% para 0,61%), bovinos (de -0,49% para 1,73%) e algodão em caroço (de -4,35% para 6,10%).

Segundo a FGV, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) teve variação negativa de 0,18% na segunda prévia de julho. No mesmo período do mês anterior, a taxa também foi negativa, de 0,20%. Ficaram mais caros dois dos sete grupos componentes do índice: alimentação (de -1,49% para -0,88%) e despesas diversas (de 0,21% para 0,60%).

Em sentido oposto, apresentaram quedas em suas taxas de variação os grupos de despesas com vestuário (de 1,09% para -0,03%), habitação (de 0,44% para 0,12%), educação, leitura e recreação (de 0,15% para -0,09%), saúde e cuidados pessoais (de 0,45% para 0,39%) e transportes (de -0,13% para -0,15%).

Construção

No segundo decêndio de julho, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou variação de 0,72%. No mês anterior, considerando o mesmo período, foi de 2,09%. Apresentou recuo a taxa do índice relativo a materiais, equipamentos e serviços, que passou de 1,04% em junho para 0,55%, em julho. O índice relativo ao custo da mão-de-obra registrou taxa de 0,91%. No mesmo período do mês anterior, foi de 3,21%.

Fonte: G1

 


 

sexta-feira, 2 de julho de 2010

 

Varandas "gourmet" se abrem para a classe média paulistana.

 
Varandas "gourmet" não são mais privilégio de lançamentos de alto padrão: passaram a ser uma aposta dos incorporadores em apartamentos para a classe média.



O ambiente, assim chamado por ter churrasqueira ou se ligar à cozinha, foi diferencial em mais de 20 mil unidades lançadas na cidade de São Paulo nos últimos três anos por cinco grandes construtoras do país --Brookfield, CCDI (Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário), Cyrela, Inpar e Rossi. A Gafisa não forneceu seus dados.

"Hoje, a varanda "gourmet" está presente em lançamentos de 49 m2 a 70 m2", dimensiona Maurício Barbosa, diretor de incorporação da CCDI. Há cinco anos, calcula, aparecia em unidades de 120 m2, em média.

Antes de se animar com os futuros churrascos, porém, o comprador deve se informar sobre o que está incluído no contrato de compra do imóvel. Churrasqueira, pia instalada e dutos de ventilação precisam ser discriminados.

"Entregamos alguns produtos com os itens instalados. Em unidades menores, deixamos a área preparada para receber uma churrasqueira a gás e a pia, com ponto de água", cita Barbosa.

O advogado Marcio Rachkorsky, especialista em condomínios, explica que é importante a menção a um duto de ar específico para o ambiente. "Sem ele, pode haver problema de fumaça nos andares superiores."

O comprador pode ter um desembolso extra para a varanda ser entregue equipada. Clientes da construtora M.Bigucci pagam cerca de R$ 6.000 para receber o terraço "gourmet" montado.

Para envidraçar a sacada e ampliar a área da sala, devem-se respeitar a convenção do prédio e a legislação, que proíbe derrubar paredes que separem os ambientes.

Fonte: Folha.com

 


 

Jardim impecável para a temporada de inverno.

 
O arquiteto paisagista Benedito Abbud dá dicas para cuidar das plantas e criar espaços aconchegantes para espantar o frio.



A vegetação é a grande preocupação no inverno, pois é quando algumas árvores abandonam suas velhas folhas. Se no verão é possível ter um espaço aconchegante e sombreado com as copas folhadas dos ipês, o mesmo ambiente ensolarado pode ser criado no inverno, quando os amenos raios de luz são prazerosamente bem-vindos.

De acordo com o arquiteto paisagista Benedito Abbud, muitas espécies aproveitam o clima frio para florescer e colorir a paisagem, como os ipês amarelo, rosa e branco, atraindo, beija-flores, borboletas e pássaros, o que aumenta suas chances de reprodução e perpetuação na natureza. Além disso, com a ausência de suas folhas, a luz do sol passa pelas copas e alcança o solo, enchendo-o de energia. Outras espécies também se dão bem no inverno e podem compor de maneira harmônica o jardim, tais como quaresmeira - que também floresce no começo do ano -, pata de vaca e mulungus (entre as árvores); primaveras e flor de São João (entre as trepadeiras); camélias, azaléias, gardênia e orquídeas olho-de-boneca (entre as flores).

Para desfrutar confortavelmente do jardim, a dica é criar lounges externos com sofás e mesas resistentes à chuva e dispostos de maneira semelhante à da sala de estar interna. Uma luz discreta e quente com o fogo das piras e até clareiras externas criam um clima gostoso e agradável para conversar e se aquecer junto à natureza.

No inverno, o jardim tem lugar garantido para toda a família: desde as crianças, que podem se divertir em uma casa na árvore rodeada por frutíferas, como jabuticabeira, caquizeiro, figueira, pessegueiro e pereira; até os animais de estimação, que podem aproveitar as horas de sol para brincar.

O ambiente da piscina também merece atenção, embora seja mais um lugar de contemplação do que de uso, nessa época do ano. De qualquer forma, é sempre bom manter o espaço harmônico, bonito e limpo, principalmente em relação à vegetação: as plantas menos indicadas para esse local são as de folhas miúdas e as caducas, já que caem no inverno. Por causa de suas características, elas acabam "sujando" a água, o que requer uma limpeza e manutenção mais frequentes.




Vale também estar atento à boa luminosidade do local onde estão as plantas e às regas moderadas no inverno, uma vez que a evaporação é menor e, portanto, demora mais para secar a terra. "Esses cuidados aliados a elementos e equipamentos empregados no jardim ajudam a compor a área externa, tornando-a mais aconchegante e acolhedora em meio ao clima frio", finaliza Abbud.

Fonte: Terra

 


 

Vendas de imóveis usados sobem mais no interior de São Paulo.

  No interior, em abril, foram vendidos 47,67% imóveis usados a mais do que em março. Média geral do Estado foi de 21,66%.

01/07/10, São Paulo, SP - As vendas de imóveis usados cresceram pelo quarto mês consecutivo no Estado de São Paulo, fechando abril com alta de 21,66% em relação a março. Das quatro regiões que compõem a pesquisa realizada pelo Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo) – capital; interior; cidades de Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Guarulhos e Osasco; e litoral – a maior alta foi registrada no interior do Estado. Lá, as vendas aumentaram 47,67%.

Na capital, em abril, foram vendidos 27,13% imóveis usados a mais do que em março e no ABCD, Guarulhos e Osasco, a alta foi de 2,78%. No Litoral, houve queda de 5,24%. "É natural e esperada essa queda, visto que as temperaturas mais frias do outono marcam o início da sazonalidade que caracteriza o mercado litorâneo entre o início e o fim da temporada de verão", justifica José Augusto Viana Neto, presidente do Creci-SP.

Viana ressalva que nesse período de entressafra imobiliária no litoral sempre ocorrem movimentos de compra por parte de investidores e famílias interessadas em ter casa na praia. "É um bom momento para se aproveitar porque a menor procura pode sempre facilitar as negociações de preços e condições de pagamento", diz.

Imóveis mais vendidos - As 1.530 imobiliárias consultadas pelo Creci-SP em 37 cidades venderam 1.379 imóveis, o que elevou o índice estadual de vendas de 0,7409 para 0,9013.

A preferência dos compradores foi por apartamentos, com 53,95% do total de imóveis vendidos. As casas ficaram com os restantes 46,05%.

Os imóveis mais vendidos no Estado se distribuíram em três grandes faixas de valor. Na capital, imóveis de valor superior a R$ 200 mil representaram 50,14% do total vendido. No litoral, a faixa líder em vendas - 56,25% dos negócios fechados - foi a dos imóveis com valor até R$140 mil.

No interior e nas cidades do A, B, C, D, Guarulhos e Osasco, os imóveis mais vendidos foram aqueles com preços médios até R$ 160 mil - representaram 55,01% e 51,09% do total de vendas, respectivamente.

Forma de pagamento - A maioria das vendas foi feita com financiamento bancário. Na capital, casas e apartamentos vendidos por meio do crédito imobiliário somaram 50,15% das vendas, acima dos 49,57% vendidos à vista. No interior, foram 63,5% financiados e 32,8% à vista, além da venda parcelada pelos proprietários (2,25%) e das feitas por consórcio (1,45%).

O financiamento teve papel de destaque nas cidades do A, B, C, D, Guarulhos e Osasco. Nessas regiões, 71,66% das vendas se deram por meio de crédito concedido pelos bancos, ficando as vendas à vista com 25,67% e as parceladas pelos donos dos imóveis com os restantes 2,67%.

Só no Litoral as vendas à vista superaram as feitas por crédito bancário: 53,37% contra 46,11%, e 0,52% que foram vendidas com pagamento parcelado pelos proprietários.

As 37 cidades abrangidas pela pesquisa foram: Americana, Araçatuba, Araraquara, Bauru, Campinas, Diadema, Guarulhos, Franca, Itu, Jundiaí, Marília, Osasco, Piracicaba, Presidente Prudente, Rib eirão Preto, Rio Claro, Santo André, Santos, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, São Carlos, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo, Sorocaba, Taubaté, Caraguatatuba, Ilhabela, São Sebastião, Bertioga, São Vicente, Peruíbe, Praia Grande, Ubatuba, Guarujá, Mongaguá e Itanhaém.

Fonte: Imóvelweb



 


 

quarta-feira, 30 de junho de 2010

 

Redução da jornada de trabalho pode afetar valor do condomínio.

 
Redução da jornada de trabalho pode afetar valor do condomínio
Diretor de condomínio da Aabic, Omar Anauate, destaca os malefícios do novo código, que ainda está em apreciação no plenário

O valor do condomínio pode subir mais de 10% nos próximos meses. E o motivo não inclui melhorias na qualidade do serviço, do conforto ou qualquer outro benefício. O reajuste é valido apenas para que as empresas estejam legalizadas. Isso porque o Projeto de Emenda Constitucional (PEC 231) que tramita na Câmara dos Deputados pretende reduzir a jornada de trabalho de 44 horas semanais para 40 horas. A nova lei deve atingir em cheio os custos operacionais de condomínios residenciais e comerciais.

"As empresas terão que se adaptar, cortando postos de trabalho, alterando seu orçamento e suas rotinas, negociando com seus funcionários e consumidores, uma vez que os custos (e preços) também serão afetados. E, geral, as empresas são ágeis e não apenas sabem, mas têm a necessidade de tomar decisões objetivas para garantir seus resultados. Já pressionadas pela qualidade decrescente da educação e da mão-de-obra brasileira, pela pressão da carga tributária e pela exigência cada vez maior dos clientes, por qualidade a baixo custo (equação de dificílima solução), para as empresas este será apenas mais um obstáculo a ser superado", destacou Omar Anauate, diretor de condomínios da Aabic.

A mudança parece pequena por tratar apenas de quatro horas, mas quando aplicada fará uma grande diferença. "Em média 50% das despesas condominiais mensais são destinadas ao pagamento da mão de obra interna, como porteiros, zeladores e faxineiros", observou o diretor. Quando as novas regras forem obrigatórias, os funcionários não poderão trabalhar mais que seis horas e quarenta minutos por dia, em escala 6x1.

Enquanto algumas empresas contratarão novos funcionários para preencher turnos em aberto oferecendo novas vagas no mercado de trabalho, outras tentarão solucionar o problema fazendo um acordo empregatício a fim de não pagar hora extra, já que o valor delas também deve ser aumentado de 50% para 75% sobre o custo da hora normal.

Os condomínios planejam alternativas enquanto a aprovação do projeto ainda não foi definida. O requerimento foi apresentado pelo Deputado Dagoberto (PDT – MS) e a emenda esta sujeita a apreciação do Plenário desde o dia 12 de maio de 2010.

Fonte: AABIC - Associação das Administradoras de Bens Imovéis e Condomínios de SP
 


 

SP aprova sobretaxa para imóvel vazio.

  A Câmara de São Paulo aprovou ontem projeto de lei que eleva progressivamente a alíquota do IPTU e permite desapropriar imóveis sem uso ou subutilizados em quase toda a região central e em cerca de 700 áreas destinadas a moradias populares.

O projeto abrange terrenos sem construção e imóveis vazios ou com área utilizada inferior a 20% do total.

A medida tem dois objetivos: possibilitar a construção de moradias populares nas chamadas Zeis (zonas especiais de interesse social) e a ocupação de imóveis subutilizados na região central.

Os donos dos imóveis terão de dar a eles a função prevista no Plano Diretor de 2002: se a área for de zona mista (residencial e comercial), deverão ter ao menos 20% de ocupação; se for Zeis, abrigar moradias populares.

Caso o projeto vire lei, os proprietários serão notificados e terão um ano para se adaptar (apresentar projeto para ocupação do imóvel, construção ou parcelamento do terreno). Se isso não ocorrer, a prefeitura irá dobrar anualmente a alíquota do IPTU, até o teto de 15% -hoje, a alíquota máxima é de 1,8%.

Após cinco anos de notificações, a prefeitura pode desapropriar o imóvel indenizando o proprietário com títulos da dívida pública, que serão pagos em até dez anos.

Tanto a progressividade no tempo quanto a desapropriação com títulos públicos são instrumentos previstos no Estatuto da Cidade, que entrou em vigor em 2001.

A proposta foi apresentada pelo vereador José Police Neto (PSDB), líder do prefeito Gilberto Kassab (DEM), que deve sancioná-lo. "Não é um projeto do vereador, é do prefeito, que o apoia desde sua apresentação", disse Police.

O projeto teve o voto favorável dos 45 vereadores presentes - a Câmara tem 55.

Mais imóveis

A estimativa da prefeitura é que o novo instrumento libere até 250 mil imóveis para o mercado e possibilite assentar 1 milhão de pessoas.

Para Eduardo Della Manna, diretor-executivo do Secovi-SP (sindicato da construção civil), a nova ferramenta vai permitir que os proprietários ofereçam seus imóveis de forma mais rápida ao mercado imobiliário.

"Muitos seguram seus imóveis esperando uma valorização. Isso é muito ruim para o mercado imobiliário, ainda mais na atual fase, com muito crédito na praça."

Segundo ele, há um interesse especial na viabilização dos chamados retrofits -reformas e adequações de prédios antigos- no centro.

Ele diz que esse tipo de investimento hoje é inviável porque os proprietários pedem valores altos pelos imóveis, o que afasta o mercado.

"Esses proprietários terão cada vez menos interesse em manter esses imóveis."

A arquiteta e urbanista Raquel Rolnik disse que a iniciativa demorou, já que era prevista no Estatuto da Cidade. "Esperamos nove anos."

Mesmo assim, elogia. "Hoje, não há elementos para induzir a função social da propriedade." Para ela, a lei vai ajudar a expandir o programa Minha Casa, Minha Vida.

Fonte: JusBrasil


 


 

terça-feira, 29 de junho de 2010

 

4 imóveis são vendidos por hora em SP.

 

A cada 60 minutos, quatro apartamentos novinhos em folha são vendidos na cidade de São Paulo. Isso significa que, ao fim da leitura dessa reportagem, pelo menos um imóvel terá sido comercializado. Nunca se vendeu tantos apartamentos assim - é como se a capital construísse um município de Ribeirão Pires anualmente, algo inédito nas pesquisas do Sindicato da Habitação (Secovi-SP).

Inédito, ok, mas não sem explicação. Por trás desse mar de prédios e do volume de vendas 75% maior do que no ano passado, há um exército de profissionais especializados em descobrir e entender os hábitos dos paulistanos, seus desejos e suas ambições. Da “antropologia de mercado” à “filosofia imobiliária”, eles sabem direitinho a fórmula para imóveis dos mais diferentes preços e metragens venderem como pãozinho fresco.

Os próprios empresários do setor repetem como um mantra: “em São Paulo, não há o direito de errar”. É por isso que, inúmeras vezes, os prédios parecem seguir uma tendência, como se saíssem de uma linha de montagem - hoje são os edifícios sustentáveis, ontem eram os condomínios-clubes, os prédios com nomes em francês, terraços gourmets, fitness centers… Do nome do empreendimento às ilustrações dos folhetos, passando por maquetes que podem custar R$ 1 milhão, folders que custam o preço de um livro de arte e até desfiles da marca Dior em estandes de vendas, tudo é absolutamente pensado e repensado para fisgar o paulistano.

Quer vender casa em condomínio fechado? Fácil, ensinam os especialistas em marketing imobiliário, coloque cachorros nos folhetos, muitos e muitos cachorros. Pretende vender rapidamente apartamento nos Jardins? Então coloque jovens solteiros nas propagandas. Está difícil vender empreendimento de alto padrão no bairro da Barra Funda? Tudo bem, é pegar emprestado o nome da vizinha Água Branca que tudo fica bem mais simples.

“Você tem de criar uma filosofia que fale diretamente com o comprador”, diz Fábio Rossi Filho, diretor da Itaplan Imóveis. “Tudo precisa ser pensado, porque um empreendimento demora cinco anos para sair do papel. Você também precisa entender o bairro, saber quem mora lá e como são os outros prédios, porque não dá para inventar do zero, é preciso seguir o que já existe e dá certo. Se você vai fazer um prédio em um bairro residencial, tem de criá-lo direcionado para a família, colocar muito lazer, casais nos folhetos… Se for em bairros com mais bares, como a Vila Madalena, o ideal é colocar só jovens nas propagandas e exaltar algum diferencial da arquitetura do prédio. É aquele velho ditado: diga-me com que andas que te direi quem és.”

DOS JARDINS À MOOCA E AO TATUAPÉ, CADA REGIÃO TEM SEU ALVO - Contratado para desovar um estoque de apartamentos de 315 m² no Condomínio Central Park Prime, o publicitário Bob Eugênio, há 20 anos no mercado imobiliário, parou o Tatuapé.

Em um acesso de criatividade, recrutou 25 decoradores do bairro e montou a 1ª Mostra de Decoração e Design Central Park Prime. Chamou Amaury Jr. para cobrir o evento, alugou Lamborghinis para transportar os convidados e promoveu um desfile do estilista Ricardo Almeida. “Mais de oito mil pessoas passaram por ali em 60 dias”, conta.

Anteriormente, em um estande de lançamento no Jardim Paulista, Eugênio já tinha organizado um desfile da Dior.

Estratégias de marketing como essa buscam a criação de marcas que se diferenciem no acirrado mercado imobiliário paulistano e agreguem status aos produtos. As 8.500 incorporadoras, construtoras e empreiteiras que atuam na cidade investem aproximadamente.

R$ 1,5 bilhão em estratégias de marketing por ano. Em média, de 4% a 6% do valor geral de vendas (VGV, que representa a soma de todas as unidades comercializadas) de um lançamento vai para as ações de marketing - trocando em miúdos, um empreendimento de R$ 50 milhões, por exemplo, terá algo em torno de R$ 2 milhões investidos em propaganda.

“Toda a região de São Paulo tem um modelo bem-sucedido”, ensina Elbio Fernández Mera, vice-presidente de Comercialização e Marketing do Secovi-SP, com 42 anos de experiência no setor. “Por exemplo, não dá para vender apartamento com cozinha pequena na Mooca. Lá é preciso fazer unidades com cozinhas grandes, mesmo que você tenha de diminuir os quartos. Já nos bairros mais verdes, como perto do Parque do Ibirapuera, você precisa colocar uma boa varanda e na propaganda exaltar isso. Nos Jardins, você tenta ir atrás dos descasados. Se for em Santana, fala-se que é perto da Cantareira. E no Tatuapé ou Anália Franco, basta colocar muito luxo nas propagandas.”

Fonte: Zap Imóveis


 


 

Disney lança casas de veraneio de luxo.

 
Imóveis de até 8 milhões de dólares serão construídos dentro do parque da Flórida.


Área de bares e restaurantes da Disney: casas de Veraneio serão construídas dentro do complexo.

São Paulo - O conglomerado de mídia e entretenimento The Walt Disney Company anuncia hoje (23/6) a primeira incursão da empresa no mercado imobiliário de luxo. Trata-se do lançamento de projetos de casas de veraneio que serão construídas dentro do complexo Disney, na Flórida, a preços que variam de 1,5 milhão dólares a 8 milhões de dólares. As informações são do americano The Wall Street Journal.

Estrear no ramo imobiliário nessa região pode ser arriscado, segundo o WSJ. Isso porque as taxas de execuções hipotecárias na Flórida, este ano, continuam entre as mais altas nos Estados Unidos. Em Orlando, os agentes imobiliários dizem que os valores dos imóveis residenciais caíram entre 50% e 60% de seu valor máximo. Os preços dos imóveis de luxo na Disney estariam no topo dessa faixa de preço de mercado.

Porém, a companhia considera que o mercado imobiliário de luxo nos Estados Unidos está em recuperação. Apesar de nos últimos anos criar serviços especiais de degustação de vinhos e passeios para parques aos visitantes de melhor poder aquisitivo do parque, "ainda há muito o que oferecer a esse tipo de público", afirma Matt Kelly, diretor de desenvolvimento de produtos imobiliários da Disney.

Um dos imóveis de luxo construídos no complexo, e que segue a linha dos projetos que a Disney apresentará ao mercado, é o Golden Oak. A previsão é de que o local, construído em 392 hectares, com dois campos de golfe dentro dos 104 quilômetros quadrados dos parques temáticos de Orlando, também reúna ainda um hotel com 445 quartos para hospedar os clientes por todo o ano.

O hotel será construído no centro do complexo Disney. Também há planos de construir um clube, com parques e ofertas de passeios em áreas preservadas, que representam cerca de metade da área do projeto.

Ricos na mira da Disney

O projeto no Golden Oak vai testar se o Walt Disney World é atraente o suficiente para fazer com que consumidores de melhor poder aquisitivo invistam em imóveis dentro do complexo. Mas o teste será limitado: menos de 30 lotes estarão à venda neste ano, e a estimativa é que as casas sejam construídas até 2011. Não há planos para a venda de outros futuros lotes de casas na região.

O tamanho dos terrenos vendidos nessa primeira fase vai variar de mil a três mil metros quadrados. Embora os compradores possam contratar seus próprios arquitetos, a Disney exige que os materiais da área externa das casas sejam escolhidos pelas construtoras, e que os estilos arquitetônicos das casas sejam previamente aprovados pela companhia.

Em Celebration, região de quase 2.000 hectares desenvolvida ao lado dos parques temáticos da Disney, em Orlando, foi promovido na década de 90 um novo modelo de vida em uma cidade pequena. O local foi projetado para abrigar pessoas de diferentes classes sociais, onde pessoas que alugam apartamentos por 600 dólares ao mês convivem harmonicamente com outras que pagam de 185.000 dólares a 4 milhões de dólares por uma casa de luxo. A companhia está desenvolvendo ainda um projeto comercial para ampliar o número de casas vendidas no local - atualmente há 6.000 casas na região.

A previsão é de que a Disney conclua as obras do Golden Oak em até dez anos. Compradores interessados no primeiro lote, disponível a partir de hoje (23/6), devem depositar 25.000 dólares para entrar numa lista de reserva e, quem sabe, comprar uma casa de luxo dentro do maior complexo de entretenimento e mídia do mundo.

Fonte: Portal Exame



 


 

Inflação do aluguel sobe com menos intensidade em junho.

  Taxa atingiu 0,85% no mês e foi inferior à registrada em maio

O Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), adotado para corrigir a maioria dos contratos de aluguel, atingiu 0,85% em junho, taxa ligeiramente inferior à registrada em maio (1,19%).

O levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) indica que o IGP-M acumula alta de 5,68%, de janeiro a junho deste ano, e de 5,17%, nos 12 meses fechados em junho.

Os preços coletados entre 21 de maio e 20 de junho, comparados aos 30 dias anteriores, mostram que houve deflação de 0,18% no Índice de Preços ao Consumidor (IPC) , um dos três componentes do IGP-M.

Nos outros dois, os preços subiram, na média, mas com intensidade menor do que em maio. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) atingiu 1,09% ante 1,49% e o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) passou de 1,77% para 0,93%.

Fonte: Agência Brasil



 


 

quarta-feira, 16 de junho de 2010

 

A iluminação certa para cada ambiente da casa

  Espaço mal iluminado pode causar desconforto e maior cansaço visual ao longo do dia.

Quando se trata de luz, não existe certo ou errado, mas sim o efeito mais adequado para cada ambiente e situação. Algumas aplicações trazem melhores resultados no interior das residências do que outras. Para ajudar a decidir qual é a melhor opção em cada ambiente da casa, a arquiteta Cláudia Capello Antonelli, gerente de produtos da Osram, dá algumas dicas:

Sala de estar: Pelo fato de ser um dos ambientes mais frequentados em uma casa, a sala deve contar com iluminação agradável e flexível, capaz de ser alterada de acordo com cada situação. O primeiro passo é estabelecer a luminosidade geral para o ambiente. Neste caso, a sugestão é utilizar luz direta por meio de arandelas, lustres, pendentes, colunas ou abajures de cúpula translúcida, que iluminam de maneira agradável; ou indireta com o uso de sancas, evitando, assim, o ofuscamento. O segundo passo é a criar uma iluminação de destaque para realçar itens importantes da decoração, como quadros ou objetos de cristal em estantes. Nesse caso, podem ser utilizadas luminárias embutidas orientáveis com lâmpadas halógenas, de modo a proporcionar uma superfície iluminada, mas é importante evitar a instalação sobre sofás e assentos, para não causar desconforto por ofuscamento direto.

Sala de TV: É importante cuidar para não haver ofuscamento direto ou indireto na tela. Para isso, é necessário utilizar iluminação linear de forma assimétrica, ou seja, centralizada no teto, além de um sistema que embute a luz no piso para iluminação de encaminhamento. Para esse ambiente não há necessidade de muita luz, apenas o necessário para a circulação.

Cozinha: Utilizar ao máximo a luz difusa para evitar reflexo, principalmente no piso. No plano de trabalho, na bancada da cuba e nas áreas de apoio, a iluminação pode ser instalada na base dos armários, com lâmpadas halógenas embutidas. Para a iluminação geral podem ser utilizadas lâmpadas com temperatura de cor fria (aparência branca azulada), pois estimulam a atenção para evitar os pequenos acidentes domésticos.

Banheiros: É importante ter cuidado com a iluminação de espelhos, por isso é fundamental o uso de luz difusa, posicionada nas laterais ou sobre eles. Lâmpadas que geram pontos focais direcionados não são recomendadas, pois ocasionam sombras. Lâmpadas fluorescentes tubulares com elevado índice de reprodução de cores podem ser utilizadas embutidas com difusores em acrílico ou vidro leitoso, emitindo uma luz uniforme e sem ofuscamento.

Dormitórios: A iluminação deve ser geral, difusa, uniforme e com bom controle de ofuscamento. É interessante prever uma iluminação de cabeceira, com luminárias em cima do criado-mudo. Esta luz pode ser indireta por meio de uma sanca ou nichos iluminados também chamados de cortinas de luz. Para os dormitórios a temperatura de cor ideal é de até 3000K (luz “quente”, de aparência amarelada), pois causam a sensação de relaxamento e conforto aos usuários.

É importante que o consumidor atente-se, também, à potência consumida de cada lâmpada e escolha produtos de procedência confiáveis.

Fonte: Terra


 


 

Proposto uso do FGTS para adaptar casas de pessoas com mobilidade reduzida.

  A maioria das nossas moradias é inadequada, diz autor do projeto, e lembra que necessidades especiais podem surgir a qualquer tempo.

Brasília, DF - “A maioria das nossas residências não foi construída tendo como realidade, por exemplo, um filho que nasce com necessidades especiais”, argumenta o senador Jayme Campos (DEM/MT) em defesa de projeto de lei de sua autoria, propondo a liberação do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), para que as pessoas com problemas de mobilidade possam adequar as residências às suas condições físicas.

No seu apelo em defesa do projeto, o senador enfatiza que o benefício maior será para famílias de baixa renda, às quais são proibitivos os custos de adaptação de moradias para atender problemas de mobilidade. Campos lembra que dificuldades de locomoção podem surpreender um trabalhador, até então saudável, subitamente vitimado por causa que resulta em sequelas permanentes.

A liberação de saldo no FGTS, reforça o senador, permitirá a instalação de rampas, elevadores, barras de sustentação em quartos e banheiros, entre outros equipamentos.

“No tocante a situações especiais de saúde, o FGTS só é liberado quando o trabalhador ou algum de seus dependentes tem como destino certo a morte. Ou seja, o Estado só se faz presente quando a morte é certa! Este projeto visa a vida, autorizando ao Estado liberar o dinheiro que pertence ao próprio trabalhador, para que este promova a adequação de sua residência, em face da existência de necessidade especial, sua ou de seus dependentes”, considera o senador.

O Projeto de Lei do Senado (PLS) apresentado (quarta-feira, 09, junho) pelo senador Jayme Campos leva o número 174/2010, e acrescenta o Inciso XVIII ao Artigo 20 da Lei nº 8.036, de 11 de maio de 1990, que versa sobre a liberação de saldo no FGTS. O PLS encontra-se em análise pela Comissão de Assuntos Sociais.



 


 

As bases para a tranquila convivência em condomínios.

  Para solucionar problemas, presidente da Aabic recomenda conhecer as regras e utilizar as ferramentas disponíveis.

Conforme resume o vice-presidente da Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios (Aabic), Fabio Kurbhi, viver em uma propriedade comum, como o é o condomínio, prevê direitos e deveres para a conservação de áreas e bens, além da liberdade e do bem-estar daqueles que decidem viver em áreas que serão usufruídas em conjunto.

Embora o resumo represente o ideal, não é o que se vê na prática, ressalta Kurbhi, lembrando que, muitas vezes, os desentendimentos acabam ultrapassando os portões dos prédios, para chegar aos tribunais.

“Ao analisarmos as reclamações, é fácil perceber que poderiam ser evitadas com o conhecimento dos moradores sobre os regulamentos internos e a participação nas assembléias, fórum idealizado para a solução de conflitos e discussão de melhorias. Estes caminhos são muito mais fáceis e menos onerosos do que recorrer à justiça”, afirma o vice-presidente da Aabic.

A estrutura para os entendimentos - Kurbhi lista os três documentos básicos que orientam o funcionamento do espaço comum: a Lei do Condomínio (nº 4591/64 nº 10.406), a Convenção do Condomínio; e o Regulamento Interno, estes dois últimos específicos de cada edifício.

O vice-presidente da Aabic define a convenção de condomínio como sendo o instrumento necessário para que os moradores vivam em harmonia e segurança, e ainda, para que o espaço comum seja utilizado da melhor forma possível. “A convenção é a manifestação de vontade da maioria, que deve ser obedecida por todos os condôminos e fiscalizada pelo síndico”, diz Kurbhi.

Ele reforça que, na posse destas três ferramentas, os moradores se inteiram dos seus direitos e deveres, aprendem como os fazer valer e a evitar batalhas judiciais desgastantes.

“O objetivo disso tudo é um só: garantir o equilíbrio social daqueles que adotam o condomínio como uma opção de vida segura e tranquila”, explica o vice-presidente da Aabic, A seguir, na forma de perguntas e respostas, Kurbhi tira dúvidas sobre o funcionamento dessas ferramentas de regulação dos condomínios.

Quem convoca a assembléia?
Essa é uma obrigação do síndico. A convenção do condomínio irá determinar o tipo de convocação a ser protocolada aos moradores. Em geral, utiliza-se a colocação de avisos em elevadores e na porta de entrada dos edifícios. Ainda, diante da omissão do síndico, as assembléias poderão ser convocadas por 1/4 dos condôminos.

A assembléia pode ser realizada sem essa convocação a todos os condôminos?
É essencial para a validade das deliberações da Assembléia Geral a convocação de todos os condôminos ou pessoas a eles equiparadas (artigo 1.354 do Código Civil), sob pena de acarretar a nulidade da reunião. Assim, embora a assembléia possa ser realizada, o condômino que não tiver sido convocado poderá questionar as deliberações decididas, inclusive judicialmente.

As decisões tomadas em assembléia podem ser aceitas mesmo que conflitem com a Convenção do Condomínio?
Não. A Convenção do Condomínio traz o regramento da vida condominial, os princípios básicos a serem seguidos naquele edifício e a assembléia deve respeitá-los.

Isto porque a convenção condominial é a lei interna do edifício e, como tal, de obediência obrigatória por todos os seus ocupantes. Todas as demais disposições, tais como, as decisões das assembléias, só possuem eficácia jurídica na medida em que se ajustarem à convenção e jamais quando com ela conflitarem.

Havendo interesse dos condôminos, pode-se alterar a convenção condominial, em assembléia especialmente convocada para tanto, com a aprovação de 2/3 dos votos do total dos condôminos. As decisões contrárias à convenção podem ser modificadas por outra Assembléia ou mediante ação judicial.

Caso o síndico não convoque a assembléia, os moradores podem fazê-lo?
Sim, desde que haja quorum mínimo de ¼ dos condôminos, que devem assinar o edital de convocação.

Os inquilinos podem votar em assembléia?
A possibilidade de o inquilino votar em assembléia, concedida na legislação anterior, é vedada no atual Código Civil, o qual contempla direito e obrigações ao proprietário do imóvel – condômino, assegurando-lhe a possibilidade de outorgar poderes a quem achar de direito, salvo disposição contrária em convenção.

Assim, embora, na prática, o locatário tem sido admitido nas reuniões assembleares a fim de tratar de questões relativas às despesas ordinárias e a controvérsias de vizinhança, pelo disposto no Código, entendemos que ao locatário não é possível a participação e deliberação assemblear sem a outorga de poderes.

O síndico tem direito a voto?
Essa é uma disposição que deve ser prevista na Convenção do Condomínio, e deve levar em consideração se o síndico é condômino. Deve-se observar o bom senso de o síndico não votar em temas que estejam relacionados às suas funções, para que não vote em causa própria.

E os inadimplentes, têm direito a voto?
Essa não é uma questão de fácil solução. Assim, em que pese a lei, proibir o condômino inadimplente de participar e votar nas assembléias, em determinadas situações, tal restrição não se mostra razoável.

É o que ocorre nas deliberações que exigem a unanimidade dos condôminos para determinadas aprovações. Admitir de modo diferente impossibilitaria a tomada de algumas decisões em decorrência da inadimplência de um ou alguns condôminos, o que não se coaduna com a vida condominial.

Outra situação que podemos destacar é o sorteio de vagas de garagem. Assim, admitir a não participação do inadimplente no sorteio de vagas de garagem, certamente lhe causaria efetivos prejuízos, em razão de o mesmo ser contemplado com as vagas remanescentes e de localização menos favorecidas, contrariando o critério do justo e equânime que fundamentam a realização do referido sorteio.
O ideal é que a convenção condominial disponha expressamente acerca dos direitos do inadimplente.

Quanto a prestação de contas apresentada pelo síndico já tiver sido aprovada em assembléia, ainda assim um condômino pode questioná-la?
Não. Caberia a ele o comparecimento à respectiva assembléia, para sanar dúvidas quanto ao resultado das contas do período. Isto porque a Assembléia Geral é a destinatária das contas, e; sua aprovação equivale a uma quitação oponível a todos os condôminos.

Caso o condômino não compareça à assembléia, como pode se informar sobre as deliberações da reunião?
Normalmente, a convenção condominial prevê o direito dos condôminos serem informados pelo síndico nos oito dias posteriores à realização da assembléia, especialmente no que diz respeito à previsão orçamentária e rateio de despesas. Para maior publicidade é sempre conveniente que o resultado da deliberação assemblear seja afixado em lugares visíveis, tais como elevadores, garagem etc.

Como um condômino pode pleitear a realização de uma assembléia extraordinária?
O condômino interessado pode solicitar ao síndico para que este convoque a assembléia ou, ainda, poderá convocá-la juntamente com outros condôminos, desde que representem ¼ no mínimo do condomínio, finaliza o vice-presidente da Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios (Aabic), Fabio Kurbhi.

Fonte: Imóvelweb


 


 

Concorrência predatória ameaça administradoras condominiais.

 
Tema é abordado pelo Secovi/SP às vésperas de encontro para regulamentar o setor.

São Paulo, SP - "Como apresentam preços mais convidativos - neles não estão embutidos os custos inerentes à competência e à atuação responsável, (empresas despreparadas) acabam ganhando mercado, exercendo predatória concorrência com as administradoras de fato e, pior, prejudicando inúmeros clientes iludidos pelo fator preço". A colocação é do vice-presidente de Administração Imobiliária e Condomínios do Sindicato da Habitação em São Paulo (Secovi/SP), Hubert Gebara.

De acordo com Gebara, a incompetência não se limita às novas administradoras. "Outras prestam um desserviço às pessoas e, principalmente, comprometem a imagem do setor, no qual se inserem sem maiores preocupações ou respeito à atividade", alardeou.

Gebara afirma que "a única forma de romper com esse estado de coisas é a autorregulamentação das empresas especializadas em administração condominial. "Precisamos definir caminhos para assegurar aos nossos clientes serviços pautados pela excelência, permitindo que possam separar o joio do trigo. Não há mais como adiar essa tomada de decisão", disse o sindicalista da esfera patronal.

A autorregulamentação do setor condominial vem sendo objeto de discussões em âmbito nacional. Dirigentes do Secovi/SP acreditam que o assunto terá "avanço decisivo" durante a realização do Encontro Nacional da Construção (Enacon 2010), a ocorrer neste mês (junho), na cidade de São Paulo.

Mercado atrativo - A previsão para o mercado paulistano, feita pelo próprio Secovi/SP, é a de que 37 mil novas unidades residenciais devem ser comercializadas em 2010, sendo a maioria de apartamentos.

Para efeito de projeção, considerando a média de 80 unidades por edifício, a estimativa do Secovi/SP permite concluir que, no médio prazo (quando as unidades forem entregues à moradia), a capital paulista ofertará por volta de 500 novas oportunidades para o setor de administração de condomínios. Sem contar os proprietários que, individualmente, necessitarão contratar administradoras para cuidar dos seus bens imobiliários (investidores, por exemplo).

O cenário, diz o Secovi/SP, também desperta interesse em profissionais que desejam trabalhar num mercado caracterizado pela perenidade. "Os condomínios não saem do lugar e estarão sempre a exigir os serviços de uma administradora", enfatiza Gebara.

Para o Enacon 2010, que acontecerá nos próximos dias 17 e 18 (junho) na sede paulistana da entidade, o Secovi/SP conta com a participação de empresários e profissionais de diversas localidades.

"A partir do evento, teremos um novo instrumento de seleção a disposição de síndicos e demais interessados; um divisor de águas que vai reescrever a história de nosso setor", conclui o vice-presidente de Administração Imobiliária e Condomínios do Secovi/SP, Hubert Gebara.

Em tempo: permanece impasse entre o Secovi/SP e o Sindicato dos Condomínios e Edifícios Comerciais, Mistos, Horizontais e Verticais de São Paulo e Região (Sinconedi), em que o primeiro questiona a legitimidade da figura jurídica do segundo.

Fonte: Terra

 


 

Ribeirão Preto já comercializou 770 lotes do loteamento Alphaville.

 
A AlphaVille Urbanismo já comercializou 770 lotes do AlphaVille Ribeirão Preto com a abertura de vendas da segunda fase do empreendimento, no dia 12 junho. Até agora, o VGV (Volume Geral de Vendas) gerado pelo negócio é de R$ 165 milhões.

Resultados de destaque no setor. Segundo estatísticas do mercado imobiliário local, o número de lotes vendidos até o momento pelo AlphaVille Ribeirão Preto desde o seu lançamento, em poucos dias de comercialização, já alcança a média de lotes vendidos por todo mercado de Ribeirão Preto durante um ano.

A abertura da segunda fase de vendas do empreendimento, que colocou à disposição dos compradores 303 lotes residenciais, com área de 540 m² em média, contou com a presença de ilustres compradores, como Cláudia Colucci, a Cacau do Big Brother Brasil 2010.

Faltam poucos lotes residenciais para encerrar a segunda fase de comercialização do AlphaVille Ribeirão Preto. Os interessados devem procurar as imobiliárias credenciadas.

Fonte: Ribeirão Preto Online

**Santa Maria Imobiliária Fones: (16) 36202000 - Loja Fiúsa, (16) 40095555 - Loja Diederichsen e (16) 35161616 - Loja Nove.


 


 

Reforma cria reduto para cozinhar e receber.

 
Apartamento modificado apresenta soluções para aproximar o gourmet dos convidados:

O prazer de criar pratos e quitutes na companhia de parentes e amigos foi valorizado na área social, de 100 metros quadrados, deste apartamento de cobertura, no bairro Bela Vista, em Porto Alegre. No projeto de atualização assinado pela engenheira civil e decoradora Rosane Dulinski, com a colaboração da arquiteta Karen Alves, o espaço ganhou aconchego e contemporaneidade com a adição de uma ilha de cocção, nova pintura e o uso de painéis.

– Depois de realizar um curso de gourmet, o proprietário queria um ambiente acolhedor e moderno, onde ele pudesse cozinhar e receber bem. Então, trocamos a cor terracota pelo atual fendi nas paredes, trabalhamos com painéis de madeira para aquecer e criamos uma gourmeteria, com cooktop, forno e coifa – revela Rosane.



Com revestimento padrão louro-freijó escovado, a estante do home theater foi mantida após a recente reforma. Vazado, o móvel revela o tom fendi eleito para as paredes da área de convívio. As poltronas de fibra natural da decoração anterior ganharam estofamento novo em chenile preto para compor com o sofá de mesmo tom

Durante a obra, finalizada em três meses, o piso de porcelanato marfim cedeu lugar ao modelo branco altobrilho. O material agregou sofisticação ao espaço social, em parceria com a pintura em tom fendi das paredes.

Demolido o balcão-bar que isolava a área da churrasqueira, a profissional criou uma ilha gourmet. Com tampo de granito verde-ubatuba, e armário em melamina branca, a estrutura acolhe forno elétrico e cooktop. A instalação de uma coifa, isolada com algeroz no telhado para evitar infiltrações, agregou estilo e praticidade à gourmeteria, ao iluminar o setor de cocção e evitar a propagação de fumaça e gordura.



No lugar do antigo balcão-bar, a estrutura com tampo de granito verde-ubatuba e armário em melamina branca compõe a ilha de cocção. Instalada acima do cooktop, a coifa de aço inox é fixada pelo telhado e pela falsa viga da mesma madeira dos painéis.



Para oferecer maior conforto e ampliar o número de comensais, a decoração do jantar recebeu novo mobiliário. Acompanhada de cadeiras de camurça sintética e duas de fibra natural, nas cabeceiras, a majestosa mesa de madeira de demolição oferece até dez lugares para os convidados do chef. O antigo lustre de ferro, com a adição de pantalhas de tecido, ganhou nova roupagem para se adequar à ambientação do espaço social.



Antes marcado pela parede em tom terracota e pelos estofados em bege e floreado, agora o estar é ambientado por sofás de couro preto e de chenile off-white (quase branco).



Entrou também na composição o painel de madeira pinho canadense escurecido, recurso que aquece o visual do ambiente. O material reveste os pilares e a parede ao lado da mesa de jantar que anteriormente apresentava uma pequena janela.

Fonte: Casa&Cia- Zero Hora

 


 

Caixa terá correspondentes imobiliários.

  A Caixa Econômica Federal fecha, a cada dia, 4,3 mil novos contratos de financiamento imobiliário, média de dois em cada uma das agências espalhadas pelo país. Os números começam a se aproximar do limite operacional da instituição e a pressionar a capacidade de originação. Para evitar que haja um gargalo, a Caixa começa a colocar em prática um novo modelo de correspondente imobiliário para desafogar a rede.

Em parceria com imobiliárias, o banco criou um padrão de atendimento semelhante ao usado no financiamento de veículos. A ideia é que o comprador vá até o ponto de venda, preencha uma ficha, que é enviada à Caixa, e receba a aprovação de crédito em até 48 horas, tempo bastante inferior à média atual, de 20 dias.

“Queremos oferecer o crédito nos locais em que o cliente procura pelo imóvel”, afirma Jorge Fontes Hereda, vice-presidente de governo da Caixa. Atuando junto às empresas, a oferta dos empréstimos se estende além do horário dos bancos. “A compra de um imóvel é uma decisão familiar e precisa funcionar sábado e domingo.”

A Caixa não é a primeira a buscar esse canal alternativo. O Itaú já faz isso, em parceria com a Lopes, assim como a BM Sua Casa, da Brazilian Mortgages.

A Caixa terá uma rede própria de correspondentes, basicamente por meio de acordos com imobiliárias. O Panamericano, banco em que a Caixa adquiriu participação no ano passado, também vai atuar como seu agente a partir de julho, com suas 200 lojas próprias.

Com os correspondentes, a Caixa espera aumentar a capilaridade e também a capacidade de originação. “Temos limites nas agências e também não podemos direcionar a rede exclusivamente para habitação”, disse Hereda. A Caixa cresce a uma taxa bem acima do mercado. Até o dia 9 de junho, as concessões somam R$ 28,4 bilhões, volume superior a todo ano de 2008. A expectativa é fechar o semestre com volume contratado de R$ 30 bilhões. Como o segundo semestre é sempre mais forte, o volume poderia superar os R$ 60 bilhões no ano. O estoque total do sistema financeiro em crédito imobiliário é de R$ 100 bilhões.

Hereda enfatiza que nenhum dos critérios do banco será flexibilizado no processo. O correspondente fará apenas a entrada de dados do cliente no sistema. Toda avaliação de risco, da capacidade de pagamento e do imóvel continuam a cargo da Caixa. Esse tripé é considerado essencial para garantir a baixa inadimplência na habitação. “Não vamos negligenciar as análises”, afirma. “O novo modelo contribui para a redução de custos e agilização do processo, uma vez que toda a parte operacional foi repassada ao correspondente e não induz a retrabalhos por parte das unidades da Caixa”, diz Teotonio Costa Rezende, consultor técnico da área habitacional da Caixa.

A instituição já concluiu o projeto piloto em oito Estados, que incluem grandes centros como São Paulo e Rio de Janeiro, mas também polos menores, como Juiz de Fora, em Minas Gerais. Num primeiro momento, os correspondentes farão apenas operações relativas ao programa Minha Casa Minha Vida, já que os projetos são financiados pela própria Caixa, o que facilita a análise.

Fonte: Valor Econômico


 


 

Imóveis: venda financiada supera a à vista.

 
Pela primeira vez desde janeiro de 2005, as vendas de imóveis usados na capital com financiamento bancário superaram as vendas à vista em março. Levantamento do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-SP) aponta que 46,96% dos pagamentos foram feitos à vista ante 53,03% financiados.

Para o presidente do Creci-SP, José Augusto Viana Neto, o cenário é positivo. "Isso significa que há mais dinheiro no mercado e as pessoas têm possibilidade de adquirir imóveis mais adequados para suas necessidades", afirma.

Ele também acredita que a situação mostra uma "quebra de preconceito" em relação aos financiamentos, já que as pessoas tinham um pensamento que nunca iriam terminar de pagar a casa própria e demoravam muitos anos para concluir a compra de um imóvel. Segundo Viana Neto, a opção de pagamento está se consolidando a cada momento.

Além da oferta de crédito, o professor da Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras (Fipecafi), Silvio Paixão, aponta mais dois fatores que influenciam o aumento de financiamento de imobiliário.

"O consumidor está levando em consideração as taxas de juros que aparentemente estão baixas e também está mais confortável para se comprometer com uma dívida a longo prazo, além das boas perspectivas econômicas", diz.



De acordo com a pesquisa da Inteligência de Mercado da Lopes, que pretende captar a confiança do consumidor, o quesito que mais contribuiu para a evolução do grau de otimismo do comprador foi a avaliação sobre a Situação Econômica Brasileira, que em janeiro de 2009 era de 82 pontos e em maio de 2010 atingiu 122 pontos, alcançando o maior nível da série histórica.

A situação presente é positiva e a expectativa é ainda melhor para o futuro, o que mostra uma segurança do consumidor.

Fonte: Jornal da Tarde

 


 

segunda-feira, 31 de maio de 2010

 

Estabilidade econômica torna mercado imobiliário investimento seguro.

  A estabilidade econômica vivenciada atualmente pelo mercado doméstico torna cada vez mais seguro o investimento em imóveis residenciais,tanto quanto adquiridos como forma de poupança ou como fonte derendimento. A opinião é do vice-presidente do Instituto Brasileiro dos Executivos de Finanças (Ibef), Luiz Calado.

Segundo ele, o imóvel é um ativo que conjuga garantia com rentabilidade de forma constante, além de oferecer uma liquidez relativa, pois sempre haverá compradores dispostos a adquiri-lo. Além disso, trata-se de um bem que agrega valor de geração para geração e está no imaginário de todos que desejam a tão sonhada casa própria.

Mas, apesar de o mercado imobiliário estar superaquecido, batendo recordes de venda – a Caixa Econômica Federal, por exemplo, está oferecendo 450 imóveis no Feirão da Casa Própria, em 13 cidades do país – o advogado Pedro Lessi, especialista em direito imobiliário e do consumidor, alerta para a necessidade de alguns cuidados antes de fechar negócio, principalmente na compra de imóveis usados.

Na aquisição de imóveis antigos, por exemplo, o advogado sugere que o comprador seja cuidadoso e exija documentos como a certidão vintenária – para casos de imóveis com mais de 20 anos de construção – e também certidões pessoais das pessoas que foram proprietárias no período. Segundo ele, pode ocorrer casos de venda anterior a outra pessoa e, aí, a negociação vai parar na Justiça.

Mesmo na aquisição de imóveis novos, adverte Lessi, o comprador deve verificar se a empresa construtora recolheu a alíquota destinada ao Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), referente à obra. O comprador deve também solicitar a Certidão Negativa de Débito do imóvel e verificar se a hipoteca do terreno está regularizada. “O comprador deve sempre desconfiar na hora da compra”, mesmo quando a oferta tem a chancela da Caixa, diz o advogado.

A movimentação do mercado imobiliário pode ser contabilizada também a partir dos empréstimos concedidos pela Caixa para o setor. Só neste ano, o banco emprestou R$ 22,7 bilhões para a compra da casa própria – com dados atualizados até o último dia 10. O resultado alcança tudo o que foi destinado a operações de crédito habitacional em 2008, além de ser 123% superior aos R$ 10,18 bilhões contratados até o dia 10 de maio do ano passado.

De acordo com o vice-presidente de Habitação da Caixa, Jorge Hereda, a ampliação do crédito imobiliário ocorre para todos os segmentos, inclusive entre as faixas de maior renda. Ele lembrou que, no entanto,
a ênfase é dada ao programa Minha Casa, Minha Vida, destinado à população de baixa renda.

Fonte: Jornal do Dia


 


 

Financiamento de até 100% do valor do imóvel, com até 30 anos para pagar. Parece sonho, mas é verdade!

  A Carta de Crédito FGTS é uma linha de financiamento que utiliza recursos do FGTS, oferecendo subsídio uma única vez, para ajudar você a comprar a sua casa nova. Agora mais atrativa, conjugada ao Programa Minha Casa Minha Vida-PMCMV que tem parceria da União para concessão de subsídio.

Se você tem renda familiar de até R$ 4.900,00 e quer comprar um imóvel novo com habite-se expedido a partir de 26 de março de 2009, e ainda não habitado, poderá enquadrar-se no Programa Minha Casa, Minha Vida-PMCMV e obter as vantagens que ele oferece.

Limite de renda familiar

* De R$ 465,00 a R$ 4.900,00 - para financiamento de imóveis situados nos municípios integrantes das regiões metropolitanas dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, do Distrito Federal e Região do Entorno – RIDE/DF, nos municípios com população igual ou superior a quinhentos mil habitantes, e demais capitais estaduais e seus municípios limítrofes, que apresentem continuidade e integração territorias de suas áreas urbanas.
* De R$ 465,00 a R$ 3.900,00 - demais municípios

O encargo mensal não pode ser superior a 30% da renda familiar mensal bruta e ao resultado da análise de risco e apuração da capacidade de pagamento do cliente, efetuada pela CAIXA.
Limite de valor do imóvel

* Até R$ 130.000,00 – para Distrito Federal, capitais estaduais, municípios integrantes das regiões metropolitanas dos estados de SP e RJ e municípios com população igual ou superior a 1 milhão de habitantes;

* Até R$ 100.000,00 – para os municípios com população igual ou superior a 250 mil habitantes, municípios do Entorno do Distrito Federal – RIDE/DF e demais regiões metropolitanas;

* Até R$ 80.000,00 – para demais municípios.

O valor do imóvel corresponde ao valor venal, que é o maior dos valores entre a venda e a compra e a avaliação total do imóvel, considerado pronto pela CAIXA.

Fonte: http://www.caixa.gov.br/habitacao/aquisicao_residencial/novo/carta_cred_fgts/index.asp




 


 

Rejeitada anistia de dívida de financiamento imobiliário pelo SFH.

  Justificativa do relator é a de que o teor do PL não quantifica os eventuais beneficiados; e que a proposta não se limita aos mutuários de baixa renda.

31/05/10, Brasília, DF - O Projeto de Lei (PL) 1516/07, que propõe a anistia total das dívidas geradas por saldos de contratos assinados com o Sistema Financeiro da Habitação (SFH), no período compreendido entre 01 de janeiro de 1988 a 28 de julho de 1993, foi rejeitado pela Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara Federal.

De acordo com a legislação atual, o desconto é concedido apenas para os compromissos firmados até 31 de dezembro de 1987. São beneficiados os mutuários que amortizaram um total maior do que o valor do imóvel e, mesmo assim, ainda devem ao agente financeiro. A anistia da dívida ocorre por meio de "novação" antecipada dos contratos. O termo significa contrair junto ao credor uma nova dívida, que extingue e substitui a dívida anterior.

O PL rejeitado é de autoria do deputado Eduardo Valverde (PT/RO), e a rejeição foi recomendada pelo relator, deputado Fernando Chucre (PSDB/SP). Em defesa da recomendação, Chucre argumenta que não há uma estimativa do número de mutuários que seriam beneficiados; e nem a informação sobre quais são as camadas de renda às quais pertencem os propostas beneficiados. “Sem essa avaliação, corre-se o risco de criar um benefício para quem não necessita dele, impondo o ônus da medida à sociedade”, afirma.

Para reforçar a negativa, Chucre lembra que a legislação atual prevê outras faixas de desconto: 30% do saldo devedor sem limite da data de assinatura do contrato: ou 70% para os contratos assinados até 31 de março de 1998.

O relator acrescenta que o PL erra ao aplicar o desconto generalizado de 100%, “já que não é possível garantir que todos os contratos pertencem a mutuários de baixa renda”. O relator incluiu no veto os projetos apensados, 3339/08 e 3510/08, que propõem a extensão do benefício da novação com 100% de desconto para todos os contratos assinados até 31 de dezembro de 1994.

Após rejeitado na Comissão de Desenvolvimento Urbano, O PL 1516/07 será ainda analisado pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Imóvelweb

 


 

Aluguel atrelado ao IGP-M com aniversário em junho terá reajuste de 4,18%.

  Após longo período de deflação, índice mantém escalada de alta. Multiplique o valor do aluguel pelo fator de reajuste e saiba quanto você vai pagar após a correção.

Os aluguéis residenciais com reajuste anual atrelado ao Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) e aniversário em junho serão reajustados em 4,18%. Essa é a variação acumulada do índice nos últimos 12 meses (junho de 2009 a maio de 2010), após o fechamento, pela Fundação Getulio Vargas (FGV), do indicador de maio, que registrou alta de 1,19% no mês.

“Conforme previsto, nos últimos meses, o índice medido pela FGV continua a escalada de crescimento após longo período de deflação”, observa Roberto Akazawa, gerente do Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP (Sindicato da Habitação).

Com o reajuste, um inquilino que pagava aluguel de R$ 1.000,00, entre junho de 2009 e maio de 2010, passará a desembolsar em junho - e pelos próximos 12 meses -, R$ 1.041,80.

Uma forma simples e objetiva de efetuar o cálculo é a utilização do fator de reajuste (de 1,0418) que, multiplicado pelo valor de locação vigente até maio, indicará o novo aluguel. Assim, se a locação antes do reajuste era de R$ 800,00, o novo valor será de 800,00 x 1,0418, isto é, R$ 833,44.

Fonte: Terra



 


 

sexta-feira, 28 de maio de 2010

 

Momento é favorável para quem vai renovar aluguel.

 
Na capital de SP, boa oferta de locação até R$ 1 mil é argumento para negociar renovação; quando a solução é mudar de endereço, há regras a observar.

A mais recente pesquisa do Conselho Regional de Corretores de Imóveis no Estado de São Paulo (Crecisp) concluiu que, entre todas as novas locações contratadas na capital durante o mês de março, 68,38% são de casas e apartamentos com aluguel mensal de até R$ 1 mil.

O dado, entre outros significados, indica que na capital há confortável oferta de imóveis para as faixas compreendidas até esse valor, e também pode representar um reforço nas negociações para quem está em fase de renovar contratos de locação.

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) aponta o percentual a ser aplicado para correção da grande maioria dos contratos de aluguel, mas no momento da renovação o critério da indexação não é utilizado. O que vale é a negociação que, sendo insatisfatória, não deixa outra saída ao inquilino senão mudar de endereço.

Mudar não é assim tão simples, é verdade. Você já está pensando nas despesas extras a enfrentar com as taxas cobradas para concretizar a nova locação e com a mudança, e mais a possibilidade de transferir crianças da escola, entre outras questões.

Não há como fugir das taxas e ponto final para este quesito. Quanto à escola dos filhos, pense em mudar de casa e não de bairro. Com referência à mudança, é muito provável que não lhe custará nada, porque você já pagou e não sabe, ou sabia e esqueceu.

É comum constar nos contratos de locação que o inquilino é o responsável por pagar o seguro do imóvel. Se este é o seu caso, leia atentamente os termos da apólice. Há uma modalidade que inclui para o contratante o benefício da mudança.

Se o seguro que você contratou não lhe dá esse benefício, mudando ou não de casa, ao renovar a apólice peça orientação ao corretor ou ao seu banco, que certamente terá a opção a lhe oferecer. Também, não vá contratando às pressas. Pesquise antes, porque há diferenças de até R$ 80 reais entre iguais produtos.

Quem é cliente do mesmo banco há cinco anos ou mais está enquadrado na categoria "fidelizado", e pode conseguir alguma vantagem extra. Terá mais agrados aquele que for cliente de um único banco. No atual modelo, valendo para o planeta, os bancos são varejões, as caixas econômicas são varejões e por aí vai. Logo, pechinche".

Em tempo: se você vai mudar de endereço, evite transtornos e gastos futuros indevidos, providenciando criteriosamente o cancelamento do endereço para suas contas de luz, gás, telefone fixo e móvel, internet, mas faço-o por um meio que permita obter um protocolo.

Gravar a conversa nem pensar, porque não conseguirá. No caso de utilizar a mesma estratégia da concessionária, e informar que, para segurança mútua, a conversa será gravada, o atendente desligará sem a menor cerimônia.

Sobre a pesquisa do Crecisp - Para levantar o comportamento do mercado de locação em regiões do Estado de São Paulo, o Crecisp pesquisou junto a 1.532 imobiliárias. Estas alugaram, em março, 4.057 imóveis.

Para seus levantamentos, o Crescisp segmenta o Estado em quatro regiões, sendo a capital uma delas. Resultados para as demais: no Interior, 63,37% do total de novos contratos foram fechados para imóveis com preço, na média, de R$ 600,00; no Litoral, 65,6% são de aluguéis de até R$ 800; e na região que compreende as cidades do ABCD, Guarulhos e Osasco, 60,43% correspondem a aluguéis de até R$ 800.

O fiador foi a forma de garantia adotada em 88,35% dos contratos no Interior; em 55,09% no Litoral; em 49,31% na Capital; e em 47,89% nas cidades de Guarulhos, Osasco e no ABCD (Santo André, São Bernardo, São Caetano e Diadema).

A pesquisa foi realizada em 37 cidades do Estado de São Paulo: Americana, Araçatuba, Araraquara, Bauru, Campinas, Diadema, Guarulhos, Franca, Itu, Jundiaí, Marília, Osasco, Piracicaba, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Rio Claro, Santo André, Santos, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, São Carlos, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo, Sorocaba, Taubaté, Caraguatatuba, Ilhabela, São Sebastião, Bertioga, São Vicente, Peruíbe, Praia Grande, Ubatuba, Guarujá, Mongaguá e Itanhaém.

Fonte: Terra

 


 

Imóveis pequenos e com três dormitórios são os mais vendidos.

  Entre os imóveis novos comercializados em março na cidade de São Paulo, 42% tinham três quartos e 30% possuíam área útil entre 46 e 65 metros quadrados.

Dos 4.095 imóveis residenciais novos comercializados na cidade de São Paulo em março, coube ao nicho de três dormitórios a liderança em unidades vendidas: 42,6% do total (1.744 unidades). O segmento de dois quartos ficou na segunda colocação, com 1.146 habitações escoadas (28%) e o de quatro dormitórios respondeu por 15,2%, com 621 unidades negociadas.

Em relação ao tamanho das unidades, o destaque foi para imóveis com área útil média de 46 a 130 metros quadrados. A faixa de moradias com área entre e 46 e 65 metros quadrados, especificamente, teve relevante participação, com 1.221 unidades e 29,8% do total comercializado. Já as habitações com área entre 66 e 85 metros quadrados foram responsáveis pela venda de 1.161 imóveis (28,4%). Na terceira posição ficou o nicho com área entre 86 metros quadrados e 130 metros quadrados, com 871 unidades vendidas (21,3%).

Desempenho - O número de unidades escoadas em março (4.095) foi 43,3% superior a fevereiro (2.858 unidades) e 89,4% em relação a março do ano passado (2.162 unidades). Como o mês de março de 2009 foi período de forte pressão da crise internacional no cenário econômico, o Secovi-SP, responsável pelo levantamento defende a comparação com 2008. “Torna-se salutar a comparação com o terceiro mês de 2008, fase anterior à crise, quando ocorreram as vendas de 4.386 moradias, com redução de 6,6% do total comercializado em unidades”, observa Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP.

Com os dados de março, encerrou-se o primeiro trimestre com 8.461 unidades escoadas. Considerando igual período de 2009 (4.831 unidades), a diferença porcentual foi de 75,1%.

O desempenho de comercialização medido pelo indicador Vendas sobre Oferta (VSO) - relação entre o total de unidades vendidas sobre o volume em oferta no mês - atingiu 28,2% em março. O índice ficou acima do VSO verificado em fevereiro último (21,1%) e em março de 2009 (10,7%). Em março de 2008, o VSO foi de 20,9%.

Considerando-se o VGV (Valor Global de Vendas), março atingiu volume comercializado de R$ 1,5 bilhão - foi o melhor resultado para o mês de março desde a adoção da nova metodologia, em 2004. Em comparação com fevereiro, houve um acréscimo de 65,5% (R$ 915,1 milhões), e em relação a igual período de 2009, a variação foi de 90,9% (R$ 793,6 milhões).

Lançamentos - De acordo com a Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio), o total lançado em março foi de 3.959 moradias. Em termos de evolução histórica, o volume produzido no terceiro mês do ano superou em 140,8% o total verificado em fevereiro deste ano (1.644 unidades) e ficou 153,6% acima do observado em março de 2009 (1.561 imóveis).

“Cabe lembrar que o mercado de lançamentos ‘andou de lado’ entre janeiro e julho do ano passado, o que torna os primeiros meses de 2009 muito fracos para comparação”, pondera o economista-chefe. Em relação a março de 2008, o volume ficou praticamente estável, com variação de -0,05% e 3.961 unidades.

Fonte: Imóvelweb



 


 

sábado, 15 de maio de 2010

 

Morar Bem: Quando o inverno chegar Cuidados com a poda e irrigação ajudam a manter a beleza de jardins e vasos, mesmo durante os dias mais frios do ano

  As plantas e flores de jardins e vasos podem ficar amareladas e até secas com a ação do clima frio e seco do outono e inverno. Neste período, alguns cuidados com relação a podas e regas podem ajudar na manutenção de um jardim saudável e cheio de cor.

A arquiteta e paisagista Eduarda Bestetti explica que as plantas tendem a hibernar durante os meses mais frios do ano. Ao passar por esse período de ‘dormência’, muitas espécies perdem as flores e muitas folhas, restando, em alguns casos, apenas galhos secos. Nesse tempo, essas plantas continuam vivas e em recuperação para brotarem novas folhas no início da primavera.

"No período de dormência, a planta dispensa aquilo que ela não precisa mais. Por isso muitas folhas amarelam caem. Mesmo assim, o jardim continua necessitando de cuidados especiais. Esse é o melhor momento para realizar as podas, não só das folhas secas, mas também de ervas daninhas que possam surgir no jardim ou no vaso", diz a paisagista.



Fonte: Jornal a Cidade




 


 

Procon: Caixa manteve juros abaixo da média, mas foi único a elevar taxas.

  A maioria dos bancos ainda não alterou os juros este mês, apesar da elevação de 0,75 ponto percentual da taxa básica de juros, a Selic, durante a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central no fim de abril. Com isso, a Selic passou de 8,75% ao ano para 9,50% ao ano, a primeira alta desde setembro de 2008. A única correção foi feita pela Caixa Econômica Federal, mas ainda assim as taxas permaneceram inferiores aos índices do mercado.

É o que mostra a pesquisa feita em dez instituições financeiras pela Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) de São Paulo. Os juros cobrados pelo uso do cheque especial subiram, em média, de 8,79% para 8,83% ao mês. Na Caixa, a taxa passou para 7,15% ao mês, ante 6,75%.

No caso do empréstimo pessoal, a Caixa elevou a taxa de 4,39% para 4,78% ao mês. Essa variação também foi inferior à media dos bancos pesquisados (de 5,17% para 5,21%). Os cálculos levam em consideração a taxa máxima cobrada sobre os contratos para pagamento em 12 meses.

A coleta dos dados foi feita nos dias 3 e 4 de maio nas seguintes instituições financeiras: Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, HSBC, Itaú, Nossa Caixa, Real, Safra, Santander e Unibanco.

O Procon orienta o consumidor a evitar financiamentos com prazo mais longos, porque eles acabam saindo mais caros. Quanto ao cheque especial, a fundação alerta que essa alternativa só deve ser usada para situações de emergência e em curto prazo.

Entidade empresta r$ 261 milhões por dia em crédito imobiliário

Em nota ao mercado ontem, a Caixa anuncia ter fechado os quatro primeiros meses de 2010 com um ritmo recorde de contratações de financiamentos habitacionais. No período, a média diária de contratos assinados para habitação, dentre imóveis novos, usados e na planta, foi de 4.290, representando um volume de cerca de R$ 261 milhões por dia. O crescimento em comparação com o mesmo período do ano passado foi de 116,7% em relação ao volume, quando a contratação média era de 2.550 contratos e volume médio de R$ 121 milhões por dia.

A Caixa divulgou ainda que nos quatro primeiros meses deste ano emprestou R$ 21,17 bilhões em financiamento imobiliário, sendo que esta cifra se eleva para R$ 22,7 bilhões se considerada a posição de 10 de maio - quase o total oferecido em 2008 (R$ 23 bilhões) e 123 % a mais do que no mesmo período em 2009 (R$ 10,18 bilhões). A expectativa até o final de 2010 é de contratar mais de R$ 55 bilhões para a casa própria.

A média diária de simulações de financiamento habitacional no site da Caixa no início do mês de maio alcançou outro recorde. Com 143.316 simulações, o número já é o maior dos últimos 12 meses e o terceiro maior desde a criação do simulador. As maiores médias históricas registradas foram de 201.311 em abril de 2009 e 164.328 em maio de 2009, no período de lançamento do Programa "Minha Casa, Minha Vida".

O banco prevê também aumento na média de contratação diária para os próximos meses, resultado da realização dos Feirões da Casa Própria em todo o país.

Fonte: Monitor Mercantil


 


 

Despejo por falta de pagamento de aluguel cai 13,6% em São Paulo.

  Número de ações judiciais recuou de 6.792 no ano passado para 5.865 em 2010.

O número de ações de despejo por falta de pagamento de aluguel diminuiu 13,6% no período entre janeiro e abril deste ano na comparação com o mesmo período de 2009. A informação é da AABIC (Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios) com base em dados do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.

No ano passado, foram 19.789 ações de despejo no Estado de São Paulo por causa do não pagamento do aluguel - entre janeiro e abril, o número chegou a 6.792. Já em 2010, o brasileiro passou a pagar as contas em dia: houve apenas 5.865 ações deste tipo no Estado. Vale lembrar que o atraso de uma mensalidade já basta para o proprietário acionar a Justiça.

De acordo com o diretor de locação da AABIC, Eduardo Zangari, a queda ocorreu por causa da base fraca de comparação, já que “a crise se estendeu até o meio do ano passado e só depois disso é que começamos a respirar”.

Além da base fraca de comparação, o especialista destaca ainda o aumento da renda do brasileiro, que fez a taxa de inadimplência diminuir. Entretanto, Zangari aponta outro fator para o pagamento em dia: as condições atuais do mercado imobiliário, que privilegia quem tem contratos antigos.

- O reajuste dos aluguéis leva em conta, geralmente, o IGP-M [Índice Geral de Preços de Mercado], que deu negativo em 2009 [queda de 1,72%]. Com isso, o valor dos contratos de aluguel vigentes foram mantidos ou até caíram. Já os contratos novos subiram até 10%. Todo mundo está se esforçando para pagar em dia, porque se perder o contrato certamente vai pagar mais caro pelo novo.

Isso ocorreu por causa da valorização dos imóveis causada pelo renascimento do mercado imobiliário brasileiro. Por exemplo, pense em um apartamento alugado por R$ 1.000 em janeiro de 2009. O proprietário do mesmo apartamento já cobra R$ 1.100 pelo mesmo aluguel.

Fonte: R7 Notícias

Os donos de imóveis já perceberam que o aluguel não é tão rentável como em outros tempos. Por isso, aumentou 8,8% o número de ações ordinárias – aquelas que têm o objetivo de retomar o imóvel, mas não está relacionada com a falta de pagamento. Entre janeiro e abril de 2009, foram 660 ações deste tipo, contra 724 no mesmo intervalo de 2010.



 


 

Estabilidade econômica torna mercado imobiliário investimento seguro.

 
De acordo com o vice-presidente de Habitação da Caixa, Jorge Hereda, a ampliação do crédito imobiliário ocorre para todos os segmentos, inclusive entre as faixas de maior renda.

A estabilidade econômica vivenciada atualmente pelo mercado doméstico torna cada vez mais seguro o investimento em imóveis residenciais, tanto quanto adquiridos como forma de poupança ou como fonte de rendimento. A opinião é do vice-presidente do Instituto Brasileiro dos Executivos de Finanças (Ibef), Luiz Calado.

Segundo ele, o imóvel é um ativo que conjuga garantia com rentabilidade de forma constante, além de oferecer uma liquidez relativa, pois sempre haverá compradores dispostos a adquiri-lo. Além disso, trata-se de um bem que agrega valor de geração para geração e está no imaginário de todos que desejam a tão sonhada casa própria.

Mas, apesar de o mercado imobiliário estar superaquecido, batendo recordes de venda – a Caixa Econômica Federal, por exemplo, está oferecendo 450 imóveis no Feirão da Casa Própria, em 13 cidades do país – o advogado Pedro Lessi, especialista em direito imobiliário e do consumidor, alerta para a necessidade de alguns cuidados antes de fechar negócio, principalmente na compra de imóveis usados.

Na aquisição de imóveis antigos, por exemplo, o advogado sugere que o comprador seja cuidadoso e exija documentos como a certidão vintenária – para casos de imóveis com mais de 20 anos de construção – e também certidões pessoais das pessoas que foram proprietárias no período. Segundo ele, pode ocorrer casos de venda anterior a outra pessoa e, aí, a negociação vai parar na Justiça.

Mesmo na aquisição de imóveis novos, adverte Lessi, o comprador deve verificar se a empresa construtora recolheu a alíquota destinada ao Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), referente à obra. O comprador deve também solicitar a Certidão Negativa de Débito do imóvel e verificar se a hipoteca do terreno está regularizada. "O comprador deve sempre desconfiar na hora da compra", mesmo quando a oferta tem a chancela da Caixa, diz o advogado.

A movimentação do mercado imobiliário pode ser contabilizada também a partir dos empréstimos concedidos pela Caixa para o setor. Só neste ano, o banco emprestou R$ 22,7 bilhões para a compra da casa própria – com dados atualizados até o último dia 10. O resultado alcança tudo o que foi destinado a operações de crédito habitacional em 2008, além de ser 123% superior aos R$ 10,18 bilhões contratados até o dia 10 de maio do ano passado.

De acordo com o vice-presidente de Habitação da Caixa, Jorge Hereda, a ampliação do crédito imobiliário ocorre para todos os segmentos, inclusive entre as faixas de maior renda. Ele lembrou que, no entanto, a ênfase é dada ao programa Minha Casa, Minha Vida, destinado à população de baixa renda.

Fonte: Portal da Administração.


 


 

Como proceder à venda legal de imóvel de espólio.

 
Como proceder à venda legal de imóvel de espólio

Há diferentes formas para a transação, tendo em comum a concordância de todos os herdeiros e implicando em impostos específicos.

A obtenção de um alvará judicial é uma das formas de vender legalmente o imóvel arrolado em espólio. A legalidade da venda implica na concordância de todos os herdeiros, que assinarão e reconhecerão suas firmas em documento específico.

O documento deve ser identificado como “petição de autorização para o inventariante vender imóvel do espólio com a concordância de todos os herdeiros”. O encaminhamento se dá junto ao Juízo competente, para que a petição faça parte do processo e caminhe para o desfecho.

Também terá validade legal se, ao invés de documento único, a petição for apresentada na forma de declarações particulares de cada um dos herdeiros, concordando com a venda do imóvel, devidamente identificado. Também neste caso são indispensáveis as assinaturas e os respectivos reconhecimentos.

Impostos - Espólio é o conjunto de bens, direitos e obrigações da pessoa falecida, para a qual os deveres tributários não se extinguem com a morte.

Assim, para o efeito de imposto de renda e outros tributos, a declaração e os recolhimentos relacionados aos bens da pessoa falecida devem ser feitos em nome do espólio, e de forma independente das declarações e contribuições de herdeiros e outros legatários (no caso do imposto de renda, Instrução Normativa da Secretaria da Receita Federal - SRF nº 81, de 11 de outubro de 2001, artigo 2º).

Em se tratando da venda de imóvel do espólio, há tributos específicos (além daqueles previstos para transações do gênero) a serem pagos, por exemplo, o Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (Itcmd).

O Itcmd tem relação direta com a venda de imóvel (ou demais bens) transcrito em espólio. O recolhimento deste imposto enseja, judicialmente, a homologação da partilha por sentença.

Uma vez expedida, a homologação da partilha deve ser registrada na matrícula do imóvel, o que constitui direito legal de viabilizar a escritura de venda, que deve, obrigatoriamente, ser assinada por todos os herdeiros ou por seus procuradores.

Um caso curioso – Em Maceió, Alagoas, ocorreu um caso curioso, relacionado a um imóvel obtido por herança.

Uma incorporadora local celebrou parceria com herdeiros de uma grande área litorânea, para implantação de um empreendimento turístico. Homologada a partilha, a incorporadora iniciou os trâmites fundiários para iniciar a aprovação do projeto.

Porém, foi verificado que os proprietários originais da terra, agricultores falecidos há quase duas décadas sequer possuíam o cadastro de pessoa física, portanto jamais declararam imposto de renda.

Resultado: para resolver a questão foi necessário um processo civil, que se estendeu por mais de um ano e redundou na expedição de cadastros de pessoas físicas para os falecidos.

Isto porque, diz a lei, se antes de morrer o indivíduo não fez as devidas declarações ao imposto de renda, mesmo morto, enterrado e decomposto é em seu nome que as mesmas devem ser apresentadas.

É atribuída ao espólio a responsabilidade de quitar eventuais dívidas com o leão. Se o dinheiro deixado em caixa pelo falecido inadimplente não for suficiente para a quitação, o juiz autoriza a venda de um bem do espólio, para tal fim.

Moral da história: não fazem mal a precaução e a água benta, e cada qual toma quanto agüenta.

Fontes parciais: Boletim de Direito Imobiliário; Jus Navigandi; Receita Federal, Imovelweb.



 


 

Como encontrar o imóvel ideal no Feirão da Caixa.

  Evento traz mais de 150 mil imóveis em oferta. Diante de tantas opções, saiba encontrar a ideal para a sua família.

15/05/10, São Paulo, SP - O 6º Feirão Caixa da Casa Própria de São Paulo, que acontece até domingo, 16 de maio, no Centro de Exposições Imigrantes, possui 151.845 imóveis à venda, sendo 51.423 novos ou em construção e 100.422 usados, com destaque para os 35.919 imóveis enquadrados no programa "Minha Casa, Minha Vida", ou seja, com valor até R$ 130 mil e destinado a famílias com renda mensal até R$ 4.650.

São ofertas de mais de 122 construtoras e 101 imobiliárias. Com tantas opções, como encontrar o imóvel ideal? Para o superintendente regional da Caixa, Valter Nunes, a compra da casa própria é uma decisão muito importante. “As pessoas devem avaliar as opções de imóveis com bastante tranqüilidade. A carta de crédito emitida pela Caixa durante o Feirão terá validade de trinta dias, podendo eventualmente ser prorrogada por mais trinta. Assim, se ela não encontrar um imóvel aqui poderá buscá-lo no mercado posteriormente”.

Facilidades - A grande vantagem do Feirão para quem está procurando imóvel é que o evento reúne em um único local todos os agentes da cadeia, como construtoras, corretores, cartórios e técnicos do banco responsáveis por analisar e liberar os financiamentos. No Feirão, o interessado poderá pesquisar entre as linhas de financiamento da instituição, que têm juros a partir de 4,5% ao ano mais TR no programa “Minha Casa, Minha Vida” e de até 13% ao ano para financiamentos com dinheiro do FGTS e do SBPE.

O estande do Imovelweb também irá facilitar a busca pela casa própria no evento. Lá, os visitantes poderão acessar livremente o site da empresa, fazer uma busca de todos os imóveis cadastrados e, ainda, acessar o site do Feirão, que contém informações gerais sobre o evento e sobre os 151.485 imóveis à venda.

Outra opção na internet é o próprio site da Caixa (www.caixa.gov.br), onde é possível simular e analisar os vários cenários e valores e ainda escolher a opção que melhor se encaixe no orçamento familiar.

Agenda do Feirão

- São Paulo, 13 a 16 de maio - Centro de Exposição Imigrantes: Rod. Imigrantes, 1.500, Jabaquara
- Fortaleza, 14 a 16 de maio - Sebrae - Av. Monsenhor Tabosa, 777, Meireles
- Salvador, 14 a 16 de maio - Centro de Convenções de Salvador: Av. Simon Bolivar s/nº
- Curitiba, 14 a 16 de maio - Marumby Expocenter: Av. Pres. Wenceslau Braz, 1.046, Guaíra
- Rio de Janeiro, 20 a 23 de maio - Rio Centro: Av. Salvador Allende, 6.555
- Recife, 21 a 23 de maio - Centro de Convenções de Recife: Av. Professor Andrade Bezerra, s/nº
- Brasília, 21 a 23 de maio - Expo Brasília: SRP/Sul, Parque da Cidade
- Uberlândia, 21 a 23 de maio - Center Convention: R. Argentina, 401
- Campinas, 21 a 23 de maio - Pq. Dom Pedro Shopping: Av. Guilherme Campos, 500
- Florianópolis, 21 a 23 de maio - Centro Convenções de Florianópolis: Av. Gustavo Richard, 850
- Porto Alegre, 21 a 23 de maio - Ciergs: Av. Assis Brasil, 8.787
- Belo Horizonte, 11 a 13 de junho - Expominas: Av. Amazonas, 6.030

Mais informações: 0800 726 0101

Fonte: Imovelweb




 


 

segunda-feira, 10 de maio de 2010

 

Fiador: novas regras das garantias locatícias.

 

Especialista comenta as alterações nas regras da garantia locatícia inseridas na nova versão da Lei do Inquilinato.


A garantia contratual representa um dos relevantes aspectos do contrato de locação. O locador pode exigir do locatário uma das seguintes modalidades de garantia: caução, fiança, seguro de fiança locatícia e cessão fiduciária de quotas de fundo de investimento. Essas garantias se estendem até a efetiva devolução do imóvel, ainda que prorrogada a locação por prazo indeterminado, de acordo com a nova redação do artigo 39 da nova versão da Lei do Inquilinato, n° 12.112/09.


A alteração legislativa conferiu ao fiador novas possibilidades de se exonerar de suas responsabilidades contratuais, antes da efetiva devolução do imóvel. Foram acrescidos dois parágrafos (§ 1º e § 2º) ao artigo 12 da nova regra legislativa. Eles prevêem que, nos casos de separação de fato, separação judicial, divórcio ou dissolução da união estável, bem como de morte do locatário, a locação residencial prosseguirá automaticamente com o cônjuge ou companheiro que permanecer no imóvel.


Nestes casos, o prosseguimento da locação residencial deve ser comunicado por escrito ao locador e ao fiador (se esta for a modalidade de garantia locatícia). Assim, o fiador poderá se exonerar de suas responsabilidades no prazo de 30 dias contados do recebimento da comunicação oferecida pela pessoa que permaneceu no imóvel, ficando responsável pelos efeitos da fiança durante 120 dias após a notificação ao locador.


Também sofreu alteração o artigo 40 da lei, que confere ao locador a possibilidade de exigir novo fiador ou a substituição da modalidade de garantia, na hipótese, por exemplo, de prorrogação da locação por prazo indeterminado, uma vez notificado o locador pelo fiador de sua intenção de desoneração. Na hipótese em menção, o fiador ficará responsável por todos os efeitos da fiança durante os 120 dias subsequentes à notificação ao locador.


No caso acima, em atenção à imposição legal de que haja uma garantia locatícia, o locador poderá notificar o locatário para apresentar nova garantia no prazo de 30 dias, sob pena de desfazimento do contrato.


Ainda quanto às garantias, é interessante observar que, na petição inicial da ação renovatória de locação comercial, aquela proposta visando à renovação compulsória da locação, deve-se comprovar a idoneidade financeira do fiador do contrato a renovar, ainda que ele seja o mesmo do pacto anterior.


Anteriormente, era prevista a obrigatoriedade de indicação de fiador no contrato a renovar, estipulando, para a hipótese de não ser o mesmo, a sua qualificação completa. Exigia, por fim, “em qualquer caso e desde logo”, a comprovação da idoneidade financeira do fiador.


Com relação ao texto antigo da lei, o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo firmou entendimento de que, nos casos de indicação do mesmo fiador no pacto a renovar, seria inexigível a comprovação de sua respectiva idoneidade financeira, se nunca posta em dúvida. Todavia, diante da recente alteração do texto legal, deve-se aguardar novo posicionamento jurisprudencial.



Fonte: Imovelweb

 


 

quarta-feira, 5 de maio de 2010

 

Mercado de locação imobiliária tem grande potencial de crescimento.

 

Em países mais desenvolvidos, principalmente na Europa, o percentual de imóveis locados sobre o total de moradias supera em até três vezes os números do Brasil, que gira em torno de 17%, contra média mundial de 33%. De acordo com pesquisa do Ministério Público, na Alemanha, a locação chega a 57%; na Holanda, 47%; na Coréia, 45% e no Japão, 35%. Os números indicam um espaço grande a ser preenchido pela locação residencial no mercado brasileiro.


As readequações propostas pela recente Lei n° 12.112, que passou a vigorar a partir de 25 de janeiro de 2010, vão acelerar a retomada do imóvel em caso do inadimplência aliada à valorização dos imóveis.


As facilidades de financiamento, que resultam em maior poder de compra, não retraem o setor, pois a locação residencial no Brasil é praticada também como uma etapa que antecede a aquisição da casa própria. Para Gimenez, com a globalização e a velocidade imposta pelo mundo moderno, as pessoas também tendem a ficar mais desprendidas de moradia, com maior mobilidade, alicerçadas na certeza de que dificilmente habitarão um mesmo local pelo resto de suas vidas, especialmente profissionais cuja atividade exige mudanças repentinas de moradia. “Sob essa perspectiva, a opção pela locação é bastante razoável”, completa.


Na locação comercial as perspectivas são similares. O mercado trabalha com uma grande defasagem em relação à demanda, o que se agravará nos próximos anos pela estabilidade da economia brasileira e pelos grandes eventos, como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016. “A expansão das operações de diversas empresas passa pela necessidade de ocupação de espaços vocacionados para cada segmento, o que ainda é bastante difícil de suprir”, explica o diretor. Grandes oportunidades para investidores estarão na readequação e modernização dos imóveis corporativos já existentes, ou na construção de imóveis sob medida para determinados setores comerciais e industriais.


Moradia por locação no mundo:


- Alemanha: 57%
- Holanda: 47%
- Áustria: 46%
- Coréia: 45%
- Suécia: 40%
- França: 37%
- Japão: 35%
- Média mundial: 33%
- Brasil: 17%


Fonte: Infoimóveis

 


 

A Lei do Inquilinato e a renovação do contrato de locação comercial.

 

A ação renovatória é de suma importância, pois é o único meio de garantir a renovação do contrato e, por consequência, assegurar a permanência do lojista no ponto comercial.

A Lei do Inquilinato prevê aos inquilinos de imóveis comerciais a possibilidade de ajuizar a chamada ação renovatória de contrato de locação. Referida ação é de suma importância, pois é o único meio de garantir a renovação do contrato e, por consequência, assegurar a permanência no ponto comercial.

A ação renovatória tem como objeto a renovação compulsória do contrato de locação, e somente poderá ser proposta no prazo máximo de um ano, até seis meses (no mínimo) antes da data do encerramento da vigência do contrato. Assim, é imprescindível que até seis meses antes do término do contrato em vigor, o locatário possua um novo contrato por escrito e com prazo determinado de cinco anos ou mais. Do contrário, ele deverá, obrigatoriamente, ajuizar a ação renovatória, pois essa será a única forma de afastar o risco de perder seu ponto comercial.

Para proceder à renovação, o locatário do imóvel deverá ainda preencher alguns requisitos legais, como:

1. Prova de ter celebrado contrato por escrito e com prazo determinado; e de que o prazo mínimo (ou a soma de prazos ininterruptos, por escrito) seja de cinco anos ou mais;

2. Exploração do comércio, no mesmo ramo, pelo prazo mínimo de três anos;

3. Prova do exato cumprimento de suas obrigações do contrato em curso (aluguéis, condomínios, fundos de promoção, seguros, impostos, taxas e etc.);

4. Indicação clara e precisa das condições oferecidas para a renovação da locação, para o prazo contratual e a forma de reajuste (que atualmente é anual);

5. Declaração do fiador aceitando a renovação do contrato e os encargos da fiança (se for o mesmo). Conforme alteração procedida na Lei do Inquilinato, independentemente de o fiador apresentado ser o mesmo para a renovação do contrato, é obrigatório a qualificação completa do mesmo, bem como comprovação de sua idoneidade e solvabilidade, através de certidões forenses, certidões imobiliárias, entre outras.

Contudo, mesmo que o locatário ajuíze uma ação renovatória, a Lei do Inquilinato, em seu artigo 52, prevê algumas situações em que o locador não está obrigado a renovar o pacto locatício. São elas:

A. Quando, por determinação do Poder Público, tiver que realizar no imóvel obras que importarem na sua radical transformação; ou para fazer modificações de tal natureza que aumente o valor do negócio ou da propriedade;

B. Quando o imóvel vier a ser utilizado por ele próprio; ou para transferência de fundo de comércio existente há mais de um ano, sendo detentor da maioria do capital o locador, seu cônjuge, ascendente ou descendente.

Em seu artigo 72, (a Lei do Inquilinato) estabelece que o contrato não será renovado quando o locador apresentar uma proposta melhor de terceiro. No entanto, na réplica, o locatário poderá aceitar pagar o que foi ofertado. E neste caso, o contrato será renovado nas bases propostas pelo terceiro.

Na impossibilidade de renovação, o locatário poderá, em alguns casos, solicitar indenização conforme determina a Lei do Inquilinato. O parágrafo 3º do artigo 52 afirma ser devida indenização ao inquilino com relação às despesas com mudança, perda do lugar e desvalorização do fundo de comércio, na hipótese de a renovação não ocorrer em razão de proposta de terceiro em melhores condições; ou caso o locador, no prazo de três meses da entrega do imóvel, não der o destino alegado; ou não iniciar as obras determinadas pelo Poder Público; ou deixar de cumprir o que declarou que pretendia realizar.


Fonte: Terra

 


 

Aluguel com aniversário em maio aumenta 2,88%.

 

Com o reajuste, um inquilino que pagava um aluguel atrelado ao IGP-M de R$ 1.000,00, por exemplo, passará a desembolsar em maio - e pelos próximos 12 meses -, R$ 1.028,80.


Os aluguéis residenciais com reajuste anual atrelado ao Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) e aniversário em maio serão reajustados em 2,88%. Essa é a variação acumulada do índice nos últimos 12 meses (maio de 2009 a abril de 2010), após o fechamento, pela Fundação Getulio Vargas (FGV), do indicador de abril, que registrou alta de 0,77%.


“Trata-se do terceiro mês com reajuste positivo e crescente, após período de sete meses de deflação na variação acumulada do IGP-M”, diz Roberto Akazawa, gerente do Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP (Sindicato da Habitação). Ele lembra que em fevereiro o IGP-M acumulado havia subido 0,24% e em março, 1,94%.


Com o reajuste, um inquilino que pagava um aluguel atrelado ao IGP-M de R$ 1.000,00, entre maio de 2009 e abril de 2010, passará a desembolsar em maio - e pelos próximos 12 meses -, R$ 1.028,80.


Uma forma simples e objetiva de realizar o cálculo é a utilização do fator de reajuste, que, multiplicado pelo valor de locação vigente até abril, indicará o novo aluguel. Esse fator é de 1,0288. Assim, se a locação antes do reajuste era de R$ 800,00, o novo valor será de 800,00 x 1,0288, isto é, R$ 823,04.


Fatores de Reajustes de aluguel


- Contrato com aniversário em dezembro de 2009 e pagamento em janeiro de 2010: 0,9841
- Contrato com aniversário em janeiro de 2010 e pagamento em fevereiro de 2010: 0,9828
- Contrato com aniversário em fevereiro de 2010 e pagamento em março de 2010: 0,9933
- Contrato com aniversário em março de 2010 e pagamento em abril de 2010: 1,0024
- Contrato com aniversário em abril de 2010 e pagamento em maio de 2010: 1,0194
- Contrato com aniversário em maio de 2010 e pagamento em junho de 2010: 1,0288


Fonte: Imovelweb


 


 

Pagar aluguel pode ser melhor do que fazer financiamento.

 

Segundo especialistas, juro muito elevado no País fez com que crédito de longo prazo seja desaconselhável.


SÃO PAULO - O sonho da casa própria é quase unanimidade entre os brasileiros. Mas, diferentemente do que diz o senso comum, viver de aluguel pode ser alternativa melhor do que entrar em um longo financiamento, sobretudo para as classes média e alta.



Levando em conta exclusivamente as finanças da pessoa que está no momento de decidir se compra ou aluga a sua casa, especialistas garantem que viver de aluguel e, ao mesmo tempo, acumular renda para futuramente comprar o imóvel à vista é a melhor decisão a tomar.


Fatores como a alta taxa de juros dos financiamentos imobiliários, o risco da desvalorização do imóvel e o prazo muito longo para a quitação do empréstimo são as principais justificativas dos especialistas para viver de aluguel enquanto se poupa dinheiro.



Rafael Paschoarelli, professor da Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras (Fipecafi), explica: supondo que a pessoa entre em um financiamento com prazo de 20 anos para adquirir um imóvel de R$ 100 mil e, no qual a prestação inicial seja de cerca de R$ 1,4 mil. Em dez anos, se esse cidadão pagar um aluguel de R$ 750 e aplicar a diferença entre esse valor e o que pagaria de prestação no financiamento (R$ 650), acumularia R$ 106 mil.



"Essa relação é muito rentável para imóveis de classe média e alta", diz Paschoarelli. Segundo ele, porém, comprar imóveis mais simples, ou seja, de R$ 100 mil para baixo, é um bom negócio, mesmo que parte do total seja emprestado pelo banco. "Isso porque há subsídio no financiamento e, além disso, proporcionalmente, o valor do aluguel é muito mais alto do que o de um imóvel de luxo."



Alexandre Assaf Neto, pesquisador do Instituto Assaf, concorda com Veiga, mas pondera outros fatores. Ele salienta, por exemplo, que viver de aluguel e, ao mesmo tempo, acumular capital, é apenas para alguns tipos de perfil. "Se a pessoa tiver espírito empreendedor e não tiver pavor de risco, certamente vale mais a pena viver sem casa própria enquanto investe", afirma.



Tanto Assaf Neto quanto Paschoarelli salientam ainda que é muito melhor viver de aluguel e com dinheiro disponível para o aproveitamento de boas oportunidades do mercado no decorrer do tempo. "A liquidez traz oportunidades raras e muito rentáveis. Isso é outro fato que justifica a recomendação de manter o dinheiro disponível para aplicações estratégicas", avalia Neto.



Segurança. O aspecto segurança é muito importante para as finanças do brasileiros, segundo os especialistas. Por isso, diz a gestora de investimentos Claudia Kodja, a compra de um imóvel não é só um investimento, "mas a concretização da ideia de ter onde morar". "Não basta termos apenas um olhar técnico sobre esse tema. É preciso levar em conta o sonho e os objetivos de cada um", pondera.



Ela observa, porém, que o ideal é que se acumule, pelo menos, 40% do valor total do imóvel antes de entrar em um financiamento. "Também não é possível tomar uma decisão importante como a de comprar uma casa rapidamente ou sem avaliar os risco. É preciso pensar e, mais que isso, fazer cálculos", pondera a especialista.



Além disso, para Claudia, é sempre importante lembrar que financiamento imobiliário de alto valor exige prazos longos. "Nem sempre é bom trocar a relação que você tem com um locador por uma com uma insituição financeira."


Fonte: Agência Estado

 


 

terça-feira, 4 de maio de 2010

 

Financiamento de imóveis novos é o maior em 20 anos.

  SÃO PAULO - O número de financiamentos de imóveis novos contratados com a Caixa Econômica Federal neste ano já é o maior em mais de 20 anos, considerando quadrimestres, segundo o vice-presidente de Governo da instituição, Jorge Hereda. O montante também é superior ao total de contratações de todo o ano de 2007. O desempenho, acrescenta a Caixa, serve também como uma projeção para o resultado do ano completo.

Em abril, até o dia 23, as contratações de financiamentos pela Caixa cresceram 126% em relação ao mesmo intervalo do ano anterior, atingindo recorde, com o empréstimo de R$ 19,6 bilhões para o equivalente a 323.268 famílias. Somado aos negócios previstos no Feirão da Caixa, que deve movimentar cerca de R$ 3,5 bilhões, a instituição espera superar a marca de R$ 55 bilhões em volume de financiamento imobiliário, podendo chegar a R$ 60 bilhões até o final do ano.

A taxa de inadimplência em financiamentos contratados com a instituição se manteve estável em 1,46% no mês de fevereiro, último dado disponível. Segundo Hereda, o indicador permanece próximo deste patamar desde dezembro, quando atingiu 1,42%. Em fevereiro de 2009, a inadimplência estava em 2,01%.

Feirão

A instituição anunciou hoje a nova edição do Feirão da Casa Própria. O 6º Feirão Caixa da Casa Própria percorrerá 13 cidades de norte a sul do Brasil, entre os meses de maio e junho. A instituição espera a visita de 120 mil pessoas apenas em São Paulo, onde serão oferecidos 51.423 imóveis novos e 100.422 usados, somando 151.845 unidades, no valor de R$ 24,6 bilhões. No total, incluindo imóveis na planta, a instituição oferecerá 450 mil imóveis em todo o País, dos quais 200 mil estão dentro do programa "Minha Casa, Minha Vida", para famílias na faixa com renda superior a 3 salários mínimos. Essa fatia representa 44,4% do total de unidades novas, usadas e na planta oferecidas no evento.

O evento começa em Belém, de 7 a 9 de maio. São Paulo receberá Feirão no Centro de Exposições Imigrantes entre 13 e 16 de maio. Nesse período, o evento passa também pelas cidades de Salvador, Fortaleza e Curitiba. Entre 20 e 23 de maio, será a vez do Rio de Janeiro, Recife, Brasília, Uberlândia (MG), Campinas (SP), Florianópolis e Porto Alegre. Belo Horizonte encerra o Feirão, de 11 a 13 de junho.

Fonte: Agência Estado


 


 

terça-feira, 27 de abril de 2010

 

Locação de imóveis dobra em São Paulo no mês de janeiro, afirma Creci.

 

SÃO PAULO – A locação de imóveis residenciais na cidade de São Paulo mostrou forte recuperação no início do ano. Dados do Creci-SP (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo) apontam que o número de imóveis alugados em janeiro dobrou em relação a dezembro. O crescimento foi de 103,72% no mês.


Os dados, coletados em 1.361 imobiliárias de 37 cidades, incluindo a capital, identificaram a locação de 2.285 casas e apartamentos no primeiro mês do ano. O índice estadual de locação subiu de 0,8241 em dezembro para 1,6789 em janeiro.


Análise por região


O destaque ficou por conta da região formada pelas cidades do ABCD (Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul e Diadema), Guarulhos e Osasco, onde a locação cresceu quase quatro vezes em janeiro (alta de 293,43%) ante dezembro. O resultado da locação no interior também foi alto no período, com crescimento de 211,25%.


No litoral, o crescimento foi de 25,13% e, na capital, foram alugados 19,25% mais imóveis que no último mês do ano passado.


As locações canceladas em janeiro (1.132) representaram 49,54% do total de locações contratadas.


Preferências


Os imóveis com aluguel de até R$ 600 foram os preferidos em janeiro nas cidades do ABCD, Guarulhos e Osasco, onde tiveram participação de 68,10% no total das locações, e no interior, onde a proporção foi de 63,86%. No litoral e na capital, os imóveis preferidos foram os de até R$ 800, representando 60,87% e 59,16% do total, nesta ordem.


Ainda segundo o Creci-SP, as casas representaram 58,07% dos novos contratos em janeiro, enquanto os apartamentos ficaram com 41,93%.


Em janeiro, na capital paulista, os aluguéis entre R$ 201 e R$ 400 representaram 14,11% do total, enquanto as locações entre R$ 401 e R$ 600 corresponderam a 35,74%. Confira os demais percentuais na tabela a seguir:


Fonte: Uol

 


 

Dicas para escolher o seu imóvel.

 

Algumas precauções são necessárias para quem quer adquirir um imóvel e não se arrepender da escolha depois. Conheça-as abaixo:


Imóvel novo
Antes de adquirir o imóvel, verifique a sua localização com relação a aspectos que possam colocá-lo em risco ou desvalorizá-lo em pouco tempo. Observe a incidência do Sol, a iluminação e a ventilação. Visitar o imóvel em diferentes horários, é a maneira ideal de verificar a situação da sua real localização;
Certifique-se se o local possui boa infra-estrutura, ou seja, se possui variedade de serviços, comércios, meios de transporte, hospitais e escolas.


Uma boa dica para conhecer um pouco mais sobre as proximidades é conversar com os futuros vizinhos;


Verifique se tudo que foi prometido em folhetos e prospectos foi cumprido, principalmente no que se refere a material, metragem e acabamento;


No memorial descritivo, identifique a marca e a qualidade do material e dos equipamentos utilizados - elevador, azulejos, pisos e metais;


Analise a documentação do imóvel e do vendedor e leia o contrato com bastante atenção antes de assiná-lo, observando principalmente o compromisso de compra e venda. Na dúvida, solicite esclarecimentos ao vendedor ou procure um advogado especializado;
Consulte também o Cadastro de Reclamações Fundamentadas ou o Banco de Dados do PROCON para tomar conhecimento da existência de reclamações contra a entidade incorporadora, construtora ou vendedora;
Antes de fechar o negócio, aguarde a aprovação da operação pela CAIXA.


Imóvel usado
Para verificar as condições físicas do imóvel, agende as visitas durante o dia, pois, em alguns imóveis, os problemas de construção, como rachaduras, infiltrações e mofo, podem passar despercebidos em outro horário;
Verifique a pressão da água abrindo torneiras.


Não esqueça também de acender as luzes para conferir a existência de algum problema elétrico;


Certifique-se se o local possui boa infra-estrutura, ou seja, se possui variedade de serviços, comércios, meios de transporte, hospitais e escolas. Uma boa dica para conhecer um pouco mais sobre as proximidades é conversar com os futuros vizinhos;
Confira também se o seu futuro imóvel fica bem localizado e se ele possui aspectos que possam colocá-lo em risco ou desvalorizá-lo em pouco tempo. Observe a incidência do Sol, a iluminação e a ventilação. Visitar o imóvel em diferentes horários é a maneira ideal de verificar as reais condições de uso dele;
Tenha cautela na assinatura do contrato. Verifique a documentação do imóvel e do vendedor. Confira as condições físicas da casa ou do apartamento e, se necessário, consulte um advogado de sua confiança;
Antes de fechar o negócio, aguarde a aprovação da operação pela CAIXA.


Imóvel na planta
Verifique o memorial descritivo e leia atentamente todas as informações contidas nele. Localização, material e equipamento utilizados, tais como o piso, os azulejos e os objetos da área de convivência, também deverão estar relacionados;
Certifique-se de que o que consta nos folhetos e prospectos condiz com a planta apresentada.


Guarde todo o material promocional do empreendimento, pois ele poderá ser útil em algum momento da negociação;


Solicite referências comerciais de outras obras realizadas pela construtora. No caso de imobiliária, verifique se ela possui cadastro no Conselho Regional de Corretores de Imóveis (CRECI). Caso contrário, não compre;
Peça para ler a minuta do contrato do imóvel e, se sentir necessidade, leve-a para um advogado especializado na área ou procure o PROCON da sua cidade.


Lote
Antes de comprar um terreno, confira se os documentos estão em ordem. Se tiver dúvidas, procure um advogado de sua confiança;


Informe-se sobre a localização do imóvel ou terreno. Se sua intenção for fugir do barulho e da agitação, ruas com vários imóveis comerciais não serão escolhas favoráveis;
Conheça a sua vizinhança. Visite o local em diversos horários. Morar próximo a uma feira-livre, a uma casa noturna ou terreno abandonado, não é indicado.


Verifique também se, na região, os bancos, supermercados, hospitais e escolas são próximos. Pense na sua comodidade;


Procure um engenheiro para estudar o terreno e verificar se há inclinações (topografia).


Fonte: Caixa

 


 

Governo informa que material de construção tem IPI reduzido até final do ano.

 

O desconto do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para materiais de construção foi prorrogado até 31 de dezembro.


Cerca de 30 itens da construção civil, entre os quais cimento, tinta, verniz, banheiras, box, ladrilhos, revestimentos e vergalhões fazem parte da lista de produtos com imposto reduzido. A redução fiscal encerraria em 30 de junho.


O ministro da Fazenda Guido Mantega afirmou que o objetivo de prorrogar o desconto é evitar pressão inflacionária sobre os produtos que tiveram alíquota reduzida, já que os consumidores estão concentrando as compras para aproveitar o benefício.


"Com o prazo final em junho, há uma concentração de pedidos que está atrapalhando e encarecendo os preços. Essa medida vem no sentido de diminuir essa pressão, essa afobação", acrescentou o ministro.


Ele explicou que o valor da renúncia fiscal com a nova prorrogação não deve ser muito maior do que se o prazo fosse mantido até o final de junho, quando a desoneração foi estimada em R$ 636 milhões, pois as compras serão diluídas até o final do ano.


"A construção civil é um negócio de médio prazo. As compras podem ser feitas ao longo de um tempo maior", completou o ministro.


Fonte: Info Imóveis

 


 

Mantida em 70 m2 área de construção isenta de imposto.

 

Com poder de enviar a proposta para arquivamento, quando se trata de questões tributárias, a Comissão de Finanças e Tributação da Câmara Federal rejeitou a elevação, de 70 m² para 90 m², da área total de construção residencial unifamiliar isenta de contribuição à Seguridade Social.


A rejeição da proposta, teor do Projeto de Lei (PL) 1841/07, do deputado Marcelo Ortiz (PV-SP), foi justificada “em razão de sua inadequação financeira e orçamentária”, informou a Agência Câmara.


O texto do projeto rejeitado previa que o imóvel deveria se destinar ao uso próprio, ser do tipo econômico e construído sem a utilização de mão-de-obra assalariada.


O parecer da Comissão de Finanças é terminativo, significando que determina o arquivamento do projeto. Este fórum tem por função analisar a adequação financeira e orçamentária de projetos que alterem o sistema financeiro; ou envolvam receitas e despesas públicas.


Ainda assim, se houver recurso de um décimo dos deputados (51) contra o parecer terminativo, ao invés de ser arquivada a proposta poderá seguir para votação no Plenário.


De acordo com o relator do PL 1841/07, deputado André Vargas (PT-RR), a opção pela rejeição é porque “a proposta não atende às exigências da Lei (101/01) de Responsabilidade Fiscal”.


Para propostas dessa natureza, segundo Vargas, a lei estabelece incluir estimativa de impacto orçamentário-financeiro, tanto no exercício de início de vigência, como nos dois subsequentes.


Comenta ainda o deputado que propostas do gênero “devem prever medidas de compensação, mediante aumento de receita proveniente de elevação de alíquotas, ampliação da base de cálculo, majoração ou criação de tributo ou contribuição”.


"A proposta pretende ampliar a concessão de benefício de natureza tributária que se enquadra como renúncia de receita, no caso de áreas construídas entre 70 m² e 90 m²", reforça o deputado.


Anteriormente ao trâmite na Comissão de Finanças e Tributação, o PL 1841/07 foi aprovado na Comissão de Seguridade Social e Família.

Fonte: Terra

 


 

Vendas de imóveis usados crescem 36% em janeiro no estado de SP.

 

De acordo com pesquisa divulgada pelo Creci-SP (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo) nesta sexta-feira (23), as vendas de imóveis usados cresceram 36% em janeiro, na comparação com dezembro do ano passado.


As 1.361 imobiliárias de 37 cidades que constam na pesquisa comercializaram 640 unidades, o que fez o índice de vendas passar de 0,3458 para 0,4702 entre o último mês do ano passado e o primeiro deste ano.


As vendas cresceram em duas das quatro regiões do Estado em que a pesquisa é dividida, sendo elas as cidades de Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Guarulhos e Osasco (426,5%) e o interior (69,57%). Na capital e no litoral, as vendas caíram 11,81% e 10,22%, respectivamente.


Preferências


No primeiro mês do ano, os apartamentos foram mais vendidos, com 55% de representatividade entre as unidades comercializadas.


Sobre o valor do imóvel, é possível perceber na capital a preferência por aqueles acima de R$ 200 mil, que tiveram 57,45% de representatividade.


Fonte: InfoMoney

 


 

sexta-feira, 16 de abril de 2010

 

Parcela de entrada no financiamento da casa própria vem diminuindo, revela Abecip.

 

Com mais recursos do governo para habitação e tantas facilidades oferecidas pelos bancos no financiamento da casa própria, o brasileiro está dando uma entrada menor na compra a prazo do imóvel. Assim, os valores financiados são cada vez maiores. A informação é da Associação Brasileira das Entidades de Crédito e Poupança (Abecip). Desde 2006, o valor médio dos empréstimos habitacionais, segundo a entidade, tem registrado elevação, passando de R$ 70,6 mil naquele ano para R$ 123 mil em 2009, uma alta de 74,22%. Por sua vez, o percentual de financiamento em relação ao valor do imóvel passou de 53,2% para 61,1% em 2009 - o que mostra que a elevação da soma financiada não é apenas uma consequência da alta de preços do mercado imobiliário.


Atualmente, a maior parte dos bancos já oferece prazo de até 30 anos para o pagamento da casa própria. Além disso, em março do ano passado, o Conselho Monetário Nacional (CMN) modificou as regras do crédito imobiliário, permitindo que o mutuário desse apenas 10% de entrada, em vez dos 30% exigidos anteriormente, e financiasse um imóvel mais caro, de até R$ 500 mil - o limite anterior para recursos da poupança era de R$ 350 mil. É o que explica Luiz França, presidente da Abecip:


“Com regras mais claras, prazos maiores e juros menores, o cliente se sente mais seguro para contratar um financiamento e em investir em imóveis melhores, pois as prestações cabem no bolso dele. Se antes ele adiava a compra para poupar uma boa quantia para financiar uma parte menor da casa própria, hoje, ele opta por comprar antes e pagar em mais tempo”, constata França.


O volume de crédito deve seguir em alta esse ano. Entre 2008 e 2009, o número de unidades financiadas teve um acréscimo de 28%, passado de 536 mil para 686 mil, incluindo operações com recursos da caderneta e do FGTS. No ano passado, foram emprestados R$ 34 bilhões para a compra da casa própria, superando o ano anterior em 13,3%. De acordo com a Abecip, este volume deve crescer 39%, chegando a marca de R$ 69 bilhões até o fim de 2010.


Fonte: O Globo

 


 

segunda-feira, 5 de abril de 2010

 

Jardinagem em vasos leva verde para quem tem pouco espaço.

  Seja por limitação de espaço ou por uma questão de praticidade, a jardinagem com vasos é uma boa forma de criar um espaço verde na sua casa ou em ambientes comerciais. Especialmente adequada para apartamentos ou casas com pouca (ou nenhuma) área verde, ela não requer obras e oferece um efeito mais rápido e versátil do que o paisagismo em canteiros – porém, requer algumas atenções diferenciadas.

A adequação das plantas ao ambiente é fundamental para o sucesso de um jardim de vasos. Ao escolher a planta, tenha em mente se o local em que ela permanecerá recebe luz direta ou é sombreado, se é coberto ou ao ar livre, se recebe vento, se é úmido ou seco. Essas informações servem de guia para escolher a vegetação correta.

Leve em conta também que, mesmo as plantas mais adaptadas aos ambientes sem luz e fechados precisam, em algum momento, passar uma temporada ao ar livre para se revigorar e se reidratar, principalmente se ficarem expostas ao ar condicionado, que as resseca.

A planta deve também estar adequada ao seu vaso e vice-versa. Um vaso muito pequeno pode provocar atrofia da raiz, o que prejudica o desenvolvimento da planta. Já um vaso muito grande pode ficar desproporcional e desvalorizar o arranjo. Algumas plantas, como as suculentas, pedem vasos rasos e largos. Já as dracenas, por exemplo, precisam de vasos mais profundos.

Outro fator importante é o acabamento do vaso e o material do cachepô, que podem variar conforme o efeito que se pretende dar, mas devem ser adequados ao ambiente e às intempéries a que serão expostos. Há materiais e vernizes que não resistem bem à umidade ou à luz do sol, por exemplo, e podem empenar e trincar.

Tenha em mente que a terra nos vasos se desgasta e fica exaurida mais rapidamente do que em canteiros. É preciso ter o cuidado de acrescentar adubação química e orgânica em quantidade e periodicidade corretas, pois o excesso desses nutrientes também é prejudicial.

A rega das plantas é essencial -- a frequência e a quantidade de água variam de espécie para espécie -- e a drenagem é igualmente importantíssima, para que as raízes não apodreçam. Certifique-se de que os vasos têm orifícios na parte de baixo para que a água possa escorrer. Em interiores, é preciso colocar um prato sob os vasos e cachepôs para que o excesso não caia no piso. E lembre-se de nunca deixar água acumulada, para evitar a proliferação de insetos.






 


 

Classe C vai demandar 10 milhões de imóveis.

 
A classe média popular vai dominar o mercado residencial brasileiro nos próximos anos, segundo recente estudo da MB Associados. De acordo com as projeções da MB, a classe C, com renda familiar de três a dez salários mínimos, terá uma demanda habitacional potencial por 10,4 milhões de imóveis até 2016.

A demanda potencial, segundo o trabalho, é medida pelo número de novas famílias que surgem em cada classe, incluindo-se aí pessoas que partem para morar sozinhas, como um filho que sai de casa ou um divorciado. A consultoria excluiu o déficit habitacional - condições precárias e coabitação, que atingem 7 milhões de famílias, 80% das quais nas classes D e E - do cálculo de demanda potencial.

As novas famílias vão buscar imóveis para morar, sejam novos, usados ou alugados. Sérgio Vale, economista da MB Associados, crê que grande parte da demanda potencial se direcione para a compra de imóveis novos, dada a rápida expansão do crédito imobiliário e o aquecimento desse mercado.

A demanda potencial da classe C é, inclusive, maior que a demanda potencial total de todas as classes, que é de 9,5 milhões até 2016. O fenômeno se explica pela migração prevista, para a classe C, de famílias das classes D e E, com a continuidade do processo de crescimento econômico e redução da pobreza.

Como as classes D e E vão diminuir, elas apresentarão uma demanda negativa de 2,4 milhões naquele período - isto é, essa será a redução do número de famílias nas duas classes mais pobres. Já o aumento do número de famílias das classe A e B (acima de dez mínimos) será de 1,6 milhão até 2016.

"O foco do setor nos próximos anos têm de ser a classe C, que é uma classe média, e não as classes mais baixas, D e E, que estão diminuindo", diz Vale.

Os financiamentos residenciais no Brasil atingiram o pico histórico de quase 700 mil unidades em 2009, comparado a cerca de 250 mil em 2004. O maior salto foi nos financiamentos concedidos pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE),cujo volume financeiro subiu de R$ 2,2 bilhões em 2004 para R$ 30 bilhões naquele período. Os dados são do Banco Central e da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

Mesmo com esse avanço, a participação do crédito habitacional brasileiro no PIB, de 3% em 2009, fica muito abaixo de países emergentes como México, China, Chile, Malásia e África do Sul, onde atinge respectivamente 9%, 10% e 14%, 30% e 34%.

Segundo a MB Associados, houve um aumento da participação do mercado de renda média, e de renda média baixa, na oferta de novos imóveis. Vale tem dados levantados pela incorporadora Cyrela, que mostram que a fatia do segmento "econômico", no total de lançamentos de imóveis residenciais na Grande São Paulo, ampliou-se de 31% para 45% entre 2004 e 2009. No Rio de Janeiro, a categoria "econômica" saltou no mesmo período de 17% para 29% do total de lançamentos. Os imóveis econômicos são definidos como aqueles com preço entre R$ 1,9 mil e R$ 2,7 mil o metro quadrado.

Fonte: Diário Web
 


 

Aluguel tem rendimento anual de 8% a 11%.

 


O aluguel de salas comerciais tem uma rentabilidade histórica em torno de 8% a 11% ao ano e o retorno do investimento ocorre no médio prazo, em cerca de seis anos após o início da aplicação, considerando apenas o ganho com a locação da sala. Hoje, o aluguel na capital paulista varia entre 0,7% a 1% do preço do imóvel.

"Nessa faixa de remuneração, o investimento começa a ficar mais interessante do que aplicar em Contratos de Depósito Interbancário (CDI), cujo risco é zero. Como a taxa do CDI vem caindo nos últimos meses, os recursos estão migrando para outras operações", explica Claudio Alencar, professor do núcleo de estudos do mercado imobiliário da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP).

Alencar lembra que isso pode mudar, com a tendência da alta dos juros. Mesmo assim, a mudança deve ser gradual pois, devido a um mercado de locação aquecido, a rentabilidade com relação ao CDI pode ser expressiva.

Além disso, a valorização do imóvel pode tornar o investimento mais atrativo mesmo diante desse cenário. "Mas o investidor deve ter em mente que um imóvel é um investimento conservador, de médio a longo prazo", diz Claudemir Galvani, professor de economia da PUC.

Alencar lembra que a aplicação contém riscos, que pode ser uma superoferta de escritórios no mercado, o que, diz, não parece estar acontecendo agora; oscilação de valorização de acordo com a região escolhida e obras de infraestrutura, que geralmente valorizam as salas, mas também podem acelerar a deterioração de determinada região. Galvani também cita a falta de liquidez do investimento. "Não é fácil se desfazer de um imóvel caso necessite de dinheiro rapidamente."

Também é preciso considerar a taxa de vacância, ou seja, o número de imóveis que não estão alugados. Segundo Ricardo Betancourt, membro do conselho consultivo do Secovi, hoje ela gira em torno de 4,6% na cidade. "É uma taxa baixa, que indica que de cada 100 metros quadrados existentes, 4 metros quadrados estão vazios. Isso não deve mudar em 2010 e 2011″, explica.

DETALHES - Para driblar riscos, é necessário escolher bem o local onde investir. Além disso, o prédio deve ter uma vizinhança qualificada e tecnologia.

Na hora da compra, devem ser observados, entre outros itens, a qualidade do sistema de ar condicionado, da fachada (inclusive se tem iluminação diferenciada); a condição da estrutura de tecnologia da informação, elevadores e se o prédio tem sistemas automatizados ou inteligentes, que incluam reúso da água, por exemplo.

"Sem itens modernos ou em boas condições, em médio prazo o investimento pode se desvalorizar ou até se tornar obsoleto", diz Alencar. Além disso, pode ser interessante diversificar a carteira de investimentos. O ideal é que o imóvel represente 35% do total, indica Galvani.

Fonte: Jornal da Tarde

 


 

terça-feira, 30 de março de 2010

 

Saiba como declarar imóveis no Imposto de Renda 2010.

 

Especialistas ensinam a informar os bens sem erros.
Devem ser informados apenas valores que já foram pagos.


A principal recomendação para evitar erros na hora de informar um imóvel na declaração do Imposto de Renda é considerar a situação em que ele se encontra. Bens financiados, quitados, doados ou adquiridos via consórcio precisam ser declarados de maneiras distintas.


De acordo com os especialistas, uma regra geral vale para declarar imóveis: só deve ser informado à Receita o valor que já foi pago, seja em um pagamento à vista, comprado na planta, financiado, pago em entrada seguida de prestações de financiamento ou em parcelas de consórcio.


"Toda vez que você financia um imóvel e ele é dado como garantia você reconhece o que pagou no período de apuração. Se eu paguei 12 parcelas em 2009, esse é o valor do custo do bem", explica Andréa.


Documentos


Em qualquer uma das situações exemplificadas acima, é importante reunir a documentação sobre o imóvel antes de começar a declaração. “Serve qualquer documento que comprove a compra do veículo: contrato de compra e venda, de compromisso, de permuta ou doação”, diz o consultor da IOB. São necessários também os CPFs e/ou CNPJs das pessoas e empresas envolvidas no negócio.


Em qual ficha?


Valores referentes à compra de imóveis devem sempre ser informados na ficha “Bens e Direitos” do programa IRPF 2010, disponível para download no site da Receita.


Quitados


Se o imóvel foi comprado à vista, fazer a declaração é mais simples: basta, na ficha “Bens e Direitos”, informar o código do bem (121 para apartamento, por exemplo) e dados do do imóvel (endereço, cidade e país onde ele se encontra, nome de quem vendeu, CPF etc.).


Caso o imóvel tenha sido adquirido em 2009, o preenchimento deve ser feito da seguinte forma: o campo “Situação em 31/12/2008” deve permanecer em branco, já que o apartamento ainda não havia sido comprado. Em “Situação em 31/12/2009”, informar o valor que foi pago e que está na escritura ou documento em que o negócio está registrado.


Despesas como comissão a corretores de imóveis, por exemplo, devem ser somadas a esse valor e depois detalhadas no campo “Discriminação”.


Financiados


Este tipo de imóvel é a fonte mais freqüente de erros, segundo a especialista Andréa Teixeira. Devem ser seguidos os mesmos passos iniciais utilizados em imóveis quitados: na ficha “Bens e Direitos”, informar o código do bem, o nome e CPF do vendedor, além do nome do banco ou financeira em que ele obteve o financiamento.


É preciso ainda descrever as condições de pagamento, por exemplo: R$ X de sinal, mais prestações de R$ X a serem pagas em X anos. Informe também, se houver, o montante do FGTS que foi usado na compra.


Comece a informar as quantias pagas a partir da data em que o imóvel foi adquirido: se a compra foi feita em 2009, deixe em branco o campo 31/12/2008. No campo 31/12/2009, deve ser informada a soma de tudo o que foi pago referente ao bem em 2009. “Eu somo todas as entradas, as parcelas, os sinais, o FGTS e coloco lá”, diz Teixeira, da IOB.


Além desses dados, é preciso informar o FGTS usado na compra em outra ficha: no item 3 da “Rendimentos Isentos e Não-Tributáveis”, para explicar à Receita de onde saiu esse “dinheiro a mais”.


Consórcios


Se o consórcio do imóvel ainda não foi contemplado, a declaração deve ser feita nos moldes dos financiamentos: na ficha "Bens e Direitos", use o código 95 e informe na discriminação os dados referentes ao consórcio, como o CNPJ da administradora, o tipo de bem a ser adquirido e a quantidade total de parcelas a pagar.


Informe a soma do valor das parcelas que foram pagas em 2008 e 2009 nos campos respectivos ("Situação em 31/12/2008" e "Situação em 31/12/2009").


Para consórcios que já foram contemplados: se a contemplação ocorreu em 2009, informe somente as parcelas que foram pagas em 2008 e deixe em branco o campo "Situação em 31/12/2009".


A partir daí, crie um novo item na ficha "Bens e Direitos" com o código correspondente ao tipo do imóvel. Na discriminação, informe todos os dados do imóvel e do consórcio. No campo Situação em 31/12/2009, referente ao imóvel, informe as parcelas que foram pagas até aquela data. "Nos próximos anos você vai continuar pagando o consórcio e vão compondo o valor do imóvel. Quando acabar de pagar tudo, daí sim será o valor total", diz Teixeira, da IOB.


Doações e compra conjunta


Quando o contribuinte recebe bem por doação, ele também deve ser informado na ficha "Bens e Direitos". Se a doação foi feita em 2009, o campo "31/12/2008" deve ser deixado em branco e o valor doado deve ser informado no campo "31/12/2009" no valor do bem. Além disso, a operação deve ser detalhada no campo "Discriminação".


Para justificar o aumento de patrimônio para a Receita, o dinheiro ou bem doado também deve ser informado em "Rendimentos Isentos e Não-Tributáveis", como transferência patrimonial.


Já quem doou o bem deve "dar baixa" no imóvel: para isso, repete na ficha "Bens e Direitos" na "Situação 31/12/2008" e deixa em branco o campo "Situação em 31/12/2009"; depois, informa a doação (com dados do imóvel e dos envolvidos) no campo Discriminação.


Fonte: G1



 


 

Consórcio habitacional pode ser pago com FGTS.

 






A partir de hoje, o uso do FGTS no consórcio imobiliário será ampliado e o dinheiro das contas poderá ser usado para abater prestações. A medida foi regulamentada ontem pela Caixa. Pela regra antiga, era permitido o uso dos recursos só para lance e complemento da carta de crédito.


A nova regra beneficia clientes que já compraram imóvel com a carta de crédito emitida pelo consórcio, mas ainda têm parcelas a pagar. Nesses casos, o trabalhador pode usar o fundo para antecipar compromissos futuros. Se o valor da conta for suficiente, a dívida poderá até ser quitada. Os interessados em usar o FGTS devem procurar as administradoras de consórcio a partir de hoje.


Para isso, o imóvel, a conta do FGTS e a titularidade do consórcio devem estar no mesmo nome e o imóvel precisa ser residencial e urbano, com valor de até R$ 500 mil.


A residência adquirida deve estar na localidade em que o cliente trabalha ou reside há mais de um ano. Nas regiões metropolitanas, também é permitido usar o FGTS para as cidades vizinhas. O cliente não pode ser dono de outro imóvel na cidade nem ter financiamento ativo do Sistema Financeiro da Habitação (SFH) em qualquer parte do Brasil na data de compra da residência.


O presidente executivo da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio (Abac), Paulo Roberto Rossi, acredita que a nova regra deve dobrar o número de clientes do setor que usam o FGTS. Em 2009, pouco mais de 10 mil clientes - dos 60 mil consorciados de imóveis no Brasil - usaram os recursos do fundo para dar lance ou reforçar o valor da carta de crédito.


"Antes, tínhamos a expectativa de que o setor cresceria de 8% a 10% em 2010; agora, pode até dobrar", disse Rossi.


Fonte: Estadão Online


 




Agência Santa Maria