
| Buscar por Data |
|
|
| |
| Buscar por Palavra |
|
| |
|
| |
Ações do setor imobiliário subiram até 300%. |
| |
O crescimento do mercado imobiliário em 2009 pegou em cheio as ações das empresas do setor. Alguns papéis valorizaram mais de 300% em 12 meses contabilizados até sexta-feira.
Apesar da alta acumulada, o segmento de construtoras e incorporadoras não é unanimidade como endereço de investimento para os próximos meses.
Ricardo Torres, professor de Finanças da Brazilian Business School (BBS), está entre aqueles que recomendam o setor. Ele avalia que as perspectivas para este ano são favoráveis, principalmente para as companhias cujos produtos são dirigidos às classes de menor renda, como Tenda e MRV, entre outras.
Torres afirma que os investidores podem se beneficiar caso incluam em suas carteiras papéis do setor imobiliário. "A demanda por habitação, que ficou reprimida durante longo tempo, pode ser atendida, já que existe crédito e as condições de financiamento estão melhores", avalia.
O professor da BBS avisa, porém, que não é necessário ter pressa na definição ou na aquisição das ações. Segundo ele, as mudanças de direção do mercado podem proporcionar boas oportunidades de compra. "Certamente, quem entrar no mercado hoje ou aumentar seus investimentos, dentro de 15 anos terá obtido rendimentos imbatíveis." Histórico Ricardo Pinto, coordenador do curso de MBA em Negócios Imobiliários, da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap), não desencoraja a compra de ações do setor, mas recomenda cuidados antes da decisão. Pinto alerta para a necessidade de conhecer a história da empresa antes de qualquer definição.
Segundo ele, é importante verificar a trajetória de cada companhia no segmento de atuação e no mercado acionário, bem como conhecer os motivos que levaram seus papéis à valorização. "É preciso saber se as razões são sólidas ou momentâneas", diz.
Desempenho na crise Ele faz ressalvas a papéis de companhias que tiveram altas a partir de incentivos governamentais. "Em 2010, teremos eleições. Quem garante que o novo governo vai dar seguimento aos programas em andamento hoje?" O professor da Faap afirma que o fim dessa classe de incentivo poderia trazer dificuldades às empresas que têm foco nos empreendimentos populares, o que, segundo ele, teria reflexos diretos sobre o valor dos papéis.
Pinto também recomenda, sobretudo aos neófitos em Bolsa, que pesquisem o desempenho da empresa antes e depois da crise econômica que atingiu o auge em setembro de 2008, chegou ao Brasil com força em dezembro daquele ano e começou a ceder em abril de 2009. Pinto recomenda a leitura de jornais. Ele reputa como um meio eficiente de conferir como a companhia se saiu durante o período de turbulência. "Prefira aquelas que tiveram menos dificuldades", orienta.
O professor pede cautela especial ao pequeno investidor que, acredita, "não tem a persistência dos grandes, o que, em mudanças bruscas, pode levar a perdas." Sandra Perez, analista da Coinvalores, vê boas perspectivas nas ações de empresas do mercado imobiliário. Ela afirma que as captações de recursos se transformam em lançamentos e vendas, o que calibra os caixas das companhias. A analista afirma que, se não houver altas bruscas dos juros, o setor não enfrentará grandes problemas.
Fonte: Agência Estado
|
| |
| |
Cresce nº de jovens que compram imóvel. |
| |
Levantamento feito pela Caixa Econômica Federal aponta que de 1997 a 2009, o número de pessoas com menos de 30 anos que estão comprando imóveis por meio de financiamento habitacional aumentou de 20% para 36%. Em 1997, a faixa etária dos 31 aos 40 anos liderava a compra dos imóveis com 44%.
De acordo com o superintendente regional da Caixa, Isaac Samuel dos Reis, essa mudança no perfil do público revela uma crescente capacidade de pagamento por parte dos mais jovens que, ao contrário dos seus pais, já conseguem casar comprando a casa própria. Além disso, fatores positivos — como a criação do programa Minha Casa Minha Vida, que oferece subsídios de até R$ 17 mil, dependendo da renda do interessado — tem contribuído para o acesso dos jovens ao imóvel próprio.
O gerente destacou que a falta de experiência em aplicações financeiras não é empecilho para adiar a compra da casa própria. Segundo ele, a inadimplência nos contratos tem se mantido estável, por volta dos 4%. Segundo dados da Caixa, de 1997 a 2009 foram financiados, apenas no município de Piracicaba, aproximadamente 17 mil imóveis, sendo aproximadamente 5.000 no ano passado. Em 2010, a Caixa pretende manter o mesmo patamar. "Por exemplo, para um imóvel de R$ 50 mil, o beneficiário terá uma dívida de R$ 33 mil, caso ele consiga esse subsídio. Com isso, ele poderá pegar uma casa ou apartamento de maior valor.
Fonte: Jornal de Piracicaba
|
| |
| |
RP terá condomínio de galpões. |
| |
Empreendimento ocupará no total 67 mil m2 na Rodovia Anhanguera e vai alugar espaços para as empresas.
Ribeirão Preto vai ganhar este ano seu primeiro condomínio de galpões logísticos. O futuro prédio, denominado Condomínio Park X, abrigará espaços para locação para empresas fazerem estocagem de produtos.
Em área construída de 67 mil metros quadrados (m2), na Rodovia Anhanguera, sentido Ribeirão Preto/Uberaba, no fim da avenida Brasil, o empreendimento é das empresas Halna, JBens e EWP.
"As obras de terraplenagem estão prontas e o primeiro dos galpões, de 14 mil m2, será entregue até o final do ano", afirma Arnaldo Halpern, diretor da Halna Empreendimentos, que constrói edifício residencial ao lado da Unip e tem área na avenida Presidente Vargas reservada para futuro prédio comercial.
O investimento do condomínio de galpões é estimado em R$ 85 milhões, assumido pelos empreendedores e por cotistas.
As empresas estão abertas à entrada de novos sócios.
Segundo Halpern, a remuneração do investimento prevê 1% ao mês.
O metro quadrado construído deverá girar em torno de R$ 1,3 mil.
Perto do Lopes
Segundo o diretor da Halna, a localização do condomínio, a menos de 2 quilômetros do Aeroporto Leite Lopes, e na mais movimentada rodovia do estado, favorecem o investimento.
"Existe demanda por esse tipo de locação", afirma ele, para quem, até agora, esse tipo de prédio só existe por iniciativa própria de grandes grupos, como Magazine Luiza e Casas Bahia.
Os módulos dos galpões, segundo ele, terão área padrão de 1,1 mil m2, mas também pode ocupar toda a área construída.
Conforme Halpern, o primeiro contrato de locação está em fase de negociação. "Nas próximas semanas o nome do locador será divulgado", diz.
Fonte: Jornal a Cidade
|
| |
| |
Prefeitura libera obra do Shopping Iguatemi. |
| |
Só faltava manifestação da Fundação Florestal. Anúncio formal do empreendimento deverá ocorrer no próximo dia 18 deste mês.
A construção do Shopping Iguatemi em Ribeirão Preto foi aprovada pela prefeitura e anunciada nesta quarta-feira por sua assessoria. O projeto aguardava a manifestação da Fundação Florestal, já que a área do empreendimento fica próxima à Estação Ecológica, também conhecida como Mata de Santa Tereza.
Procurada pela reportagem, a assessoria de imprensa regional da Iguatemi Empresa de Shopping Centers S.A disse que a empresa só irá se manifestar após o alvará ser expedido pela prefeitura ou for feito alguma comunicação oficial pela mesma. No próximo dia 18 deste mês, deve ocorrer cerimônia oficial com a presença dos empreendedores e da prefeita Dárcy Vera.
Entrega em 2011
Ainda segundo a assessoria do Iguatemi, todos os dados divulgados anteriormente para a construção do shopping continuam válidos, inclusive a data de previsão de entrega, esperada para o final de 2011.
O anúncio formal da construção do shopping foi feito em junho de 2008.
Na ocasião, a empresa anunciou que o local teria cerca de 200 lojas e que o investimento total seria de R$ 123 milhões.
Fonte: Jornal a Cidade
|
| |
| |
|
| |
Imóvel é opção para diversificar a aposentadoria. |
| |
Investimento pode ser feito em ativo físico ou em produtos financeiros
Não é de hoje que o investimento em imóveis está entre os preferidos dos brasileiros. A novidade é que, no ambiente em que as pessoas se preocupam cada vez mais com a renda depois da aposentadoria, o segmento imobiliário surge como opção para a poupança de longo prazo.
Especialistas indicam o segmento como uma alternativa para aumentar a renda na terceira idade. Ou seja, não se recomenda que todo o dinheiro seja imobilizado em um imóvel. "A vantagem não está na rentabilidade, pois as taxas de aluguel raramente batem os melhores produtos de renda fixa e previdência. É inegável, porém, o benefício da diversificação proporcionada por uma pequena carteira de imóveis", avalia o consultor Gustavo Cerbasi.
"No caso de uma crise, o pior efeito é a perda do inquilino, não do patrimônio, enquanto alguns produtos financeiros, quando mal escolhidos, podem trazer até perdas totais." Atualmente, o aluguel mensal equivale a cerca de 0,5% do valor do imóvel. "Quando o retorno atinge 1%, está super bem alugado", diz o economista Francis Brode Hesse.
Em termos de valorização, a história tem mostrado que os imóveis também são boa opção. Nos últimos três anos, enquanto o preço dos imóveis avançou 85%, o Ibovespa subiu 47,8%.
Em geral, imóveis pequenos, como salas comerciais e apartamentos de dois dormitórios, são os mais indicados, pois têm três características: oferecem retornos mais atrativos, têm muita procura – não ficam desocupados por muito tempo – e se encaixam na estratégia de diversificação da carteira (por causa do valor).
"A porcentagem de retorno tende a se reduzir em imóveis de valor elevado", diz o economista Marcos Silvestre. "Para fins de aposentadoria, os imóveis pequenos são mais interessantes, pois permitem redução do custo de vacância", completa Cerbasi.
O principal risco quando se pensa em imóveis é a liquidez, mas até isso pode se tornar uma vantagem no caso da aposentadoria. "Nessa época, o aposentado precisa de um fluxo de caixa periódico. Não é muito bom que esteja líquido porque pode sofrer assédio de familiares e amigos", pondera Silvestre.
Alternativa
Ainda assim, quem teme ficar sem liquidez pode optar pelos produtos financeiros atrelados aos imóveis. "Fundos imobiliários negociados em bolsa de valores permitem que, com um pequeno valor, o investidor consiga aplicar num conjunto de imóveis", diz o professor da Fipecafi Luís Eduardo Afonso.
Nessa aplicação, por cotas que custam a partir de R$ 1 mil, o investidor recebe mensalmente o rendimento do aluguel proporcional ao número de cotas que possui. "A vantagem é que fundos imobiliários envolvem grandes imóveis, em que a inadimplência tende a ser menor", diz o sócio do escritório PMKA Advogados Juliano Cornacchia.
"Com uma quantia pequena, compra-se um pedaço de um grande imóvel", acrescenta. Outro benefício é a isenção de Imposto de Renda para as pessoas físicas.
Quem fizer a opção por um imóvel físico deve saber que algumas questões devem ser observadas. Entre elas, as despesas de condomínios e impostos. "Geralmente, elas são de responsabilidade de do locatário. Mas, se ele deixa de pagar, o imóvel será onerado. Quem sairá perdendo é o proprietário", aponta Cornacchia. A recomendação é de que esses custos sejam acrescidos ao valor do aluguel, mas pagos pelo próprio dono do imóvel.
"Despesas extraordinárias, como a ampliação da infraestrutura do condomínio, também são de responsabilidade do proprietário", explica o advogado.
Fonte: O Estado de S. Paulo/Economia & Negócios
|
| |
| |
|
| |
Puxadinho emperrado Projeto polêmico que regulariza imóveis tem baixa adesão dois meses após entrar em vigor. |
| |
Lei fica no papel
A polêmica lei de regularização de imóveis, aprovada pela Câmara Municipal em novembro do ano passado, ainda não provocou os resultados práticos esperados. Depois de mais de dois meses em vigor, apenas 150 pessoas entraram com processo de regularização de seus imóveis. Cerca de cem bairros populares podem ter os imóveis regularizados.
O principal benefício da lei, até agora, foi a regularização dos 224 apartamentos CDHU no João Rossi, mesmo com deficiência de 90 vagas de estacionamento —eles devem ser sorteados no próximo dia 28, entre cerca de 14 mil inscritos.
Segundo o diretor de Análise e Controle de Projetos da Secretaria de Planejamento e Gestão Pública, Fernando Piccolo, os processos de regularização somam cerca de 10% dos 700 projetos que são protocolados por mês na Secretaria. “Esperávamos um volume maior, de 20% a 25%”. Para Piccolo, um dos entreves pode ser o custo de trabalhos profissionais para a regularização de projetos, e as taxas de regularização, que variam de acordo com o tamanho do imóvel. “O interessado tem que procurar um profissional, pagar pelo trabalho e recolher as taxas”, afirmou.
Uma das saídas para resolver o problema econômico seria a oferta de assistência profissional gratuita. O projeto já foi aprovado pela Câmara e sancionado pelo Executivo, mas a lei precisa ser regulamentada (veja texto nesta página). “Com a assistência gratuita acredito que o número de interessados aumentaria significativamente.” A administração municipal não sabe quantos são os imóveis irregulares atingidos pela lei aprovada, que restringe a regularização aos imóveis de interesse social.
O presidente da Associação dos Moradores da Ribeirânia, Ivens Telles, que lutou contra a aprovação da lei, tem outra opinião. Para ele, o projeto original —foi aprovada apenas a terceira versão do projeto— era destinado a regularizar imóveis das classes média e alta. “Como o alcance do projeto mudou, a procura agora é pequena. E vai continuar assim.”
Assistência gratuita pode vir depois
A regulamentação da lei que beneficia pessoas carentes com assistência gratuita ainda está em preparação. E pode chegar depois da vigência da lei de regularizações, que tem prazo de 120 dias. O vencimento é 17 de março. Há uma equipe multidisclipinar, com representantes da administração municipal e de técnicos que prestarão os serviços, como engenheiros e arquitetos. Segundo o presidente da Associação de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Ribeirão Preto (Aeaarp), Roberto Maestrello, a regulamentação está praticamente formatada. “O que estamos discutindo são os honorários dos profissionais. Terá que ser uma tabela com valores menores que os da Aeaarp, por ser um trabalho social”, afirmou. Maestrello, como Fernando Piccolo, não acredita que a lei será regulamentada a tempo de atender a regularização. “Mas as famílias de baixa renda terão a oportunidade de construir imóveis regulares”, disse. (GS)
Fonte: Gazeta de Ribeirão
|
| |
| |
Três milhões de imóveis devem entrar para o mercado de locação. |
| |
Nova Lei de Inquilinato deve incentivar proprietários a alugar
Levantamento feito pelo Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci) prevê a entrada de três milhões de imóveis no mercado de locação no Brasil entre 2010 e 2011. “Esses imóveis estão atualmente fechados. O ingresso de tal volume deve-se à nova Lei do Inquilinato, que entrou em vigor dia 25 de janeiro”, informa o presidente do Cofeci, João Teodoro da Silva.
A regional mineira da entidade (Creci-Minas) estima que 12% do número de imóveis fechados estão no estado. Segundo a entidade, muitos proprietários vinham preferindo manter seu patrimônio fechado a disponibilizá-lo para locação.
“Uma ação de despejo pode levar até dois anos, com um prejuízo crescente. Normalmente, nesses casos, além do aluguel, o locatário deixa de pagar também IPTU e condomínio. Agora, com a nova legislação, esse tempo se reduz para até quatro meses. Quando houver inadimplência, por exemplo, a nova lei prevê que o juiz tem que dar uma liminar de despejo em até 15 dias após o ingresso da ação pelo proprietário”, explica Paulo José Vieira Tavares, presidente do Creci-Minas.
Os contratos assinados antes de 25 de janeiro passam automaticamente a se submeter à nova legislação. As principais modificações que a nova Lei do Inquilinato traz são: redução no prazo das ações de despejo por inadimplência, que devem levar agora de 4 a 5 meses, contra até dois anos previstos anteriormente; possibilidade de troca de fiador na vigência do contrato; e agilidade no encerramento unilateral dos contratos de aluguéis.
Fonte: Uai
|
| |
| |
|
| |
Minha Casa Minha Vida aquece o mercado imobiliário em Ribeirão Preto. |
| |
A diretoria regional da Caixa Econômica Federal anunciou na sexta-feira, dia 22 que o Programa Minha Casa Minha Vida tem contribuído para o aquecimento dos setores imobiliário e da construção civil em Ribeirão Preto. Segundo o diretor Luiz Cesar Figueiredo, somente no ano passado foram contratados na cidade, por meio do programa, 4.557 imóveis para famílias com renda entre zero e dez salários mínimos. A previsão da Caixa é que somente no primeiro semestre de 2010 outros 4.350 mil imóveis serão contratados.
Outro dado que comprova a importância de Ribeirão Preto e o aquecimento do mercado da construção civil é a performance da regional da Caixa Econômica Federal em Ribeirão Peto. Dos 10.834 imóveis contratados pela Caixa no Estado, 4.350 foram em Ribeirão Preto. “Vamos continuar trabalhando em parceira com o terceiro setor para o desenvolvimento da cidade”, afirmtou Dárcy Vera.
Segundo levantamento da Caixa Econômica Federal, Ribeirão Preto está entre as cidades brasileiras com maior resolutividade no Programa Minha Casa Minha Vida, programa do Governo Federal que tem a finalidade de construir, até o final de 2010, cerca de 1 milhão de casas populares em todo o País. Os projetos protocolados pela cidade junto ao Programa Minha Casa Minha Vida totalizam 9.446 unidades habitacionais, sendo 3.147 para famílias com renda de zero a três salários mínimos.
Fonte: Ribeirão Preto Online
|
| |
| |
Estudantes movimentam mercado de locação; veja dicas para escolher certo. |
| |

Início de ano é tempo de rever a lista de prioridades e tentar tirar do papel o desejo de ter uma vida nova neste ano novo. Para algumas pessoas, porém, a mudança deve vir, quase que obrigatoriamente. Vestibulandos que viraram universitários neste ano e que têm de mudar de cidade, por conta da localização da faculdade, devem ter necessariamente uma vida nova. Para começar pela moradia. Onde e com quem ficar?
Não importa a resposta, a busca por imóveis no início de ano para alugar na cidade de São Paulo por parte dos universitários que passarão os próximos anos na capital paulista aquece o mercado de locação. Na hora de escolher o novo lar, os estudantes preferem imóveis cujo valor do aluguel fique entre R$ 1 mil e R$ 1,5 mil, segundo levantamento da Lello Imóveis.
"Os inquilinos normalmente são oriundos de famílias com bom poder aquisitivo, que avaliam mais o quesito comodidade do que preço em si, já que vão ocupar o imóvel por quatro ou cinco anos", afirmou, por meio de nota, a gerente de Locação e Vendas da Lello, Roseli Hernandes.
Para não passar sufoco:
Para quem já conhece a cidade, alugar um imóvel já não é fácil. Para quem vem de longe, as dificuldades podem aumentar. Para começar, ao assinar o contrato de locação, as imobiliárias exigem algumas garantias - o que acaba se tornando uma das principais barreiras para os estudantes.
Para assegurar ao dono o imóvel o pagamento do aluguel, as imobiliárias costumam exigir três tipos de garantias: o fiador, a garantia preferida pela maior parte do inquilinos, seguro-fiança e depósito. Há outras, mas essas lideram no mercado de locação.
O fiador nada mais é que um terceiro que garanta o pagamento das mensalidades. Como normalmente são os próprios pais ou parentes próximos que se dispõem a ser fiadores no aluguel, se eles não tiverem um imóvel próprio no estado ou até na cidade onde o estudante pretende morar, podem ser impedidos de entrar na negociação. Isso acontece porque, na maioria das vezes, imobiliárias e proprietários exigem que os fiadores sejam locais, para evitar problemas.
Apesar de ser a mais utilizada, principalmente por não ser onerosa a nenhuma das partes - a não ser que haja interrupção de pagamento do aluguel pelo inquilino -, a garantia por fiador nem sempre é aceita, principalmente se o estudante vai cursar uma universidade fora do estado onde vive sua família. Assim, quem não conhece ninguém no local onde vai morar que possa fazer esse papel no contrato de locação tem de partir para outra opção.
O depósito pode ser uma delas. Essa garantia é uma espécie de caução que as imobiliárias pedem ao inquilino. Normalmente, é exigida uma quantia igual a alguns meses de aluguel - como três ou cinco, por exemplo -, que é devolvida ao final do contrato.
No entanto, algumas imobiliárias ou proprietários de imóveis não aceitam o depósito como garantia e dão a opção de o inquilino utilizar o seguro-fiança, que nada mais é do que uma apólice que garante o pagamento da mensalidade, em caso de inadimplência do locatário. Assim como o depósito, o valor do prêmio da apólice é calculado com base no valor do aluguel. A diferença é que, ao contrário do depósito, que é válido por todo o período do contrato de locação, o seguro-fiança deve ser renovado anualmente.
A vantagem das duas últimas opções de garantia é que o inquilino não necessita da figura de um terceiro - no caso do fiador -, para fechar o negócio. Nestes casos, basta apenas a aprovação da imobiliária e do proprietário.
De olho nas novas regras:
Para quem precisa alugar um imóvel, é bom ficar atento às novas regras que passaram a vigorar a partir da última segunda-feira (25). A nova lei do inquilinato, dizem os especialistas, apenas garante que os contratos serão cumpridos à risca. Ou seja, adianta, de certa forma, o despejo daqueles que ficam sem pagar o aluguel.
A nova lei estabelece, que em contratos firmados com assinatura do fiador, ele poderá pedir o encerramento de seu compromisso, mas ainda responderá pela fiança por um prazo de 120 dias. Além disso, o fiador não precisa estar presente na hora da assinatura do contrato, o que deve facilitar a vida do estudante do interior.
Em caso de contratos sem fiador, a atenção deve ser redobrada, já que a retomada do imóvel poderá ser pedida já a partir do atraso de um aluguel. Neste caso, a ação de despejo será suspensa se, no prazo máximo de 15 dias, o inquilino quitar integralmente a dívida. Deixa de valer o requerimento em que o locatário manifesta intenção de pagar a dívida.
A partir de agora, a multa rescisória passa a ser proporcional. Se o inquilino decidir entregar o imóvel antes do fim do prazo, pagará apenas um valor proporcional ao tempo que faltava para cumprir o contrato.
A difícil vida de universitário...
Além das informações sobre as garantias de aluguel, seguem outras dicas para facilitar a busca de um imóvel na hora de mudar de cidade para estudar:
Busque anúncios no próprio mural da faculdade - muitos estudantes, imobiliárias ou proprietários de imóveis colocam cartazes oferecendo vagas, casas ou apartamentos para locação.
Avalie se vai morar sozinho ou dividir o apartamento - neste último caso, é importante levar em consideração se já conhece a pessoa com quem vai morar ou se, além do apartamento, terá de encontrar um flatmate (companheiro de casa).
Se optar por dividir, já decida se está disposto também a dividir o quarto ou se a ideia é que cada morador tenha seu próprio dormitório - dependendo do número de pessoas que vão morar juntas, esta última opção pode exigir um local grande, o que, na mesma proporção, encarece o valor do aluguel.
Além do valor do aluguel e da garantia, fique atento aos custos de condomínio, taxas, impostos, contas de serviços etc. Tudo vai impactar no custo final mensal da mudança.
Na hora de escolher o imóvel, atenção à localização: morar perto da faculdade pode facilitar a ida e proporcionar economia com transportes. No entanto, normalmente essas regiões são mais valorizadas, e os valores do aluguel costumam ser mais altos. Faça as contas antes de fechar negócio.
Fonte: msn negócios
|
| |
| |
Preço do aluguel de imóveis na praia durante o Carnaval sobe em 2010. |
| |
O Carnaval está chegando e muitas pessoas optam em passar a festa mais esperada do ano no litoral. Quem decide fazer esse passeio já sabe: é preciso pesquisar um imóvel muito antes de fevereiro, primeiro, pelo preço, que sempre sobe nessa época, e segundo porque a demanda é muito grande e geralmente não atende a todos que procuram.
De acordo com pesquisa realizada pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (CRECISP), com 43 imobiliárias localizadas em 12 cidades litorâneas, houve um aumento geral das diárias em todos os tipos de imóveis pesquisados no Litoral Sul e Norte.
As imobiliárias consultadas são das cidades de Bertioga, Caraguatatuba, Guarujá, Ilhabela, Itanhaém, Mongaguá, Peruíbe, Praia Grande, Santos, São Sebastião, São Vicente e Ubatuba.
Apenas as cidades do Litoral Central apresentaram o valor da diária de alguns tipos de imóveis menor este ano, em comparação com o Carnaval do ano passado.
No Litoral Sul, os aumentos variaram de 13,7% a 80% e de 9,61% a 79,38% no Litoral Norte. Todos os aumentos superaram a inflação acumulada no ano, de 4,31% pelo índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
No Litoral Central, as diárias de 5 tipos de imóveis aumentaram e as de 4 baixaram na comparação com o ano passado.
Durante esta temporada, um apartamento quitinete é o imóvel mais barato que se pode alugar em cidades do Litoral Sul, como Itanhaém e Peruíbe, com um aluguel diário médio de R$135,00.
Caso a opção seja as casas amplas, de 4 dormitórios, em cidades do Litoral Norte como Ubatuba e São Sebastião, o valor da diária sobe para R$950,00. Entre esses extremos, há opções como apartamentos de 2 dormitórios por R$ 466,67 a diária, em cidades do Litoral Central como Guarujá e Santos.
Os apartamentos de 1 dormitório situados no Litoral Central foram os que tiveram o maior aumento do aluguel/dia, representando 80,62% em relação a 2009, com o valor da diária saltando de R$193,33 em fevereiro de 2009 para R$349,20 durante o período que se estende de 12 a 17 de fevereiro desde ano.
Já o aluguel que mais baixou, de acordo com a pesquisa, foi o de casas de 4 dormitórios em cidades do Litoral Central. Em 2009, esse valor estava em R$1.300,00 e agora caiu para R$556,67, redução de 57,18%.
"Os donos de imóveis estão com um olho no clima e outra na economia. As notícias de que a economia foi bem apesar da crise internacional e as altas temperaturas do verão, estimulam os proprietários a pensar que haverá uma demanda forte por seus imóveis nesse recesso do Carnaval, daí a alta dos valores de locação", relata o presidente do CRECISP, José Augusto Viana Neto.
Segundo Viana, mesmo com os aumentos, pode ser mais vantajoso alugar uma casa ou apartamento. "Mais pessoas hospedadas em imóvel alugado também permite reduzir os gastos com refeições em restaurantes e até mesmo com opções de lazer já que a maioria desses imóveis tem aparelhos de TV e DVD", afirma.
Ele esclarece que outro fator importante é que esses são valores "que podem ser negociados, havendo a possibilidade de se obter descontos dependendo do número de dias que se pretenda ficar no imóvel". Lotação limitada
A pesquisa CRECISP contatou que alguns proprietários estão limitando a ocupação dos imóveis, entre 6 e 10 pessoas nas casas e apartamentos de 3 dormitórios e entre 2 a 6 nos imóveis de 1 dormitório.
Em Itanhaém, no Litoral Sul, por exemplo, apartamentos de 1 dormitório estão sendo ocupados por até quatro pessoas, enquanto as quitinetes localizadas na Praia Grande, hospedam até seis pessoas.
As imobiliárias consultadas são das cidades de Bertioga, Caraguatatuba, Guarujá, Ilhabela, Itanhaém, Mongaguá, Peruíbe, Praia Grande, Santos, São Sebastião, São Vicente e Ubatuba.

Fonte: Ribeirão Preto Online
|
| |
| |
|
| |
Cartórios vão exigir descrição do imóvel rural a partir de 2011. |
| |
Custo é por conta do governo para as propriedades rurais com até quatro módulos fiscais
A partir do ano que vem, toda propriedade rural que tiver o tamanho alterado ou for vendida, vai precisar do certificado de descrição do imóvel, que é emitido pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Caso contrário, os cartórios não poderão fazer o registro da área.
A lei determina que as medições sejam feitas de acordo com técnicas modernas. Áreas com mais de 500 hectares já precisam do certificado de georreferenciamento. Mas o Incra alerta que a maioria dos imóveis rurais foram medidos de forma imprecisa. É comum encontrar fazendas com extensões que não correspondem à realidade.
– Era um problema por conta da técnica atrasada que não possibilitava ver onde aquelas áreas estavam localizadas. A partir do momento que as terras estão certificadas se tem muito mais tranqüilidade do ponto de vista jurídico na negociação dessas áreas – afirma o diretor Nacional de Ordenamento da Estrutura Fundiária do Incra, Richard Torsiano.
A partir do ano que vem, toda a propriedade que tiver o tamanho alterado ou for vendida vai precisar ter o georreferenciamento. Somente para as pequenas, o serviço será gratuito. O custo é por conta do governo para as propriedades rurais com até quatro módulos fiscais, medida que varia de 10 até 100 hectares, de acordo com a região do país.
Fonte: Canal Rural
|
| |
| |
|
| |
Convênio prevê imóveis do Minha Casa Minha Vida. |
| |
Serão 448 apartamentos que serão erguidos no Jardim Ipiranga e na Vila Augusta
A Prefeitura de Ribeirão Preto assinou ontem contrato com a Caixa Econômica Federal que prevê a construção de 448 apartamentos destinados à famílias da cidade com renda mensal de 0 a 3 salários mínimos. Os imóveis fazem parte do programa Minha Casa Minha Vida, do governo federal.
As obras devem ser erguidas no Ipiranga e na Vila Augusta, metade para cada bairro. A previsão é que as unidades fiquem prontas entre 12 e 18 meses.
Segundo o contrato, serão investidos no projeto R$ 20,6 milhões. Cerca de 16 mil famílias, de acordo com a Prefeitura, estão cadastradas no perfil exigido para se obter um dos 448 apartamentos. A escolha de quem terá direito a morar nas unidades será feito mediante sorteio, que deverá ocorrer no segundo semestre.
Os valores da prestação, que podem ser pagas em até dez anos, são de R$ 50 para quem tem renda de 0 a 1 salário mínimo, R$ 100 para 2 salários mínimos e R$ 150 para 3.
De acordo com a prefeita Dárcy Vera (DEM), que participou da cerimônia de assinatura do convênio, terão prioridade no momento do sorteio, entre outros, mulheres separadas com filhos e deficientes físicos.
Em seu discurso, a prefeita ressaltou a importância da construção dos novos apartamentos para além da questão habitacional. "Em Ribeirão, no segundo semestre do ano passado, a construção civil foi responsável pela geração de três mil empregos", disse.
Para o presidente da Cohab Ribeirão Preto, Rodrigo Arenas, três construtoras serão as responsáveis pelas obras. "Os prédios serão construídos em terrenos particulares", afirmou.
"Os apartamentos terão área privativa de 42,96 metros quadrados, com sala, cozinha, área de serviço, dois dormitórios, um banheiro e uma vaga na garagem. O valor de cada unidade será de R$ 46 mil", afirmou o superintendente regional da Caixa Econômica Federal em Ribeirão Preto, Luís Cesar Figueiredo. De acordo com ele, no ano passado, em Ribeirão, a Caixa investiu no setor de habitação R$ 410 milhões. (GR)

Fonte: Gazeta de Ribeirão
|
| |
| |
Bancos preveem juro estável para crédito imobiliário em 2010. |
| |

Segundo executivos, provável alta do juro básico da economia (Selic) não influenciará custo dos financiamentos
Enquanto o mercado financeiro discute quando e quanto o juro básico deve subir neste ano, no imobiliário o discurso é de que as taxas dos financiamentos não vão acompanhar a trajetória de alta da Selic. O principal argumento dos bancos é de que a maior parte dos recursos do crédito imobiliário é captada por meio da poupança, investimento que não sofre grandes alterações de rentabilidade quando o juro básico é modificado.
Especialistas esperam que a Selic encerre 2010 em 11,25% ao ano (ante 8,75% hoje), de acordo com o mais recente boletim Focus do Banco Central (BC), resultado de uma pesquisa com centenas de instituições financeiras e consultorias.
"Os recursos do crédito imobiliário vêm da poupança. Mesmo com a Selic tendo um ajuste, não deve haver alteração nas taxas praticadas", disse o superintendente executivo de crédito imobiliário do Bradesco, Claudio Borges. Por lei, os bancos são obrigados a direcionar 65% do dinheiro da poupança a empréstimos habitacionais.
Fonte: Economia & Negócios / Estado de S. Paulo
|
| |
| |
Alterações na Lei do Inquilinato aceleram despejo. |
| |
EDSON VALENTE da Folha de S.Paulo
Desde segunda-feira passada (25), donos e inquilinos de bens residenciais e comerciais se veem às voltas com novas regras no campo da locação imobiliária. Com a entrada em vigor de alterações na Lei do Inquilinato, os participantes desse mercado apontam um reequilíbrio de forças na balança de suas relações.
Segundo os especialistas ouvidos pela Folha, as mudanças pesam mais a favor dos proprietários, que ganharam mais segurança nas transações, e dos fiadores, menos amarrados aos acordos. Para imóveis residenciais, a novidade mais impactante é a aceleração do despejo de locatários inadimplentes.
"Assim que o inquilino é citado em uma ação de despejo, ele agora tem 15 dias para purgar a mora [pagar a dívida em juízo] ou o processo prosseguirá", afirma o advogado cível Gabriel Tosetti Silveira.
"Pela legislação anterior, o devedor podia pedir mais um prazo para quitar o débito", compara. Nos contratos que não incluem garantia locatícia --fiador, seguro-fiança ou depósito caução--, o locatário já é obrigado a sair do imóvel se não paga nos 15 dias.
"O juiz dá uma liminar de despejo", explica o advogado Jaques Bushatsky, diretor de locação do Secovi-SP (sindicato do setor imobiliário).
O fiador, por sua vez, passou a ter o direito de exoneração da obrigação ao fim do prazo de locação definido no contrato mesmo que o inquilino continue no imóvel com a anuência do locador --o que caracteriza a continuidade do acordo por prazo indeterminado.
Depois de comunicar a desistência, o fiador ainda é responsável durante 120 dias, e o locatário deve apresentar uma nova garantia em até 30 dias -ou poderá ser despejado.
Na opinião de Roseli Hernandes, gerente-geral de locação e vendas da Lello Imóveis, as mudanças são benéficas para todas as partes: "Proprietários que estavam com seus imóveis fechados têm nos procurado". Ela estima que o tempo de despejo caia pela metade.
Fonte: Folha Online

|
| |
| |
Aluguel em Ribeirão Preto está 15% mais caro. |
| |

Reajuste em janeiro é motivado pela divulgação da lista de aprovados nas universidades.
O valor dos aluguéis em Ribeirão Preto está 15% mais caro em janeiro deste ano se comparado com o mesmo mês de 2009. Os dados são do Conselho Regional de Corretores de Imóveis. O reajuste representa uma alta de quase 12 pontos percentuais em relação à inflação 2009 da cidade, que foi de 3,43%. Quando a comparação é feita com o mês de novembro de 2009, o acréscimo no valor dos aluguéis varia de 7% a 10%.
De acordo com o presidente do Creci de Ribeirão, Sinésio Donizeti Nunes Rodrigues, o aumento dos aluguéis acima da inflação é motivado, principalmente, pela divulgação dos aprovados por uma das maiores universidades de Ribeirão, a Unaerp, e também pela proximidade da divulgação do resultado do vestibular da Fuvest 2010, que deve sair este mês. A lista dos aprovados de outras duas faculdades privadas ribeirão-pretanas, ainda não divulgadas, também pressiona a elevação dos aluguéis.
"Nessa época do ano a demanda aumenta muito, sobremaneira a procura por kitnets e apartamentos de um quarto. Os proprietários que fecham contrato agora costumam fazer bom negócio", disse Rodrigues.
Um exemplo de quem teve que desembolsar mais dinheiro para alugar um apartamento é a estudante Thais Taveira Miranda, 21 anos, que é do Pará e veio para Ribeirão para estudar Medicina. Ela alugou, na quinta-feira passada, um apartamento de um quarto no Iguatemi por R$ 775. Antes, ela dividia com uma amiga, no mesmo bairro, um apartamento de três quartos. As duas juntas pagavam por ele R$ 700. "Nós estávamos no apartamento há três anos e, por isso, acho que o valor ficou meio defasado."
Segundo imobiliárias ouvidas pela Gazeta, existem casos de apartamentos próximos a universidades que tiveram valorização no aluguel de até 120% nos últimos seis anos — uma média de 20% ao ano —; a média anual da inflação brasileira nesse mesmo período é de cerca de 5%. (EA)
|
| |
| |
|
| |
IGP-M começa 2010 em alta depois de deflação. |
| |

São Paulo - Depois de registrar em 2009 a primeira deflação anual de sua história , o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), que reajusta a maioria dos contratos de aluguel no país, subiu 0,27% na primeira prévia de janeiro, ante deflação de 0,16% apurada no mesmo período de dezembro. A mediana das projeções apuradas pela Reuters apontava alta de 0,14% para o indicador na leitura inicial deste mês.
TRADUZINDO O ECONOMÊS: Conheça os principais índices de inflação
Os dados divulgados nesta terça-feira pela Fundação Getulio Vargas (FGV) mostraram que o Índice de Preços por Atacado (IPA) teve alta de 0,25%, depois da queda de 0,35% na leitura inicial de dezembro. Já o o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 0,40% na abertura de deste mês, ante avanço de 0,13% em dezembro. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) arrefeceu a alta para 0,07%, após elevação de 0,28% na leitura inicial do último mês do ano passado.
A primeira leitura do IGP-M de fevereiro foi calculada com base na variação dos preços entre os dias 21 e 31 de dezembro.
Fonte: O Globo
|
| |
| |
Governo vai injetar R$ 3 bilhões no Minha Casa. |
| |

Brasília - Para turbinar os programas habitacionais em ano eleitoral, o governo federal vai destinar R$ 3 bilhões para alavancar o Programa Minha Casa, Minha Vida nos municípios com até 50 mil habitantes e os financiamentos do chamado Pró-Moradia - linha de crédito para governos estaduais e municipais, com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O anúncio foi feito ontem, em solenidade com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ministros, governadores e prefeitos de várias cidades.
Dos R$ 3 bilhões, R$ 1 bilhão irá para construção de 74 mil unidades habitacionais em 2.014 municípios, selecionados em oferta pública para serem beneficiados pelo programa. Esses recursos são do Orçamento da União e têm como objetivo atender famílias com renda até três salários mínimos.
Para evitar vinculações partidárias, o ministro das Cidades, Márcio Fortes, disse que a escolha dos municípios levou em conta disponibilidade de terrenos pelos governos locais e o déficit habitacional. Também foram priorizados municípios em situação de calamidade pública. Do R$ 1 bilhão para cidades com até 50 mil habitantes, R$ 540,3 milhões serão destinados a municípios da Região Nordeste, R$ 161,7 milhões da Norte, R$ 161,1 milhões do Sudeste, R$ 76,2 milhões do Sul e R$ 60,5 milhões do Centro-Oeste.
Os municípios terão até 31 de março para contratar os recursos nos bancos, caso contrário poderão ter ser projetos substituídos. “Caso não sejam contratados, vamos fazer uma repescagem”, disse Fortes. O ministério recebeu mais de 9 mil propostas de 3.755 municípios, envolvendo R$ 5 bilhões.
Para estimular os financiamentos para construção de moradias para Estados e municípios, o governo federal anunciou ainda que serão liberados R$ 2 bilhões do FGTS ao programa Pró-Moradia, do PAC. Até o momento, já foram liberados R$ 5,5 bilhões em empréstimos com recursos do FGTS para Estados e municípios. Esse programa tem como objetivo financiar projetos de urbanização de assentamentos precários e produção de habitações.
BALANÇO - No evento, Mário Fortes destacou que, no âmbito do Minha Casa, Minha Vida, existem na Caixa propostas para construção de mais de 600 mil unidades. Por isso, disse ter a expectativa de que a entrega de casas se acelere neste ano. Já foram fechados contratos para 250 mil unidades habitacionais. Mas, conforme divulgou o Estado, por enquanto foram firmadas apenas 24.707 operações com pessoas físicas. “Isso mostra que tivemos uma meta muito realista”, ressaltou a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff.
Fonte: O Estado de S. Paulo / zapimoveis
|
| |
| |
Projeto prevê emissão de contas mensais no nome do inquilino. |
| |
Proposta evita que o dono do imóvel fique com o nome sujo se o inquilino não pagar a conta.
O Projeto de Lei 5593/09, em tramitação na Câmara, permite que as concessionárias de água, luz, gás e telefone emitam as faturas mensais em nome do locatário ou sublocatário do imóvel. A proposta, de autoria da deputada Rose de Freitas (PMDB-ES), altera a Lei do Inquilinato (8.245/91).
Segundo a deputada, o objetivo do projeto é evitar que o serviço seja cortado ou que o dono do imóvel fique com o nome sujo, por falta de pagamento das contas mensais pelo inquilino.
Despesa de consumo - "As empresas têm por costume vincular os serviços ao nome do titular do imóvel ou ao imóvel. Quando há falta de pagamento, por culpa do inquilino, é sobre o titular que recai o ônus de arcar com despesa de consumo", afirma.
Rose de Freitas argumenta que a situação ocorre porque a legislação não prevê que, nesses casos, o ônus deve ser transferido para quem realmente consumiu o serviço (o inquilino). Para ela, nesse tipo de relação o dever de pagar é de quem "realmente utilizou um serviço como destinatário final".
Tramitação - O projeto tramita de forma conclusiva nas comissões de Defesa do Consumidor; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Fonte: Agência Câmara
|
| |
| |
Creci-SP avança proposta para “Minha Casa” financiar usados. |
| |
Pedido entregue ao ministro Lupi, que também preside o CCFGTS, inclui elevar teto do valor do imóvel e ampliar abrangência além das RMs.
13/01/09, São Paulo, SP - O peso político da plenária que recebeu (terça-feira, 12) o ministro do Trabalho, Carlos Lupi – também presidente do Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS), na sede do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (Crecisp) é pressão considerável no esforço para repercutir a principal demanda da entidade: o financiamento de imóveis usados pelo programa habitacional “Minha Casa, Minha Vida”, que opera com recursos do FGTS.
Para reforçar o peso político da mesa formada ao redor do ministro Lupi, o presidente do Crecisp, José Augusto Viana, ao anunciar a fala do presidente da Confederação Nacional dos Profissionais Liberais, Francisco Antonio Feijó, em alto e bom som lembrou que ele representa nada menos do que quatro milhões de brasileiros (ou eleitores), dos quais 248 mil são corretores de imóveis e, destes, 98 mil trabalham na capital paulista.
O documento entregue ao ministro – que veio acompanhado do secretário das Relações do Trabalho, Joaquim Medeiros , contém três reivindicações. Além de estender a abrangência do “Minha Casa” para a compra de imóveis usados, o Crecisp propõe aumentar em R$ 20 mil o teto do valor do imóvel a ser financiado no âmbito do programa, para as três faixas de renda; e que os critérios de financiamento se estendam a até 120 km da cidade-sede do trabalhador, independente de localização em Região Metropolitana.
A demanda para ampliação do teto do valor do imóvel a ser financiado é resultado da vivência dos corretores de imóveis na ponta da cadeia produtiva, muito embora o fato de o programa “Minha Casa” limitar a atuação deste profissional. “Adotar o financiamento de imóveis usados significará também corrigir uma injustiça com a categoria”, lembrou Viana.
Em relação a estender a abrangência para 120 km, Viana defendeu: “A cidade de Santos, por exemplo, não pertence à Região Metropolitana, porém é praticamente limítrofe à capital. Ampliar o financiamento para quem mora em Santos e trabalha em São Paulo, ou vice-versa, e para várias outras cidades localizadas em situação semelhante, como Jundiaí, significará incluir milhares de trabalhadores na realização do sonho da casa própria”.
Na dependência do Conselho Curador - Peso político do encontro à parte, Viana diz que “não se pode esquecer o criterioso cuidado dispensado pelo Conselho Curador às resoluções que envolvem recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço”, e acrescentou que as propostas passarão por análises técnicas de diferentes especialidades, até serem apreciadas na câmara dos conselheiros.
“Faltam terrenos para construir, sobram imóveis usados - Voltando ao financiamento de imóveis usados no âmbito do “Minha Casa”, Viana lembra o que vem repetindo desde a realização do 3º Congresso Sul Imobiliário Sul (Consim), realizado (maio, 2009) na gaúcha Gramado.
“A negociação da venda de um imóvel usado gera seis operações imobiliárias, e resulta na compra de um imóvel novo. A compra de usados faz girar o motor da economia, movimentando desde reformas até o segmento de lançamentos, mas o governo não vê desta forma”, reforçou o dirigente do Crecisp.
Quatro milhões de imóveis usados disponíveis no país para movimentar o mercado de usados é a estimativa de Viana. Em contrapartida, lembra o dirigente, faltam terrenos adequados para receber habitações.
“Em lugares onde há infraestrutura, os terrenos, além de escassos, têm preços elevados, incompatíveis com a proposta do projeto “Minha Casa”. Onde há terrenos disponíveis, não existe infraestrutura adequada para atender a nova demanda”.
Fonte: Terra
|
| |
| |
|
| |
Pedidos para isenção de IPTU já começaram. |
| |
A Prefeitura recebeu, até ontem, cerca de dez pedidos; o prazo é de 30 dias após o carnê chegar
A Prefeitura de Ribeirão Preto começou a receber na segunda-feira os pedidos de isenção e descontos do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). Até ontem, cerca de dez pedidos haviam sido protocolados no Protocolo Geral da Prefeitura. O prazo para o protocolo é 30 dias após o recebimento do carnê.
Têm o direito a isenções e descontos, as viúvas, aposentados, pessoas definitivamente incapacitadas para o trabalho, portadoras do vírus HIV, internados ou egressos de leprosários, menores órfãos, ex-combatentes, associações de bairros e beneficentes.
Também podem pedir isenção famílias com renda de até três salários mínimos, possuidoras de único imóvel utilizado como residência, que tenha até 60 metros quadrados de construção e valor venal de até R$ 20 mil. Outros que podem ter isenção são os imóveis situados em áreas de enchentes.
Mas o secretário da Fazenda, Manoel Saraiva, disse acreditar que haverá menos pedidos de isenção em 2010 em função de uma instrução normativa de novembro do ano passado que desobriga os isentos de impostos de refazer o pedido anualmente. “Acho que o número será bem menor”, disse.
Os imóveis territoriais isentos, imunes e sem IPTU incidente são 3 mil. Já os prediais somam 3,6 mil. “Mesmo os isentos recebem o carnê do IPTU sem qualquer valor. Quem era isento e recebe o carnê com algum valor é porque perdeu a isenção”, disse Eliana Furquim, diretora da Secretaria da Fazenda.
VALOR DEFASADO. Desde 200,5 o vereador Coraucci Netto (DEM) tenta fazer com que a Prefeitura aplique a correção no valor de isenção, que há cinco anos é de R$ 20 mil. A Câmara Municipal aprovou no final do ano a proposta, mas ele espera a sanção da prefeita Dárcy Vera (DEM). “Quem tinha um imóvel que valia R$ 19,5 mil há dois anos perdeu a isenção com a correção do valor”, afirmou. (GS)
Fonte: Gazeta de Ribeirão
|
| |
| |
Feriado municipal de 20 de janeiro comemora o Dia do Padroeiro da cidade. |
| |

Ribeirão Preto tem novo feriado municipal e religioso: 20 de janeiro, Dia de São Sebastião
A prefeita de Ribeirão Preto, Dárcy Vera, com base nos argumentos do projeto do vereador Corauci Neto, promulgou, em março do ano passado, a lei que resgata o dia 20 de janeiro como feriado municipal. Nesse dia se comemora o Dia de São Sebastião, padroeiro de Ribeirão Preto. Até 1967 essa data era considerada feriado municipal e a lei pretende resgatar a tradição.
A história da cidade começa com a lei provincial nº 51, de 2 de abril de 1870, quando foi criada a Freguesia (Distrito de Paz) de São Sebastião do Ribeirão Preto, fixando-se os limites correspondendo aos atuais municípios de Ribeirão Preto, Sertãozinho, Cravinhos, Serrana, Pontal, Dumont, Guatapará e Distrito de Bonfim. Ainda em 1870, no dia 16 de julho, foi criada a Paróquia compreendendo os mesmos limites da Freguesia.
São Sebastião é um santo muito popular e padroeiro também do município do Rio de Janeiro. É considerado protetor da humanidade contra a fome, a peste e a guerra. O padre Francisco Jaber Zanardo Moussa, o padre Chico, da catedral, elogia a promulgação da lei. "A prefeita atendeu um pedido da comunidade católica, que não irá atrapalhar o feriado de aniversário da cidade, que continua no dia 19 de junho. Essa iniciativa só valoriza o santo e resgata a história da cidade. E nesse dia, poderemos realizar quermesses, festejando São Sebastião, organizando futuras ações culturais do padroeiro", declarou o padre.
Fonte: EPTV
|
| |
| |
|
| |
O ano de 2009 foi das construtoras na Bolsa. |
| |

Faltando apenas seis pregões para o investidor estourar o champanhe, o Índice Bovespa (Ibovespa), principal indicador da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), deve encerrar o ano com alta de cerca de 80% (77,88% até sext ano de 2009 se aproxima do fim e é hora de fazer as contas. Quem olha para trás e ignora o que aconteceu antes de janeiro nem acredita que vivemos “a pior crise desde 1929″, como a-feira). A valorização é comparável apenas à de 2003, quando a Bolsa subiu 97,34%.
No cenário atual, o grande vencedor foi o setor da construção civil, cujas ações sobem, em média, 204%, até dia 14, revela reportagem de Felipe Frisch publicada na edição desta segunda-feira no Globo. Foi justamente o segmento da economia que mais apanhou no mercado de ações no ano passado, devido à sua dependência do crédito e à perspectiva de que as torneiras dos bancos secariam.
Em seguida, vem o segmento de shoppings, fortemente correlacionado e cujas ações já sobem 196% no ano prestes a acabar.
Chama atenção ainda o desempenho das ações das mineradoras, com alta média de 178%. O setor é o de maior peso na Bolsa brasileira (devido ao peso das ações da Vale), com o de petróleo (com a Petrobras), ambos sendo responsáveis por cerca de 18% do Ibovespa cada. É importante frisar ainda que nenhum segmento ficou negativo no ano na Bolsa, descaracterizando de vez o cenário de crise. Na lanterninha, ficou o setor de alimentos e bebidas, com alta de 49,39%.
Não à toa, agora o setor está entre os mais recomendados pelos analistas para 2010, com outros segmentos ligados ao mercado interno, diante das apostas em um crescimento do país de 5%. A chefe de análise da Fator Corretora, Lika Takahashi, destaca o segmento e ainda: bancos, empresas de varejo, shoppings, telefonia e os novatos na Bolsa: saúde e educação.
Fonte: Globo Online
|
| |
| |
Niemeyer online. |
| |
A Fundação Oscar Niemeyer comemora os 102 anos do arquiteto, completados em dezembro, com um novo site, totalmente interativo. No espaço virtual, o internauta encontra um acervo com 60 trabalhos de Niemeyer, além de textos e imagens sobre fatos marcantes da arquitetura brasileira e mundial.
O projeto do site é da dupla de designers Pedro Segreto e Marcelo Alt, da Caos Vídeo & Design!. Para tornar a navegação ainda mais rica, foi incluída a ferramenta Google Maps, que permite que as edificações sejam localizadas no mapa das cidades. O endereço é www.niemeyer.org.br.
Fonte: Zap | imoveis
|
| |
| |
Financiamento de imóvel com recursos de FGTS e poupança deve aumentar em 25% em 2010. |
| |
O setor da construção civil deverá ser um dos motores da economia em 2010, devendo superar a marca de um milhão de unidades, tanto para famílias de baixa renda, quanto de classe média.
O número representa um crescimento de 25% sobre o total de moradias financiadas em 2009. A projeção é da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário (Abecip) e considera as duas principais fontes de recursos da habitação, que são o FGTS e a poupança.
Segundo a entidade, as operações com recursos da poupança vão crescer 50%, atingindo R$ 45 bilhões, com mais de 400 mil unidades financiadas. Com orçamento de R$ 24 bilhões para habitação, tudo indica que o FGTS também vai superar as 400 mil moradias contratadas no ano passado.
De acordo com a reportagem de Geralda Doca da edição desta segunda-feira do Globo, este mês, a Abecip divulgará o balanço de 2009, mas a expectativa é que tenham sido financiadas pela poupança 310 mil unidades, num total de R$ 32 bilhões.
Os recursos - destinados a imóveis novos e usados, para todas as classes de renda - são 70% superiores aos cerca de R$ 40,5 bilhões liberados pelas duas fontes em 2009 - menos de R$ 23 bilhões da poupança e R$ 18 bilhões do FGTS.
Fonte: O Globo
|
| |
| |
Síndico de SP é cada vez mais profissional. |
| |
Os condomínios paulistas tornaram-se o segundo escritório de empresários e administradores de empresas. A dupla jornada de trabalho destes profissionais é evidenciada com o perfil do síndico feito pela empresa Lello, que administra 1.100 prédios no Estado. Confirmando a tendência de que donas de casa e aposentados ocupam cada vez menos espaço na liderança dos edifícios, a profissionalização da função, com a preferência por gente da área para comandar as tarefas residenciais, é a novidade no levantamento divulgado hoje, data em que é celebrado o Dia do Síndico.
Nos últimos três anos, o número de síndicos que são empresários passou de 23% para 27%. Em segundo lugar no ranking atual estão os administradores de empresas que, na lista de 2006, ficavam em 5º posição. Advogados também sobem no pódio deste ano - no último balanço ostentavam o 6ª degrau. Já os aposentados, que eram 9,8%, passaram para 8,7%. Mesmo declínio para as donas de casa, que caíram de 10,5% para 7,1%.
Os números divulgados indicam que casos como os de Odila Seprenuy, de 79 anos, e Albino Gonçalves, 72, são cada vez mais raros. Ela, do lar, está no posto de síndica há 20 anos em um prédio do Jaraguá, zona oeste paulistana. E diz que pode vir a moçada que vier, não sai de jeito nenhum. Do estilo linha dura - como se define -, fala que chegou ao posto para tentar "aliviar a dor de ser viúva". "Desde então virou minha paixão. Ninguém cuida tão bem dos 36 apartamentos quanto eu."
Já o seu Albino, aposentado, quer mesmo "sumir do mapa" e destinar o tempo livre para outras funções. "Quero deixar de ser síndico, mas o povo não deixa. É uma dor de cabeça que só vendo. A turma não dá trégua", diz ele, que há 12 anos comanda um edifício em Moema, bairro da zona sul paulistana.
O trabalho pesado de ser síndico é sentido na pele pelo novato Nelson Flávio Oliveira Ramos, 33 anos. Administrador de carreira no horário comercial, ele tinha certeza que tiraria "de letra" o trabalho semelhante na vida pessoal. Mas… "Até briga eu já tive de separar", conta ele, que só é síndico há seis meses. "As funções são semelhantes, mas administrar o condomínio dá muito mais dor de cabeça", diz.
Segundo Angélica Arbex, gerente da Lello, as explicações para, na hora das eleições dos condomínios, os empresários, administradores e advogados ficarem na frente de quem, em tese, tem mais tempo livre e mais idade, é que as tarefas estão mais complexas. "Percebemos que nos últimos anos, os síndicos estão cada vez mais jovens e também mais preparados, no sentido de conhecer a legislação, os mecanismos de administração", afirma ela.
Outro motivo para a profissionalização do síndico é que os condomínios cresceram. As previsões são de que, até 2011, dois em cada dez lançamentos de conjuntos residenciais sejam do estilo "mega", com espaços que vão além da churrasqueira e piscina, com campo de golfe e pet shop.
E, quanto maiores os prédios, mais novos os líderes. Pesquisa do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi) confirma o novo perfil. O levantamento, divulgado em outubro, mostrou que 74% dos síndicos de prédios residenciais têm entre 30 e 60 anos. Somente 26% possuem mais que 60 anos - grupo antes que era maioria e sustentava o estereótipo de síndico já com cabelos brancos.
A diminuição da idade dos síndicos nos prédios comerciais é ainda mais evidente. Neste tipo de edifício, 86% estão na faixa etária entre 31 e 60 anos. "Os próprios condôminos exigem do síndico, hoje, conhecimento de tarefas que são mais presentes no cotidiano de quem é mais novo", acredita Hubert Gebara, vice-presidente do Secovi. "Um dos exemplos é a tecnologia. Sem falar da sustentabilidade."
Fonte: O Estado de S. Paulo
|
| |
| |
Como fica o fiador diante da nova lei do aluguel. |
| |
Caso o fiador decida se exonerar da fiança, inquilino tem 120 dias para conseguir outro fiador ou apresentar outra forma de garantia.
Daphnis Citti de Lauro
É preciso esclarecer, primeiramente, que não há uma nova lei de locação. A lei recentemente aprovada, de número 12.112 de 09/12/2009, altera a lei do inquilinato (nº 8.245/1991), aperfeiçoando regras e procedimentos sobre locação de imóvel urbano.
Assim, é impropriamente denominada "nova lei de locação". Na verdade, a lei de locação em vigor é a antiga, de nº 8.245/1991, com as alterações introduzidas pela lei 12.112/2009, que passarão a vigorar dia 25 de janeiro de 2010.
O que muda com relação ao fiador?
No caso de falecimento do locatário, separação de fato, separação judicial, divórcio ou dissolução da união estável, a locação residencial, prossegue automaticamente, com o cônjuge ou companheiro que permanecer no imóvel, que antes, tinha a obrigação de comunicar por escrito ao locador, que por sua vez podia exigir a substituição do fiador no prazo de trinta dias, ou alteração da garantia (para caução ou seguro fiança locatícia).
Com a nova lei, o cônjuge ou companheiro terá que notificar por escrito, além do locador, também o fiador, para que este, querendo, possa pedir a sua exoneração no prazo de trinta dias do recebimento da comunicação, ficando responsável pelos efeitos da fiança durante cento e vinte dias a contar do seu recebimento.
O fiador continua podendo exonerar-se da fiança, também, após o término do prazo contratual, salvo disposição em contrário, ficando obrigado por todos os efeitos da fiança, durante 120 dias após a notificação ao locador.
A partir da entrada em vigor da Lei 12.112/2009, o juiz dará liminar para desocupação em quinze dias, independentemente da audiência da parte contrária, se não houver "apresentação de nova garantia, apta a manter a segurança inaugural do contrato", desde que prestada caução no valor equivalente a três meses de aluguel.
Destaque-se que essa caução não precisa ser em dinheiro, pois muitos proprietários de imóveis não tem condições. É possível pedir uma certidão atualizada do imóvel no cartório de registro de imóveis, e dá-lo em garantia. Isso evita que despenda a quantia em dinheiro.
Para o locador, a vantagem é indiscutivelmente maior. Antes da alteração introduzida por esta lei, a inércia do sucessor da locação, não providenciando a substituição da fiança no prazo, o obrigava a propor ação de rescisão contratual com rito ordinário. Essa ação é muito demorada, sendo que quando o inquilino desocupava o imóvel, o prejuízo do locador era enorme.
Para concluir, não é aceitável a crítica de que o sucessor do locatário fica prejudicado, porque 120 dias (quatro meses) é prazo suficiente para que consiga outro fiador ou faça seguro fiança, que são as melhores formas de garantia locatícia.
Daphnis Citti de Lauro, advogado, e autor do livro "Condomínio: Conheça Seus Problemas"
Fonte: Terra
|
| |
| |
A reviravolta do mercado imobiliário. |
| |
"Cadeia produtiva da construção civil que vinha trabalhando há muitos anos somente no mercado de classes média e alta, rapidamente vem se adaptando à nova realidade da demanda".
O ano de 2008 não pode ser esquecido pela crise global provocada a partir da quebra do Lemann Brothers em agosto do ano passado. Mas para nós que vivemos da indústria imobiliária o fato tem de ser lembrado, porque somente as aplicações com recursos da caderneta de poupança atingiram R$ 30 bilhões, ou seja, dez vezes mais que o volume das aplicações do ano de 2004.
Porém, se tudo ia bem anteriormente à crise com os produtos imobiliários destinados às classes média e alta, o segmento econômico ainda estava "engatinhando", com algumas poucas empresas desenvolvendo novas marcas e produtos para, futuramente, atenderem as famílias de baixa renda. Foi aí que tudo aconteceu.
No dia 25 de março, no Palácio do Itamaraty, o presidente Luís Inácio Lula da Silva e a ministra Dilma Rousseff anunciaram o "Minha Casa, Minha Vida", com a promessa de que o programa entraria em operação apenas 20 dias depois.
Tendo como premissas a inclusão social, por meio do acesso à casa própria por famílias de baixa renda, e a função anticíclica, com geração de empregos e renda propiciados com o aumento do investimento na construção civil, o governo federal merece elogios. O programa é simples, transparente e aproveitou todas as ideias exaustivamente debatidas por especialistas em habitação no País.
O programa prevê a construção e aquisição de um milhão de unidades para famílias com renda de até dez salários mínimos, das quais, 400 mil unidades destinadas a famílias com renda de até três salários mínimos e com direito a subsídios. A novidade foi a disposição de o governo federal "separar" mais de R$ 30 bilhões nos anos de 2009 e 2010 para subsidiar quase totalmente essas unidades, criar um Fundo Garantidor para reduzir os prêmios de seguro e assegurar, assim, o pagamento das prestações de compradores que possam ficar desempregados durante o financiamento.
Seis meses após seu lançamento, os resultados são incontestáveis. A indústria da construção civil e imobiliária já cadastrou mais de mil empreendimentos na Caixa Econômica Federal, totalizando aproximadamente 400 mil unidades. A instituição financeira, até o final de outubro, contratou o equivalente a 100 mil financiamentos de empreendimentos que serão destinados às faixas de até 3 salários mínimos, de 3 a 6 salários mínimos e de 6 a 10 salários mínimos, além de unidades novas que ficaram prontas após abril de 2009 e se enquadram no programa.
Esses números deixam claro que a cadeia produtiva da construção civil que vinha trabalhando há muitos anos somente no mercado tradicional (classes média e alta), rapidamente vem se adaptando à nova realidade da demanda, a chamada classe "emergente", e respondendo prontamente ao chamamento governamental para o segmento econômico.
Reconhecemos que muito ainda tem de ser feito quanto às novas tecnologias de construção, à redução do ciclo produtivo, a maior participação dos níveis estaduais e municipais de governo, à quebra da resistência dos cartórios e até mesmo o aprimoramento da governança corporativa das empresas construtoras e incorporadoras que trabalham no segmento econômico.
Porém, uma coisa é certa, o Brasil inicia um processo experimentado em outros países da América Latina, tais como Chile e México, e sempre poderá se espelhar nessas iniciativas para acertar mais e errar menos. Esse efetivamente é o desejo de todos que se prestam à causa habitacional.
*Celso Petrucci é economista-chefe do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), diretor-executivo da vice-presidência de Incorporação Imobiliária do Sindicato e membro titular do Conselho Curador do FGTS.
Fonte: Terra
|
| |
| |
|
| |
Banco do Brasil vai investir em crédito imobiliário em 2010. |
| |
Instituição aposta em diferenciais, como liberação do pagamento da parcela de janeiro, mês em que as famílias têm de honrar com uma infinidade de compromissos, como IPVA, IPTU e materiais escolares.
O Banco do Brasil decidiu investir fortemente em crédito imobiliário e atender à grande demanda de empresas e pessoas físicas que buscam financiamento. A meta da instituição é saltar dos atuais R$ 1,6 bilhão de recursos da poupança para habitação para R$ 4 bilhões em 2010 e ser a primeira no segmento no Estado de São Paulo.
Até 2012, o BB quer chegar, nacionalmente, entre os três maiores agentes financeiros, excetuando a Caixa. "Demoramos 200 anos para trabalhar com crédito imobiliário. Agora, temos de recuperar o espaço perdido ao longo do tempo. Impossível um banco desse tamanho não se dedicar ao financiamento habitacional, produto que mais cresce no País e fideliza clientes", afirmou Paulo Caffarelli, vice-presidente de negócios de varejo do Banco do Brasil durante encontro da política Olho no Olho do Secovi-SP, em 17 de dezembro.
O executivo declarou que pretende trabalhar de forma cooperada com os empresários para popularizar o crédito e atender famílias com renda de até três salários mínimos - 80% do déficit. "O Estado de São Paulo representa 30% dos nossos negócios e já aprovamos o crédito de R$ 974 milhões", disse Caffarelli.
Produtos - Para o próximo ano, o BB vai oferecer financiamento à construção (pessoa jurídica), financiamento na planta (pessoas jurídica e física), Home Equity e Fundos Imobiliários.
Diferenciais - Para suas linhas de financiamento, o BB aposta em alguns diferenciais, como liberação do pagamento da parcela de financiamento de janeiro, mês em que as famílias têm de honrar com uma infinidade de compromissos, como IPVA, IPTU, escola dos filhos, materiais escolares. No ato da tomada do crédito, o mutuário pode ainda optar por ficar seis meses sem pagar o principal do financiamento. As taxas de juro são de 8,4% mais TR (Taxa Referencial).
Financiamento à produção - O BB tem em sua carteira mais de 2 mil empresas com conta corrente e crédito aprovado. "Não tínhamos produto para oferecer ao empresário e agora temos. Nossa linha de crédito permite, entre outras vantagens, 100% do financiamento do custo da obra e desligamento na planta, desde que apresente uma SPE ou outra garantia constituída", explicou Caffarelli.
Na avaliação do presidente do Secovi-SP, João Crestana, a concorrência entre os bancos torna o crédito popular muito saudável, tanto para as empresas, quanto para os compradores. “A disputa por clientes pode levar os bancos a praticarem taxas de juros diferenciadas e diminuírem a burocracia, tornando os processos mais ágeis”.
Fonte: Ivolweb
|
| |
| |
Pequeno dicionário: conheça os 15 termos mais usados nas reuniões de condomínio. |
| |

A circular acaba de chegar à soleira da porta para avisar que semana que vem tem assembleia geral ordinária. O folheto diz ainda que, entre os itens da pauta, a reunião vai resolver se o vizinho do 101 é, ou não, antissocial. Pois bem, em encontros como esse, é comum o uso de palavras, digamos, pouco frequentes em nossa rotina. Termos como "fração ideal", "condomínio edilício", "despesas ordinárias" e "maioria absoluta" podem fazer com que alguns participantes percam o rumo da conversa. Para facilitar essas reuniões e torná-las mais proveitosas, o Morar Bem, com ajuda do Secovi Rio e São Paulo, preparou uma lista com 15 expressões bastante usadas. Aproveite.
Áreas comuns - espaços considerados bens de propriedade e uso comum de todos os condôminos, entre eles: playgrounds, piscinas, escadas, corredores, halls, portaria, vestíbulo, residência do zelador, banheiro e vestiários dos empregados, área de estacionamento no andar térreo e terraço de cobertura.
Condomínio edilício - é a forma como é tratado pelo Código Civil o conjunto de edificações caracterizado pela existência de partes comuns e partes privativas.
Condômino - proprietário de unidade em um condomínio (a palavra significa "com o domínio do bem individual e parte comum"). Apenas quem tem direito real sobre o imóvel é considerado condômino, o que inclui, além do proprietário, aquele que está financiando a compra de um apartamento.
Convenção - documento que rege as relações entre os condôminos, a estrutura administrativa do condomínio, seu funcionamento, bem como direitos e deveres dos moradores de um edifício.
Despesas extraordinárias - aquelas que não se referem a gastos rotineiros. Exemplos: reformas, pintura da fachada, indenizações trabalhistas, instalação de equipamentos de segurança, decoração e constituição de fundo de reserva.
Despesas ordinárias - despesas referentes aos gastos rotineiros de manutenção do condomínio, além de salários e encargos, limpeza, conservação, rateios de saldo devedor e reposição de fundo de reserva.
Fração ideal - é a expressão da participação do condômino, identificada em forma decimal ou ordinária, no terreno e nas coisas comuns. Usualmente é o parâmetro para divisão das despesas comuns e para o cômputo dos votos nas assembleias gerais.
Fundo de reserva - um fundo criado para despesas emergenciais.
Inadimplentes - todos os moradores que estão em atraso, mesmo aqueles que estão em acordo de parcelamento de dívida.
Maioria absoluta - 50% + 1 de todos os condôminos.
Maioria simples - 50% + 1 dos presentes na reunião de assembleia.
Morador antissocial - aquele que, por seu reiterado comportamento inadequado, provoca incompatibilidade de convivência com os demais (de acordo com o art. 1.337, parágrafo único, do Código Civil de 2002).
Partes privativas - são as partes do condomínio que são de direito de uso apenas do condômino ou de seu inquilino. Ou seja, o apartamento com suas respectivas dependências, as instalações internas, aparelhos, tubulações e demais elementos construtivos que delas fazem parte.
Regimento interno - normas que regulam a vida no condomínio, especialmente no que diz respeito ao uso das áreas comuns. Todos os condôminos, seus inquilinos e respectivos familiares e os empregados são obrigados a cumprir, respeitar e, dentro de sua competência, fazer cumprir e respeitar as disposições deste regulamento.
Unidade autônoma - unidade do condomínio com fração ideal independente, ou seja, aquela que é de direito de uso apenas do morador, como a vaga de garagem e o apartamento.
Fonte: G1
|
| |
| |
|
| |
Lula assina medida provisória que aumenta salário mínimo para R$ 510. |
| |
Presidente também autorizou reajuste para aposentados. Novos valores entram em vigor em 1º de janeiro.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou na manhã desta quarta-feira (23) as medidas provisórias que aumentam o salário mínimo para R$ 510,00 e dão um reajuste de 6,14% para aposentados que ganham mais que o mínimo. Atualmente, o salário mínimo é de R$ 465,00.
Os novos valores entram em vigor a partir de janeiro. Com isso, quem recebe pelo mínimo terá o valor reajustado no salário pago em fevereiro, referente ao primeiro mês do ano.
Pelo texto, em 2011, o reajuste das aposentadorias será vinculado ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 2010 e a 50% do Produto Interno Bruto (PIB) de 2009, se ele for positivo. No caso do salário mínimo, a correção será feita pelo INPC e por 100% do PIB, caso positivo.
A medida provisória do salário mínimo diz também que o governo tem até o dia 31 de março do próximo ano para mandar ao Congresso três propostas de reajuste do valor: uma para o período 2012-2015, outra para 2016-2019 e a terceira para 2020-2023.
As duas medidas serão publicadas no Diário Oficial da União desta quinta-feira (24).
Orçamento
O plenário do Congresso aprovou na noite desta terça-feira (22) o Orçamento do próximo ano. O projeto segue agora para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Um acordo de última hora entre governo e oposição permitiu a votação.O relator, Magela (PT-DF), aceitou retirar emendas que tinha apresentado para investimentos e repassá-las para que as bancadas regionais alocassem os recursos.
Foi mudada ainda a permissão para o remanejamento de recursos pelo governo dentro do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O texto original dava margem para mexer em até 30% sem critérios estabelecidos. O relatório aprovado determina que se pode mudar o destino de até 25% do valor de cada obra.
O relatório reservou recursos para um reajuste do salário mínimo dos atuais R$ 465,00 para R$ 510,00 a partir de 1° de janeiro de 2010.
Café da manhã
Lula já havia dito que o governo não pode conceder aos aposentados que ganham mais de um salário mínimo um reajuste maior do que a Previdência Social suporta.
“No meu governo os aposentados não tiveram um centavo de prejuízo, nós repusemos aos aposentados brasileiros aquilo que foi a inflação. E aqueles que ganham o salário mínimo tiveram um aumento substancial. O ideal seria dar tudo que as pessoas pedem a todos momento, porque é um discurso mais fácil, simples e tranqüilo. Ora, todo mundo sabe que a Previdência tem um limite, a Previdência tem uma arrecadação e a gente não pode pagar o que você não tem.Vocês pensam que tem algum brasileiro que gosta mais do trabalhador do que eu? Não existe. Não posso passar do limite do bom senso, para o bem deles, porque se a Previdência quebrar será mal para todos os brasileiros. O que tiver ao alcance da Previdência nós vamos fazer, mas sem nervosismo”, disse Lula.
Fonte: G1
|
| |
| |
Em oito meses, Minha Casa, Minha Vida contratou 229,9 mil moradias |
| |
Previsão do governo era terminar ano com 400 mil contratações. Resultado do programa frustrou também o mercado imobiliário.
O programa Minha Casa, Minha Vida, lançado pelo governo federal em 25 de março desse ano, fecha 2009 com 229,9 mil moradias contratadas em todo país, o que representa pouco mais de 22,9% da meta anunciada há mais de oito meses de construir 1 milhão de unidades habitacionais.
O resultado frustrou o mercado imobiliário, que esperava que o nível de contratação alcançasse pelo menos 400 mil moradias até o fim de 2009, como garantido pelo ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, em outubro.
"Nossa previsão é encerrar o ano de 2009 em 400 mil unidades, ou seja, 40% da meta de 1 milhão de moradias estará contratada até o final de dezembro", afirmou.
Levantamento feito pela Caixa Econômica Federal, com dados fechados até o último dia 21 de dezembro, mostra que dessas 229,9 mil moradias, 60,3% (139,9 mil) estão sendo financiadas por famílias com renda até três salários mínimos. Outros 28,7% (66,2 mil) dos financiamentos são destinados para quem recebe entre três e seis salários mínimos. E o restante, 10,3% (23,8 mil) das unidades habitacionais, foi contratado por pessoas que têm renda entre seis de dez salários mínimos.
Os contratos já assinados pela Caixa Econômica Federal (CEF) somam R$ 11,6 bilhões. O balanço mostra um avanço significativo em relação às contratações feitas até o início de outubro, quando apenas 89 mil unidades habitacionais tinham sido contratadas. Contudo, o ritmo de contratações ainda é baixo. À época, o presidente da CBIC, Paulo Simão, disse que esperava que até o final do ano a Caixa já tivesse concluído a contratação de pelo menos 400 mil unidades.
Agora, ele lamenta o resultado. "É uma pena que não tenhamos conseguido atingir nossa meta de contratar pelo menos 400 mil unidades até o final desse ano. Vamos pedir para a Caixa acelerar esse ritmo para atender o programa. Há muitas dificuldades burocráticas", comentou.
Segundo ele, se aquele objetivo fosse cumprido, seria possível contratar até junho do ano que vem 750 mil moradias, o que representaria o atendimento de 75% da meta estabelecida pelo governo. "Temos que acelerar muito se quisermos atingir aquela meta de 750 mil contratações. Ainda é possível, mas ficou mais difícil. Temos que fazer um grande esforço no primeiro trimestre", lamenta.
Até o final de novembro, a Caixa já tinha recebido das construtoras e de pessoas físicas 2.753 projetos (incluindo os já aprovados). Esses projetos prevêem a construção de 567,1 mil moradias. Ou seja, descontadas as unidades habitacionais já contratadas (176,3 mil), a Caixa está analisando a contratação de mais 390,7 mil moradias.
Estados
Um outro levantamento feito pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) junto a Caixa mostra também uma grande disparidade no ritmo de execução do programa entre os estados. Nesse caso, os dados foram computados até o final de novembro. Na Bahia, por exemplo, a meta do governo era construir 80.744 moradias. Até agora, foram contratadas 25.716 moradias, 31,8% do projetado. E há propostas para construção de 95.876 casas.
Em Goiás, já foram apresentadas propostas para contratação de 26.311 unidades habitacionais, 95,3% do previsto inicialmente pelo governo (27.613 moradias).
Contudo, em 17 unidades da federação, após oito meses de execução, o programa ainda patina. Nesses locais, mais de 40% da meta ainda não foi coberta por propostas. Entre esses estados estão Rio de Janeiro e São Paulo, onde há grande concentração do déficit habitacional do país.
No Amapá e no Amazonas é onde o governo mais tem problemas para fazer o programa deslanchar. No primeiro, a meta do governo era construir 4.589 unidades habitacionais e até agora apenas nove foram contratadas. E há projetos em análise para construção de 460. No segundo, a meta era levantar 22.238 moradas e até agora apenas 825 foram contratadas pela Caixa Econômica Federal, que analisa projetos para construção de outras 1.940 unidades no estado.
A solução para atingir a meta global do programa, segundo Simão, é fazer com que o programa dê prioridade aos estados onde há maior demanda e depois ir ajustando os problemas nas localidades onde o "Minha Casa, Minha Vida" ainda não é realidade.
"No começo de janeiro vamos nos reunir com a ministra Dilma Rousseff [Casa Civil] e propor a ela que isso seja feito. Que as unidades não construídas em alguns estados tenham seu orçamento direcionado para outros onde o programa vai bem", disse. Segundo ele, o maior problema de algumas prefeituras e governos estaduais são a burocracia e a falta de terrenos para construção de moradias.
Na região Nordeste, a meta governista é construir 343.197 moradias e até agora foram contratadas 59.591. Na região Norte, está prevista a construção de 103.018 unidades habitacionais e a Caixa contratou 7.369 delas. No Centro-Oeste, a meta é de 69.785 moradas e os contratos já somam 17.937 unidades. No Sudeste, o governo prevê a construção de 363.984 e já contratou 59.474. No Sul, a previsão é levantar 120.016 novas unidades habitacionais e até agora foram contratadas 32.008 delas.
Fonte: G1
|
| |
| |
|
| |
Saiba, passo a passo, como planejar a locação de um imóvel. |
| |
Quem pretende alugar um imóvel no próximo ano deve analisar ofertas com antecedência, pesquisar preços e estar atento à documentação.
22/12/09 - Quem pretende alugar uma casa nova em 2010 deve fazer um planejamento minucioso para conseguir o melhor negócio, sem surpresas ou despesas de última hora.
O primeiro passo é delimitar as áreas de preferência em dois ou três bairros, para facilitar a pesquisa. Para isso é fundamental verificar as opções de acesso, transporte e serviços essenciais como supermercados, padarias, farmácias, academias e escolas próximas aos locais desejados.
Também é importante definir uma faixa de preço de aluguel, incluindo os encargos como IPTU e condomínio, que está disposto a pagar. O ideal é que esse valor não comprometa mais do que 30% da renda líquida mensal do interessado. “Esse é o limite ideal para que o inquilino possa arcar tranquilamente com as despesas da locação durante os 30 meses de vigência do contrato”, afirma Roseli Hernandes, gerente de locação e vendas da administradora Lello.
Como os valores do aluguel variam bastante, o candidato a inquilino deve realizar uma boa pesquisa de preços. “Há unidades de padrões similares numa mesma rua que possuem preços diferentes, dependendo do estado de conservação ou mesmo da proximidade com terminais de ônibus ou estações de metrô”, diz Roseli.
Antes de assinar o contrato, a imobiliária deve providenciar uma vistoria no imóvel, de preferência junto com o proprietário. Dessa forma é possível determinar a responsabilidade de cada um no reparo de eventuais danos. O inquilino deve estudar com a imobiliária qual garantia se enquadra ao seu perfil. As mais utilizadas são: fiador, seguro-fiança e caução.
Por fim, o candidato a inquilino deve estar atento à documentação que precisará reunir para efetivar o contrato de locação. Caso seja trabalhador assalariado, serão necessários os três últimos holerites, carteira profissional com registro salarial e atualizações, RG, CPF e cópia do vínculo empregatício anterior. No caso de profissionais liberais é preciso apresentar cópia da última declaração do Imposto de Renda e declaração de retirada mensal da empresa para a qual presta serviço.
Fonte: Imovelweb
|
| |
| |
Casa Sustentável do Papai Noel tem ações para preservação do meio ambiente. |
| |

Construção de 70m2, além de ser um ponto turístico para os paulistanos, desperta a importância de evitar o desperdício dos recursos naturais.
24/12/09, São Paulo, SP - A casa do Papai Noel construída no Parque Trianon, na Av. Paulista, em São Paulo, possui uma série de ações voltadas à economia de água e energia e preservação do meio ambiente, com a utilização de materiais sustentáveis.
O objetivo da construção de 70m2, além de ser um ponto turístico para os paulistanos, é despertar a importância de evitar o desperdício dos recursos naturais, contribuindo para a existência das gerações futuras na Terra.
O público pode visitar a casa até o dia 6 de janeiro de 2010. Os monitores desenvolvem atividades lúdicas para transmitir conceitos de responsabilidade ambiental.
Entre as ações que podem ser vistas no local está um sistema solar a vácuo para aquecimento da água, que evita o gasto de energia para aquecer a água no banho, por exemplo.
Quem visitar o local vai conhecer de perto, também, um sistema para a captação e utilização da água de chuva, que reduz o consumo de água da rede pública e evita a utilização de água potável em descargas de vasos sanitários, irrigação de jardins, lavagem de pisos e carros.
A iniciativa, inédita, faz parte do Projeto Natal Iluminado 2009, da Prefeitura de São Paulo.
Serviço: Casa do Papai Noel Sustentável Aberto ao público até 06/01/10 Segundas-feiras às sextas-feiras, das 19h às 23h Sábados e domingos, das 14h às 23h Parque Trianon - Em frente ao MASP, na Avenida Paulista em São Paulo/SP
Fonte: Terra
|
| |
| |
Minha Casa, Minha Vida é aposta do mercado imobiliário para 2010. |
| |
Para o vice-presidente de Habitação do Secovi-SP, Flavio Prando, o programa fez toda a diferença para as famílias de baixa renda, que agora podem comprar o primeiro imóvel
Em 2009, o mercado imobiliário nacional sofreu uma revolução após o lançamento do programa governamental Minha Casa, Minha Vida, de acordo com o vice-presidente de Habitação do Secovi-SP, Flavio Prando. Para ele, o programa fez toda a diferença para famílias com renda de até 10 salários mínimos. “Principalmente para aquelas que ganham de 3 a 6 salários, que puderam migrar da locação para a compra, pois o preço do financiamento é até menor do que o do aluguel”, destaca o dirigente.
O perfil do comprador também mudou, de acordo com o vice-presidente. “Hoje, nos plantões de vendas, grande parte dos visitantes é de casais de jovens, na faixa de 23 a 30 anos. Isso cria uma oportunidade de compra essas para pessoas. Reconhecemos a importância do programa Minha Casa, Minha Vida e defendemos que ele seja o primeiro passo para o estabelecimento de uma política de Estado de Habitação, contínua e independente de governo.”
Balanço 2009 – As vendas de imóveis novos na cidade de São Paulo se mantiveram semelhantes às registradas em 2008, com recuo dos lançamentos. Na avaliação de Prando, esse fenômeno demonstra que o Minha Casa, Minha Vida chegou antes ao consumidor. Isso tem uma explicação: os incorporadores precisam de um prazo extenso para adaptar seus produtos a uma nova tipologia, de maneira a atender famílias de baixa renda com qualidade.
Prando destaca outras novidades importantes trazidas pelo programa, tais como: subsídios escalonados com recursos do Orçamento Geral da União (OGU), juros de 4,5% a 5% no financiamento e redução das custas cartorárias. “O agente financeiro desse programa é a Caixa Econômica Federal, que tem se esforçado muito para proporcionar a velocidade desejada pelos empresários na aprovação de projetos. Há muito tempo acompanhamos os números do banco, que em 2003, por exemplo, financiou algo em torno de 20 mil unidades, com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e este ano já contratou 176 mil. O multiplicador registrado no período é de 12 a 15 vezes”, ressalta o vice-presidente da entidade, acrescentando que possivelmente a Caixa feche o ano com 300 mil unidades aprovadas, caso mantenha o ritmo de 5 mil contratações por dia registrado no segundo semestre.
Apesar da robustez dos números de novas contratações, esse volume poderia ser superior se não houvesse dificuldades no licenciamento ambiental, morosidade na liberação de alvarás de prefeituras e de concessionárias públicas. Mesmo assim, a meta de contratação de um milhão de moradias até o final de 2010 permanece factível, na avaliação de Prando. “Evidentemente, essas unidades serão entregues até 2012. Temos consciência de que a casa própria é sinônimo de inclusão social, democracia consolidada e avanço para o Brasil”, conclui.
Fonte: SóConstroi
|
| |
| |
Alívio nos contratos de aluguel. |
| |
A inflação deu uma trégua, e quem ganha são os locatários de imóveis que têm contratos com aniversário de reajuste em dezembro. O Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), parâmetro para as correções, voltou a registrar deflação este mês, com queda de 0,18% (na segunda prévia de dezembro). No mês passado, a alta verificada no índice foi de 0,09%, segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV).
De acordo com o Sindicato da Empresas de Compra, Venda e Locação de Imóveis (Secovi), nos últimos 12 meses, o índice acumula queda de 1,31%, que é quanto o valor tende a cair. Na prática, é possível reivindicar a redução. Em um aluguel de R$ 1 mil, o valor pode cair para R$ 986,90, por exemplo. Aluguéis de imóveis já registraram reajustes negativos recentemente, nos meses de setembro e outubro.
Para a empresária Carolina Tavares, 22 anos, a notícia da deflação no índice justamente no mês em que ela tem reajuste de contrato é boa. Mas Carolina não pretende negociar valor menor com a administradora, pelo menos por hora. \"Esse 1,31% não representa valor importante no meu aluguel. Não chega a R$ 15 por mês. Se ficar como está já é de bom tamanho\", comenta.
A Tendências Consultoria projeta que o índice deverá encerrar 2009 com deflação de 1,60%, mais acentuada do que era previsto (queda de 1,30%).
A nova Lei do Inquilinato, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva há duas semanas, entra em vigor em 25 de janeiro. A partir daí, as brigas judiciais entre locadores e locatários de imóveis passarão a ser resolvidas ainda em primeira instância na Justiça, o que abreviará, e muito, o tempo de espera de uma sentença. Estima-se que isso deva ocorrer em 45 ou 60 dias, facilitando os despejos.
O mercado aposta que as regras mais rígidas vão representar risco menor , desonerando, inclusive, os contratos de seguro-fiança ou requerendo menos do fiador. Isso ampliaria a oferta de imóveis, com consequente queda nos preços.
Para locação
Pesquisa
Escolha o bairro para pesquisar preços e opções de acesso, transporte e serviços (supermercados, padarias, farmácias, academias e escolas), recomenda Roseli Hernandes, gerente de Locação e Vendas da Lello.
30% da renda
Defina uma faixa de preço de aluguel, incluindo IPTU e condomínio, que não pode comprometer mais do que 30% da renda líquida.
Vistora
Antes de assinar o contrato, a imobiliária deve providenciar vistoria no imóvel.
Garantia
As opções atuais são: fiador, seguro-fiança, seguro-fiança premiada e a caução.
Documentos
Três últimos contracheques, carteira de trabalho, identidade, CPF e cópia do vínculo empregatício anterior. Profissional liberal:cópia da última declaração do IR e de retirada mensal.
Fonte: O Dia
|
| |
| |
Crédito para casa própria deve crescer 23% em 2010. |
| |

O volume de recursos destinados ao financiamento da casa própria deve crescer 23% em 2010, se comparado ao que foi emprestado neste ano, segundo representantes do setor de crédito imobiliário.
Os R$ 69 bilhões previstos virão tanto do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) quanto do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). Em 2009, foram emprestados R$ 56 bilhões para a compra de casas e apartamentos. A Caixa já anunciou que R$ 24 bilhões do FGTS serão destinados ao financiamento de imóveis em 2010.
Os dados sobre os recursos da poupança deverão ser divulgados na semana que vem. Mas a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) prevê a destinação de R$ 45 bilhões para o segmento.
Fonte: Extra
|
| |
| |
|
| |
Paisagista ensina como criar ambientes agradáveis para curtir o calor em meio à natureza. |
| |
Para Abbud, o grande destaque de um jardim são os artifícios utilizados para provocar diferentes sensações. A aproximação do verão e as altas temperaturas atraem as pessoas para os ambientes ao ar livre. É chegada a hora de preparar o jardim para a temporada quente: lounges externos sob pergolados, bangalôs com cortinas, gazebos, futons à sombra de palmeiras. Para o arquiteto paisagista Benedito Abbud, os mais diversos ambientes podem ser criados para curtir o verão junto à natureza.
"Nessa época do ano, os jardins ganham mais usos e maior importância. No verão, as pessoas mudam suas rotinas por conta das férias, mas quem não pode abandonar de vez o escritório tem a opção de mudar de ambiente e trabalhar no jardim, utilizando o celular e a tecnologia Wi-Fi. É ali que se pode praticar o ócio criativo, por ser um ambiente muito mais calmo e agradável", explica. Para não errar na escolha da vegetação, as palmeiras são sempre interessantes, principalmente para casas de praia: dão verticalidade ao ambiente, não desprendem folhas com freqüência e as folhas secas, que ainda estão na copa, são facilmente visíveis e removíveis. Entre as palmeiras estão aquelas de tronco único (jerivás, cariota urens e coqueiros), que permitem sombra e transparência sob a copa, quando plantadas em grupo. Existem também as multicaules (arecas e cariota mittis), indicadas para formar barreiras e tapar aquela paisagem feia, como de muros.
Há ainda as palmeiras arbustivas (raphis e chamaedoreas), que se adaptam bem às sombras e são ótimas para criação de "biombos", cobrir muros baixos e até para formação de maciços pouco elevados, que liberam a visual superior da paisagem. Arbustos de folhas grandes também são indicados e mesmo os floríferos, dando cor e vida ao ambiente. Recomendam-se, acima de tudo, plantas tropicais, como helicônia, alpínia e ixoras. Do ponto de vista paisagístico, mais do que os tipos de plantas utilizadas, o grande destaque de um jardim são os artifícios utilizados para provocar a sensação de beleza do local.
"Deve-se ter em mente que a surpresa é um dos elementos mais importantes para transmitir a sensação de beleza, durante as caminhadas pelo jardim. A dica é mesclar espaços estreitos, sombreados e menos iluminados com ambientes amplos e claros, causando diferentes tipos de sensações", ressalta Abbud. Na hora da manutenção, é preciso se atentar às regas do jardim. O ideal é que haja, pelo menos, um acompanhamento mensal e irrigação automática, que já apresenta tecnologia e custos acessíveis. Na foto, projeto de Benedito Abbud para residência em Laranjeiras, Parati, RJ.  Fonte: Imovelweb
|
| |
| |
10 dicas para deixar sua casa mais segura enquanto você viaja. |
| |

Para aproveitar as férias com tranqüilidade, é importante se sentir despreocupado quanto à segurança de casa.
Durante as férias de verão, muitas pessoas viajam para descansar, conhecer novos lugares e sair um pouco da rotina. No entanto, antes de visitar belas praias, aproveitar o sossego de cidades do interior ou viajar para outros países, é importante se sentir despreocupado quanto à segurança de casa para aproveitar as férias com total tranquilidade.
Em São Paulo, segundo dados da Secretaria de Segurança Pública, quadrilhas organizadas atacam uma residência a cada três dias. Na cidade do Rio de Janeiro, os roubos a casas cresceram 87%. Uma casa vazia se torna, fatalmente, mais vulnerável a esse tipo de crime. Para evitar essas ocorrências, existem algumas medidas básicas que deixam sua casa mais protegida enquanto você viaja:
1- Adquira dispositivos de segurança, como câmeras e alarme;
2- Não comente sua viagem com pessoas estranhas;
3- Comunique sua ausência a um vizinho de confiança. Telefone para ele de vez em quando, para saber se está tudo bem;
4- Em ausências prolongadas, peça a um parente para visitar sua casa, para demonstrar a presença de pessoas - abrindo janelas, regando jardins, entrando com o carro na garagem;
5- Evite colocar cadeado do lado externo do portão. Isso poderá denunciar a saída dos moradores;
6- Desligue a campainha. Assim, você deixa em dúvida quem tocá-la apenas para verificar se há alguém em casa;
7- Feche as portas com trincos e trancas. Reforce a porta da frente com fechaduras auxiliares;
8- Não deixe joias ou dinheiro dentro de casa, mesmo dentro de cofres. Utilize cofres de bancos;
9- Se sua casa possuir jardim, contrate ou peça para alguém mantê-lo limpo, evitando aspecto de abandono;
10- Se a viagem for longa, deixe 2 jogos de chaves com pessoas de confiança para facilitar qualquer emergência.
Fonte: Terra
|
| |
| |
|
| |
Unidades de dois quartos têm 53% da preferência . |
| |
Imóveis de dois quartos são os preferidos pela maioria dos moradores da região metropolitana de São Paulo, de acordo com pesquisa do Ibope Inteligência, divulgada ontem. Essa é a característica desejada para 53% dos 1.700 entrevistados, com idade entre 25 e 65 anos e renda familiar superior a R$ 1.700.
A pesquisa mostrou também que 27% das famílias de São Paulo das classes A, B e C têm intenção de comprar um imóvel, independentemente do número de quartos da casa ou apartamento.
Hoje, 40% dos entrevistado moram em imóveis alugados e 12% dividem a moradia com os parentes. Dos que pretendem comprar, somente 9% querem o bem na planta. O restante prefere unidades prontas, usadas ou recém-construídas.
Segundo o estudo, a escolha entre casa ou apartamento varia conforme o poder aquisitivo. O interesse em comprar um apartamento foi maior para quem tem renda mais alta - classes A (49%) e B (44%). Para essas pessoas, o principal motivo é a preocupação com a segurança: 81% dos que preferem apartamento deram essa justificativa. Apenas 20% dos entrevistados da classe C mostraram interesse em comprar apartamento. Para eles, a necessidade de mais espaço e liberdade são apontadas como as maiores razões para compra de uma casa.
Fonte: Zap Imóveis
|
| |
| |
Aluguel: lei pode baixar preços. |
| |

O mercado de imóveis para locação espera um aumento significativo na oferta de unidades nos próximos meses e, em consequência, uma redução nos valores dos aluguéis. Essa mudança deve começar a ocorrer daqui a 45 dias, quando passam a valer as alterações feitas na Lei do Inquilinato, que foram publicadas ontem no Diário Oficial da União.
O que traz ao mercado essa expectativa otimista são as alterações que permitirão que o proprietário despeje o inquilino inadimplente em um prazo de seis meses - bem abaixo da média atual que é de 14 meses.
O presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (Creci-SP), José Augusto Viana Neto, é um dos que acreditam que a movimentação do mercado poderá fazer com que o aluguel fique mais barato. “Com o aumento da oferta, pode haver queda do valor de locação. Outro efeito é atrair mais investidores em imóveis para alugar.”
O advogado especialista na área de imóveis e contratos, Michel Rosenthal Wagner, diz que a redução do tempo de conclusão do despejo não fará com que as garantias de locação deixem de ser necessárias, porém deve tornar as exigências mais flexíveis. “Pode ser que não se exija tanto de um fiador, que hoje precisa ter mais de um imóvel para assumir o compromisso”, diz.
Além disso, o fiador poderá desistir do papel de garantidor do aluguel e danos ao imóvel caso o contrato seja prorrogado, o que antes não era permitido. O inquilino terá 30 dias para apresentar uma nova garantia.
Algumas mudanças aprovadas pelo Congresso Nacional foram vetadas pelo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva - veto que ainda pode ser derrubado pelos senadores ou deputados - como a possibilidade de rescisão de contrato de locação comercial caso a empresa inquilina tenha alterações no quadro societário.
Outro ponto que foi vetado é o que prevê a saída do inquilino do imóvel em 15 dias caso o locador se negue a renovar o contrato diante de melhor proposta de um terceiro. Hoje, inquilino tem direito a indenização nessa situação.
O QUE MUDA: COMO É HOJE - No despejo, a lei exige que o inquilino receba dois mandados e sejam feitas duas diligências. Isso demora, em média, 14 meses
Quando há rescisão do contrato pelo inquilino antes do prazo acordado, ele é obrigado a pagar a multa integral.
No caso de inadimplência, a comunicação da intenção de pagar o aluguel em atraso evita o despejo.
O fiador é mantido no contrato caso este seja estendido além do prazo inicial.
COMO VAI FICAR - Com a mudança, bastará a expedição de um mandado judicial para obrigar o locatário a deixar o imóvel. A conclusão do despejo deve cair para seis meses, em média.
A multa por quebra de contrato antes do prazo será proporcional ao tempo restante do documento.
O despejo não correrá se o inquilino pagar a dívida em até 15 dias após a citação.
O fiador pode sair do contrato quando este vencer. O locatário terá de encontrar outra garantia.
|
| |
| |
Condomínios precisam ficar atentos à manutenção de equipamentos em época de chuvas. |
| |

Equipamentos como para-raios, telhados, calhas e ralos devem estar em boas condições neste período de maior exigência.
Este ano, as fortes chuvas combinadas com raios e ventanias começaram mais cedo e já são constantes em plena primavera. Nesses períodos, é essencial que os condomínios mantenham telhados, para-raios, calhas, ralos e outros equipamentos essenciais em boas condições.
"Esses cuidados devem ocorrer o ano inteiro, mas é exatamente nessa época de muita água, raios e ventanias que esses equipamentos serão exigidos e deverão estar em plenas condições", diz Ana Paula Pellegrino, diretora geral da administradora imobiliária Adbens.
O para-raios, por exemplo, deve estar com o certificado validado e a medição ohmica adequada, bem como o aterramento, para receber eventuais descargas elétricas. Caso este equipamento esteja em desacordo, pode causar sérios danos à parte elétrica do condomínio e das unidades, bem como aos aparelhos eletroeletrônicos.
"No caso de algum sinistro dessa natureza, a seguradora verifica as condições do para-raios e, se for identificada qualquer anormalidade, a cobertura é cancelada, gerando ainda mais transtornos ao condomínio", explica Ana Paula.
Em relação aos telhados, é comum que, com chuvas e ventos fortes, ocorram invasões ou vazamentos de água nas coberturas por conta de telhas quebradas ou fora de posição. Também é necessário que os equipamentos de escoamento da água, como os ralos e as caixas de passagem, estejam desobstruídos, para que suportem grandes volumes, eliminando qualquer risco de inundação nas áreas comuns do térreo ou até mesmo na garagem.
Fonte: Imóvelweb
|
| |
| |
Apartamento pequeno? Meia árvore de Natal resolve! |
| |
 Um fabricante inglês resolveu apostar que é possível ter um Natal completo com metade de uma árvore. Agora que as lojas já começam a vender artigos para o Natal, um fabricante decidiu chamar atenção com um novo produto: meia árvore de Natal. Isso mesmo: para quem mora em espaços pequenos, como apartamentos, a empresa garante que não haverá mais empurra-empurra de móveis para fazer caber a árvore.
A árvore artificial parece perfeita quando se olha de frente, mas é tudo ilusão. Ela é cortada no meio, então não tem "costas", o que permite que seja encostada diretamente na parede, poupando espaço.
Em compensação, a árvore faz bonito em todo o resto: ela tem 1,80m de altura e sua textura não lembra em nada as árvores de plástico de antigamente, com galhinhos finos.
A "economia" de árvore não tem nada a ver com a crise financeira e a necessidade de reduzir custos de produção. Um estudo recente publicado na Europa mostra que a maior parte das novas moradias tem espaço interior reduzido frente às casas e apartamentos de antigamente, por isso pede móveis cada vez mais compactos para permitir a circulação.
Nas casas de hoje e principalmente em apartamentos, a tendência é ter cada vez menos espaço, então produtos compactos estão em alta", explicou Elaine Walter, representante da loja B&Q, que está vendendo as tais árvores, ao jornal inglês "Daily Telegraph".
"Nossa mei-árvore pode ajudar a criar o efeito de festa do Natal, com a vantagem que pode ser decorada em metade do tempo". Segundo o fabricante, a loja de artigos para casa B&Q, o produto será vendido inicialmente no Reino Unido e na França, mas se a ideia der certo, podem pensar em exportar, por que não? Cada unidade custa R$ 84. Fonte: Época Negócios Online
|
| |
| |
|
| |
Conheça os tipos de moradia para quem quer estudar em outra cidade. |
| |

Sair de casa é um sonho para uns estudantes e pesadelo para outros. Deixar a comodidade do lar, os carinhos dos pais e a ausência de responsabilidades domésticas para encarar uma vida nova pode não ser fácil. Mas, por outro lado, fazer o curso dos seus sonhos em uma boa universidade pública pode valer esse sacrifício.
Esse é o preço que muitos jovens pagam quando deixam a casa dos pais e vão estudar em outras cidades. É comum atualmente, devido à enorme concorrência nos vestibulares, os estudantes tentarem vagas em várias universidades de estados diferentes. Em outros casos, o curso sonhado pelo estudante só é oferecido em outra cidade. Essa é a hora da decisão: Vou ou fico?
Todo estudante deve pensar nisso em época de vestibular. Cada universidade (pública ou particular) é diferente, tem sua estrutura, corpo docente e sua história. Portanto, na hora de escolher um curso de graduação pense também nas instituições que o oferecem. Vale a pena mudar de cidade para fazê-lo? Barato não é. Por isso, seus pais devem estar de acordo com a sua escolha, pois terão novos gastos pela frente.
Mesmo que você seja aprovado naquela universidade pública, se ela fica no outro estado seus pais terão de custear moradia, alimentação e transporte para sua nova vida. Além disso, cada detalhe contará a seu favor ou seu prejuízo, como: economizar na conta do telefone, lavar as louças após as refeições e ter responsabilidade com os seus horários passam a ser coisas com as quais você terá de se preocupar.
Dependendo da situação financeira de seus pais e do quanto estão dispostos a gastar, existem alguns tipos de moradia para estudantes de outras cidades:
República: Geralmente é uma casa ou apartamento grande, com muitos quartos, todos divididos entre muitos estudantes de vários cursos, períodos, idades e até sexos diferentes (há repúblicas só de meninos ou só de meninas também). Elas funcionam com base na democracia (por isso o nome): todos têm direitos e deveres iguais. Cada república tem regras específicas (estabelecidas pelos próprios moradores), sobre o tempo de uso do chuveiro ou do telefone, por exemplo. Quem não respeita essa "política" é despachado sem dó.
Casa do Estudante ou Alojamento: São pequenos apartamentos ou quartos divididos também por estudantes de diferentes cursos e cidades oferecidos pela universidade. A grande maioria das universidades federais do Brasil tem Casas do Estudante à disposição para estudantes vindos de outras cidades e estados e que não têm condição financeira para lugar uma casa ou mesmo dividir uma república. Cada universidade tem regras de seleção de estudantes para as Casas, e, na maioria das vezes, pedem comprovantes da impossibilidade financeira.
Apartamento ou Casa alugada: Para quem tem mais condição financeira, uma boa opção é convidar um amigo da mesma cidade ou algum colega mais próximo e dividir o aluguel de uma casa ou apartamento. Se preferir e puder, pode optar por morar sozinho também. É claro que, nessas condições, as despesas são maiores. Mas se o estudante souber economizar água, energia, telefone e etc., poderá levar sua vida "solitária" tranquilamente, sem dores de cabeça para os pais.
Já escolheu qual sua moradia preferida? Então, se optar por fazer faculdade em outra cidade, tenha em mente que a moradia escolhida deve condizer com seu perfil. Por exemplo, se você for um cara caseiro e que não gosta de bagunça, uma república não será uma boa pra você. Já se você for daqueles que não conseguem ficar sozinhos e não se importam muito com privacidade, então pode dividir um quarto ou apartamento com um amigo numa boa.
O importante é conversar com seus pais e pensar que essa é uma escolha relevante para sua vida, que pode custar caro se você voltar atrás.
Fonte: Alunos Online
|
| |
| |
Lula sanciona, com vetos, a nova Lei do Inquilinato. |
| |
SÃO PAULO - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, com vetos a pontos considerados polêmicos, a nova Lei do Inquilinato, recentemente aprovada pelo Congresso. A nova lei, de número 12.112, foi publicada na edição desta quinta-feira, 10, do Diário Oficial da União.
Veja a íntegra da lei e, na sequência, a mensagem presidencial justificando os vetos:
LEI Nº 12.112 DE 9 DE DEZEMBRO DE 2009.
Altera a Lei nº 8.245, de 18 de outubro de 1991, para aperfeiçoar as regras e procedimentos sobre locação de imóvel urbano.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1º Esta Lei introduz alteração na Lei nº 8.245, de 18 de outubro de 1991, que dispõe sobre as locações de imóveis urbanos.
Art. 2º A Lei nº 8.245, de 18 de outubro de 1991, passa a vigorar com as seguintes alterações:
"Art. 4º Durante o prazo estipulado para a duração do contrato, não poderá o locador reaver o imóvel alugado. O locatário, todavia, poderá devolvê-lo, pagando a multa pactuada, proporcionalmente ao período de cumprimento do contrato, ou, na sua falta, a que for judicialmente estipulada.
..................................................................................."
"Art. 12. Em casos de separação de fato, separação judicial, divórcio ou dissolução da união estável, a locação residencial prosseguirá automaticamente com o cônjuge ou companheiro que permanecer no imóvel.
Parágrafo 1º Nas hipóteses previstas neste artigo e no art. 11, a sub-rogação será comunicada por escrito ao locador e ao fiador, se esta for a modalidade de garantia locatícia.
Parágrafo 2º O fiador poderá exonerar-se das suas responsabilidades no prazo de 30 (trinta) dias contado do recebimento da comunicação oferecida pelo sub-rogado, ficando responsável pelos efeitos da fiança durante 120 (cento e vinte) dias após a notificação ao locador."
"Art. 13. .........
Parágrafo 3º (VETADO)"
"Art. 39. Salvo disposição contratual em contrário, qualquer das garantias da locação se estende até a efetiva devolução do imóvel, ainda que prorrogada a locação por prazo indeterminado, por força desta Lei."
"Art. 40. ........................................................................
..............................................................................................
II - ausência, interdição, recuperação judicial, falência ou insolvência do fiador, declaradas judicialmente;
.............................................................................................
X - prorrogação da locação por prazo indeterminado uma vez notificado o locador pelo fiador de sua intenção de desoneração, ficando obrigado por todos os efeitos da fiança, durante 120 (cento e vinte) dias após a notificação ao locador.
Parágrafo único. O locador poderá notificar o locatário para apresentar nova garantia locatícia no prazo de 30 (trinta) dias, sob pena de desfazimento da locação."
"Art. 52. .......................................................................
.............................................................................................
Parágrafo 3º (VETADO)"
"Art. 59. ...........................................................................
Parágrafo 1º ................................................................................
..............................................................................................
VI - o disposto no inciso IV do art. 9º, havendo a necessidade de se produzir reparações urgentes no imóvel, determinadas pelo poder público, que não possam ser normalmente executadas com a permanência do locatário, ou, podendo, ele se recuse a consenti-las;
VII - o término do prazo notificatório previsto no parágrafo único do art. 40, sem apresentação de nova garantia apta a manter a segurança inaugural do contrato;
VIII - o término do prazo da locação não residencial, tendo sido proposta a ação em até 30 (trinta) dias do termo ou do cumprimento de notificação comunicando o intento de retomada;
IX - a falta de pagamento de aluguel e acessórios da locação no vencimento, estando o contrato desprovido de qualquer das garantias previstas no art. 37, por não ter sido contratada ou em caso de extinção ou pedido de exoneração dela, independentemente de motivo.
.............................................................................................
Parágrafo 3º No caso do inciso IX do parágrafo 1º deste artigo, poderá o locatário evitar a rescisão da locação e elidir a liminar de desocupação se, dentro dos 15 (quinze) dias concedidos para a desocupação do imóvel e independentemente de cálculo, efetuar depósito judicial que contemple a totalidade dos valores devidos, na forma prevista no inciso II do art. 62."
"Art. 62. Nas ações de despejo fundadas na falta de pagamento de aluguel e acessórios da locação, de aluguel provisório, de diferenças de aluguéis, ou somente de quaisquer dos acessórios da locação, observar-se-á o seguinte:
I - o pedido de rescisão da locação poderá ser cumulado com o pedido de cobrança dos aluguéis e acessórios da locação; nesta hipótese, citar-se-á o locatário para responder ao pedido de rescisão e o locatário e os fiadores para responderem ao pedido de cobrança, devendo ser apresentado, com a inicial, cálculo discriminado do valor do débito;
II - o locatário e o fiador poderão evitar a rescisão da locação efetuando, no prazo de 15 (quinze) dias, contado da citação, o pagamento do débito atualizado, independentemente de cálculo e mediante depósito judicial, incluídos:
.............................................................................................
III - efetuada a purga da mora, se o locador alegar que a oferta não é integral, justificando a diferença, o locatário poderá complementar o depósito no prazo de 10 (dez) dias, contado da intimação, que poderá ser dirigida ao locatário ou diretamente ao patrono deste, por carta ou publicação no órgão oficial, a requerimento do locador;
IV - não sendo integralmente complementado o depósito, o pedido de rescisão prosseguirá pela diferença, podendo o locador levantar a quantia depositada;
.............................................................................................
Parágrafo único. Não se admitirá a emenda da mora se o locatário já houver utilizado essa faculdade nos 24 (vinte e quatro) meses imediatamente anteriores à propositura da ação."
"Art. 63. Julgada procedente a ação de despejo, o juiz determinará a expedição de mandado de despejo, que conterá o prazo de 30 (trinta) dias para a desocupação voluntária, ressalvado o disposto nos parágrafos seguintes.
Parágrafo 1º ................................................................................
.............................................................................................
b) o despejo houver sido decretado com fundamento no art. 9º ou no parágrafo 2º do art. 46.
..................................................................................." (NR)
"Art. 64. Salvo nas hipóteses das ações fundadas no art. 9º, a execução provisória do despejo dependerá de caução não inferior a 6 (seis) meses nem superior a 12 (doze) meses do aluguel, atualizado até a data da prestação da caução.
..................................................................................."
"Art. 68. Na ação revisional de aluguel, que terá o rito sumário, observar-se-á o seguinte:
.............................................................................................
II - ao designar a audiência de conciliação, o juiz, se houver pedido e com base nos elementos fornecidos tanto pelo locador como pelo locatário, ou nos que indicar, fixará aluguel provisório, que será devido desde a citação, nos seguintes moldes:
a) em ação proposta pelo locador, o aluguel provisório não poderá ser excedente a 80% (oitenta por cento) do pedido;
b) em ação proposta pelo locatário, o aluguel provisório não poderá ser inferior a 80% (oitenta por cento) do aluguel vigente;
.............................................................................................
IV - na audiência de conciliação, apresentada a contestação, que deverá conter contraproposta se houver discordância quanto ao valor pretendido, o juiz tentará a conciliação e, não sendo esta possível, determinará a realização de perícia, se necessária, designando, desde logo, audiência de instrução e julgamento;
V - o pedido de revisão previsto no inciso III deste artigo interrompe o prazo para interposição de recurso contra a decisão que fixar o aluguel provisório.
..................................................................................."
"Art. 71. ........................................................................
.............................................................................................
V - indicação do fiador quando houver no contrato a renovar e, quando não for o mesmo, com indicação do nome ou denominação completa, número de sua inscrição no Ministério da Fazenda, endereço e, tratando-se de pessoa natural, a nacionalidade, o estado civil, a profissão e o número da carteira de identidade, comprovando, desde logo, mesmo que não haja alteração do fiador, a atual idoneidade financeira;
..................................................................................."
"Art. 74. Não sendo renovada a locação, o juiz determinará a expedição de mandado de despejo, que conterá o prazo de 30 (trinta) dias para a desocupação voluntária, se houver pedido na contestação.
Parágrafo 1º (VETADO)
Parágrafo 2º (VETADO)
Parágrafo 3º (VETADO)"
"Art. 75. (VETADO)."
Art. 3º (VETADO)
Brasília, 9 de dezembro de 2009; 188º da Independência e 121o da República.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Tarso Genro
Guido Mantega
Miguel Jorge"
"MENSAGEM Nº 1.004, DE 9 DE DEZEMBRO DE 2009.
Senhor Presidente do Senado Federal,
Comunico a Vossa Excelência que, nos termos do parágrafo 1º do art. 66 da Constituição, decidi vetar parcialmente, por contrariedade ao interesse público, o Projeto de Lei nº 140, de 2009 (nº 71/07 na Câmara dos Deputados), que "Altera a Lei nº 8.245, de 18 de outubro de 1991, para aperfeiçoar as regras e procedimentos sobre locação de imóvel urbano".
Ouvidos, os Ministérios Justiça e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior manifestaram-se pelo veto aos seguintes dispositivos:
Parágrafo 3º do art. 13 da Lei nº 8.245, de 18 de outubro de 1991, alterado pelo art. 2º do projeto de lei:
"Parágrafo 3º Nas locações não residenciais, equipara-se à cessão da locação qualquer negócio jurídico que importe na transferência do controle societário do locatário pessoa jurídica."
Razões do veto
"Não é possível confundir a estruturação societária da pessoa jurídica, que, independentemente da formação do quadro de sócios, tem personalidade jurídica própria, com o contrato de locação havido entre o locador e a própria pessoa jurídica. Ou seja, em outras palavras, o contrato de locação firmado entre locador e pessoa jurídica não guarda qualquer relação de dependência com a estruturação societária de pessoa jurídica locatária, considerando, essencialmente, a distinção da personalidade jurídica de cada um (sócios e a própria pessoa jurídica), conferida pelo ordenamento jurídico pátrio para cada um dos entes.
Além do mais, cabe registrar que exigências assim impediriam ou dificultariam sobremaneira operações societárias de transferência de cotas sociais ou ações de sociedades empresárias, tal como, exemplificativamente, a incorporação, fusão ou aquisição da participação majoritária de grandes empresas."
Parágrafo 3º do art. 52 da Lei nº 8.245, de 18 de outubro de 1991, alterado pelo art. 2º do projeto de lei:
"Parágrafo 3º O locatário terá direito a indenização para ressarcimento dos prejuízos e dos lucros cessantes que tiver com mudança, perda do lugar e desvalorização do fundo de comércio se o locador, no prazo de 3 (três) meses da entrega do imóvel, não der o destino alegado ou não iniciar as obras determinadas pelo poder público ou que declarou pretender realizar."
Razões do veto
"A ideia do projeto contempla situação com a qual não se pode concordar sob o ponto de vista do interesse público, considerando que, se por um lado a melhor proposta de terceiro tem todo o fundamento necessário para implementar a não-renovação da locação - por razões óbvias e de cunho mercadológico -, por outro, o locatário preterido poderá sofrer prejuízos em decorrência da necessária desocupação e da desvalorização do estabelecimento comercial, prejuízos esses que não podem permanecer sem a devida reparação."
Parágrafos 1º, 2º, 3º do art. 74 da Lei nº 8.245, de 18 de outubro de 1991, alterado pelo art. 2º do projeto de lei:
"Parágrafo 1º Conceder-se-á liminar para desocupação em 15 (quinze) dias, contados da intimação do locatário, por si ou por seu advogado, quando houver, na contestação, pedido de retomada fundado em melhor proposta de terceiro.
Parágrafo 2º A desocupação liminar somente será indeferida se:
I - a proposta de terceiro não atender aos requisitos previstos no parágrafo 2º do art. 72;
II - o locatário aceitar, em réplica, as mesmas condições ofertadas pelo terceiro.
Parágrafo 3º A execução provisória da retomada fica condicionada à prestação de caução em valor não inferior a 6 (seis) meses nem superior a 12 (doze) meses do aluguel, atualizado até a data da prestação da caução."
Razões dos vetos
"Atualmente, são previstas três hipóteses em que o locatário terá direito a indenização para ressarcimento dos prejuízos e dos lucros cessantes que tiver que arcar com mudança, perda do lugar e desvalorização do fundo de comércio, são elas: a) melhor proposta de terceiro; b) o locador não der o destino alegado; e c) o locador não iniciar as obras determinadas pelo Poder Público ou que declarou pretender realizar. Todavia, os parágrafos do art. 74 somente preveem procedimento diferenciado na concessão de providência liminar para a hipótese de melhor proposta de terceiro, sendo que para as outras, tão relevantes quanto a contemplada pelo texto projetado, nada se disse.
Tal previsão, se sancionada, ensejará previsão pouco sistêmica no contexto da lei de locações, o que é absolutamente indesejável e contrário ao interesse público, sendo que a regra prevista no caput certamente atenderá satisfatoriamente os provimentos judiciais relativos às três hipótese mencionadas."
Art. 75 da Lei nº 8.245, de 18 de outubro de 1991, alterado pelo art. 2º do projeto de lei
"Art. 75. Sendo executada provisoriamente a decisão ou sentença que conceder a retomada do imóvel, o locatário terá direito a reclamar, em ação própria, indenização por perdas e danos, caso a ação renovatória venha a ser julgada procedente ao final da demanda, vedado, em qualquer hipótese, o retorno do locatário ao imóvel."
Razões do veto
"O texto proposto permite a execução provisória da decisão ou da sentença que ordena a desocupação em ação renovatória, impedindo a retomada da posse direta pelo locatário preterido, ainda que a decisão ou sentença seja reformada, ou seja, a desocupação empírica, por si só, transita em julgado em julgado independentemente do resultado do recurso que hostiliza a decisão correlata.
Ademais, o texto em vigor admite a fixação da indenização devida ao locatário pela desocupação na própria sentença, e o texto proposto remete a fixação de indenização a propositura de uma nova ação, fato este que milita contrariamente aos anseios de maior celeridade processual, razoável duração do processo e diretriz da resolução do maior número possível de litígios em uma mesma sentença, e até para se evite decisões contraditórias.
Também cabe frisar, que o texto em vigor estabelece responsabilidade solidária entre locador e o proponente da melhor oferta causadora da desocupação, e o texto projetado para o art. 75 suprime esta ferramenta facilitadora do recebimento, pelo locatário, da indenização devida, com o que não se pode concordar."
Ouvido também, o Ministério da Fazenda manifestou-se pelo veto ao seguinte dispositivo: Art. 3º
"Art. 3º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação."
Razões do veto
"Nos termos do art. 8º, caput, da Lei Complementar nº 95, e 26 de fevereiro de 1998, a entrada em vigor imediata somente deve ser adotada em se tratando de normas de pequena repercussão, o que não é o caso do presente projeto de lei.
Assim, de modo a garantir tempo hábil para que os destinatários da norma examinem o seu conteúdo e estudem os seus efeitos, propor-se que a cláusula de vigência seja vetada, fazendo-se com que o ato entre em vigor em quarenta e cinco dias, nos termos do art. 1º do Decreto-Lei nº 4.657, de 4 de setembro de 1942 - Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro."
Essas, Senhor Presidente, as razões que me levaram a vetar os dispositivos acima mencionados do projeto em causa, as quais ora submeto à elevada apreciação dos Senhores Membros do Congresso Nacional."
Fonte: Estadão
|
| |
| |
|
| |
Piscinas coloridas ganham espaço em projetos audaciosos. |
| |

Mosaicos de vidro em diversas cores deixam piscinas modernas e diferenciadas.
08/12/09 - Para fugir do tradicional azul, cores fortes e vibrantes como laranja, cinza, verde, vermelho e até preto começam a colorir as piscinas com sofisticação e estilo. Essa recente tendência tem agradado arquitetos e consumidores e sua aplicação vai desde projetos arrojados e de grande circulação de pessoas, como a piscina do hotel Unique, em São Paulo, que é vermelha, até projetos residenciais.
O arquiteto Isay Weinfeld escolheu o laranja para o projeto de uma residência nos Jardins (São Paulo/SP). Segundo ele, a cor combina em qualquer ambiente, realça o moderno e representa prosperidade e confiança. A piscina foi toda revestida de mosaicos vidrosos em vários tons de laranja. “Essa foi a premissa básica que norteou essa intervenção arquitetônica e pela versatilidade e atributos plásticos, o mosaico de vidro foi a melhor escolha para criar um diferencial estético e de qualidade na arquitetura desta piscina”, diz Weinfeld.
Já o arquiteto contemporâneo Márcio Kogan utilizou um tom neutro de verde em mosaico de vidro em um projeto na Vila Nova Conceição, também em São Paulo/SP. Com a aplicação da cor, o espaço ganhou profundidade e amplitude. “É um projeto diferenciado que agradou muito o gosto do proprietário da residência que não perdeu conforto, aconchego e ainda ganhou uma piscina super moderna”, ressalta ele.
Verde também foi a cor escolhida pela arquiteta Renée Sbrana para a piscina do Hotel Jequitimar, no Guarujá, litoral paulista. O projeto chama a atenção pela aproximação com a natureza e harmonia do ambiente.
Já para o público infantil, a arquiteta Isabel Duprat criou uma piscina colorida para os alunos do colégio Porto Seguro, em São Paulo. A maior, para crianças acima de três anos, tem ao fundo um painel grande e todo colorido que lembra montanhas com pôr-do-sol - todos também feitos em mosaicos de vidro. A menor (foto) é feita em formato de um código de barras todo colorido. “Brincar com as cores foi uma forma que encontrei de mostrar o lúdico e o divertido. As crianças adoraram”, conta.
Tempo de execução - Piscinas revestidas com mosaicos de vidro podem ficar prontas em até 30 dias. “Se o projeto não for muito complexo, o mosaico pode levar poucos dias para ser fabricado e instalado. Porém, se o projeto for mais complexo, com desenhos artísticos muito detalhados, pode levar mais que isso”, explica o diretor de marketing da Vidrotil, Rogério Cordeiro.
Ele destaca que a estrutura e a impermeabilização são dois itens importantes e que merecem atenção, pois garantem a qualidade da superfície onde serão instalados os mosaicos, trazendo mais segurança e conforto ao usuário.
Fonte: Terra
|
| |
| |
|
| |
Secovi-SP: mercado imobiliário crescerá 10% em 2010. |
| |
"Estamos preocupados com a provável falta de mão de obra especializada em 2010", disse Petrucci.
SÃO PAULO - O Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP) estima um crescimento de 10% a 15% do mercado imobiliário brasileiro em 2010, considerando lançamentos e vendas. Recentemente, o Secovi-SP se reuniu com representantes de outras entidades de todo o País, que apontaram que a percepção em relação a 2009 é melhor que a verificada em 2008. "As vendas foram iguais ou maiores que no ano passado", disse o economista-chefe da entidade, Celso Petrucci. Já os lançamentos foram reduzidos.
O crescimento esperado, no entanto, gera apreensão no setor. "Estamos preocupados com a provável falta de mão de obra especializada em 2010. Vão faltar engenheiros e técnicos de nível universitário", disse Petrucci. Existe também preocupação com os prazos de entrega, em decorrência da possibilidade de falta de equipamentos ou aumento do custo de mão de obra. Possíveis aumentos dos custos de construção são outra preocupação. "Há setores oligopolizados, como cimento, fios e cabos e vidros", afirmou o representante do Secovi-SP.
Entre os desafios para o setor, Petrucci citou a redução da burocracia na aprovação de projetos. Ele defendeu que as obras do programa habitacional "Minha Casa, Minha Vida" tenham qualidade e que o setor imobiliário brasileiro não repita erros ocorridos em países como Espanha e Estados Unidos.
Fonte: Secovi - SP
|
| |
| |
|
| |
Como decorar a casa para o Natal. |
| |

A magia da quadra natalícia já está no ar e a vontade de a espalhar por cada recanto da casa torna-se irresistível. Das decorações tradicionais às mais contemporâneas, existem um sem número de ideias para vestir a sua casa, de forma alegre e festiva, neste Natal. Árvore de Natal
A grande protagonista da quadra natalícia, é em torno da árvore de Natal que se centram grande parte das atenções antes, durante e depois da noite de Consoada e, por isso mesmo, terá de brilhar! Grande ou pequena, artificial ou natural, verde floresta ou branca, com decorações de uma só cor ou ornamentos feitos à mão, só não podem faltar as iluminações e a estrela no topo da árvore, que representará o espírito natalício que se vive na sua casa. Portas
Para dar as boas-vindas à época de Advento e antecipar toda a decoração do seu lar, pendure uma bonita coroa de Natal na porta de entrada. Comprada ou confeccionada à mão; redonda, oval ou pendente; com galhos de pinheiro ou ramos secos; com apontamentos de vermelho, dourado ou prateado; com ou sem fitas… a verdade é que provavelmente vai contagiar todos os vizinhos a fazerem o mesmo! Janelas
Anime as suas vistas (e dias mais cinzentos!) com janelas vestidas a rigor: escolha entre iluminação de Natal, neve artificial (divirta-se a transpor para os vidros os muitos moldes que normalmente acompanham as latas de neve artificial), pendure estrelas, bolas de Natal ou outros ornamentos com uma fita de seda ou um fio de cediela transparente atado no varão da cortina. Não se esqueça dos peitoris que podem ser enfeitados com velas, pinhas, bonecos ou postais de Natal. Centros de mesa
Uma das decorações mais populares na época natalícia são os centros de mesa e não estamos a falar apenas daquele que enfeita a mesa de jantar na noite de Consoada. Existe uma enorme variedade de matéria-prima para elaborar centros de mesa de Natal deslumbrantes, que não vão querer esperar até ao dia 24 de Dezembro para serem exibidos! Aproveitando os ornamentos que não colocou na árvore e as sempre bonitas velas, adicione algumas das melhores decorações que a Mãe Natureza tem para oferecer – ramos de pinheiro, folhas secas, pinhas, azevinho, bagos vermelhos, paus de canela, castanhas, nozes – e dê um toque natalício à mesa da sala, ao espaço sobre a lareira, à mesa da cozinha, à mesa da sala de jantar, à mesa do hall de entrada… Divisões a decorar
É uma boa questão! Há quem prefira concentrar a decoração de Natal numa única divisão – a sala de jantar ou de estar – mas também há quem goste de enfeitar toda a casa. E como gostos não se discutem (principalmente no Natal!), tem a liberdade de adicionar pequenos apontamentos natalícios em qualquer divisão: na casa de banho ou na cozinha, com têxteis-lar natalícios, imanes ou peças decorativas alusivas ao Natal, por exemplo. Pode ainda deixar os seus filhos decorarem os seus quartos ou escritório a preceito. Exterior
No caso de quem habita vivendas, com jardim, tire proveito de todo o exterior da casa, quer com iluminações natalícias em torno da casa ou a enfeitar pequenas árvores e arbustos. Um pai Natal gigante a espreitar do telhado, um presépio em ponto grande, bonecos de neve ou renas a “correr” pelo jardim farão as delícias dos habitantes e dos transeuntes. Outros detalhes
Para além dos principais elementos decorativos da época de Natal, existem várias outras maneiras de dar à sua casa um ambiente mágico e encantador. Surpreenda nos jantares que antecedem os dias 24 e 25 de Dezembro com marcadores de lugar confeccionados a partir de postais de Natal antigos, bolas ou estrelas brilhantes; enfeite os guardanapos com fitas em cetim ou feltro, adicionando uma pequena estrela ou cristal decorativo; resgate a velha tradição do calendário de Advento; inove na forma como embrulha os presentes; faça os seus próprios postais de Natal… enfim, divirta-se com a decoração natalícia!
Fonte: Eu Decoro
|
| |
| |
“Minha Casa” poderá incluir compra de eletrodomésticos. |
| |

Liderado pela Fiesp, projeto inclui móveis e propõe crédito suplementar de R$ 5 mil. A primeira tentativa de institucionalização data de setembro último.
02/12/11, São Paulo, SP - Nos proximos dias, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) pretende entregar ao governo federal a proposta para introduzir o “Kit Mobiliário” no programa “Minha Casa, Minha Vida”.
O “Kit Mobiliário” está sendo proposto para que os contemplados no programa “Minha Casa” tenham também a chance de obter financiamento para a compra de móveis e eletrodomésticos. O valor do benefício é estimado em R$ 5 mil.
“Fomentar a inclusão de financiamentos complementares na linha de subsídio e crédito do programa habitacional” são os termos da defesa das lideranças do setor da construção, para a institucionalização do “Kit Mobiliário”.
Ainda em setembro (2009), através do seu vice-presidente, José Carlos de Oliveira Lima (também presidente do Sinaprocim/Sinprocim*), a Fiesp apresentou o “Kit Mobiliário” à presidente da Caixa Econômica Federal, Maria Fernanda Ramos Coelho. Na ocasião, a executiva declarou: “A Caixa tem total condição de disponibilizar uma de suas linhas de crédito/financiamento para atender essa demanda”.
A intenção da Fiesp era entregar o projeto na segunda-feira passada, 30 de novembro, à ministra da Casa Civil, durante o 8° Construbusiness, realizado na sede da instituição, na capital. Porém a ministra não compareceu ao encontro.
Fonte: Sinaprocim/Sinprocim: Sindicato Nacional da Indústria de Produtos de Cimento/Sindicato da Indústria de Cimento do Estado de São Paulo.
|
| |
|
|